Palavra do Leitor

Mobiliário urbano
‘Eletromidia conquista leilão e vai modernizar o mobiliário andreense’ (Política, na última quarta-feira). Ávido pelas boas notícias da região, dou destaque ao ineditismo de Santo André ao levar à Bolsa de Valores o leilão para a administração do mobiliário urbano da cidade por 35 anos. A vencedora foi a Eletromidia, do Grupo Globo. Com o mote da campanha “Abrigo Amigo”, a iniciativa traz benefícios aos moradores que se utilizam, principalmente, do transporte público. Nota importante: a Prefeitura terá direito a inserções institucionais, como, por exemplo, campanhas de vacinação, conforme matéria publicada pelo Diário. Pois bem, há de se destacar, nas sete cidades, o notório quadro técnico na condução da gestão pública. É importante o olhar dos prefeitos na escolha dos secretários e dos funcionários públicos envolvidos. O prefeito de Santo André, Gilvan Ferreira, foi a escolha do Sr. Paulo Serra para sucedê-lo. Por quê? Porque se destacou como secretário em várias pastas. Assim denominamos de “offside”. Quem ganha é a população. A renovação da política na região vem acontecendo de forma madura, equilibrada e com muita competência. Acima de tudo, é preciso gostar de gente. Temos que comemorar.
Ronaldo Duran
Santo André
Futuro da Seleção
‘Quem deve estar na Seleção Brasileira na Copa de 2030?’ (www.dgabc.com.br). Tenho visto os ex-jogadores Cafu e Denílson, que não marcaram nenhum gol em Copas do Mundo, dando entrevistas. É muito fácil chutar cachorro morto, como faz o Denílson ao dizer que a responsabilidade pelo pênalti era de Vini Jr. Não era, afinal, o futebol é coletivo. Agora, engolir esse técnico por mais quatro anos não será fácil. Querer colocar a culpa no Neymar Jr. é um absurdo. O menino, em apenas dez minutos, mostrou para que veio. Uma coisa é certa: política não é sinônimo de futebol.
João Camargo
Capital
Fim da escala 6x1
‘Empresários atacam PEC 6x1 no Senado; sindicatos e governo defendem’ (www.dgabc.com.br). Em um País onde oito em cada dez empresas já enfrentam dificuldades para preencher vagas, discutir o fim da escala 6x1 sem antes enfrentar baixa produtividade, falta de qualificação e escassez de mão de obra parece inverter prioridades. Se a medida elevar os custos das empresas, é natural que parte deles seja repassada aos preços, pressionando a inflação e afetando justamente quem se pretende beneficiar. O Brasil precisa de políticas que aumentem a produtividade e competitividade, não de propostas que correm o risco de ampliar problemas estruturais da economia num momento tão delicado.
Izabel Avallone
Capital
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