Memória Nesta semana Milton Parron, um livro que ele publicou em 2004 alusivo aos 450 anos oficiais da cidade de São Paulo
Crédito da foto 1 – Reprodução: Claudio Roberto Medice

Semana Milton Parron. Que delícia! Parabéns, Memória, pela homenagem ao mestre do microfone.
Marcia Cristina Russi - Santo André
“Assim como o CD, o livro, de autoria de nosso companheiro e responsável pelo Centro de Documentação e Memória, o jornalista Milton Parron, também é um tributo à cidade e aos profissionais que ao longo dos anos contribuíram para a produção e preservação deste acervo que é a história oral de São Paulo e do Brasil”.
João Carlos Saad - Presidente do Grupo Bandeirantes de Comunicação
“São Paulo, a trajetória de uma cidade” (Editora Nobel) é desses livros que devem ficar ao alcance de quem queira ter a mão fatos, fotos e sons de uma metrópole como a nossa. Livro completo e bem ao gosto de todos, pela linguagem jornalística e fácil de ser entendida.
Milton Parron escreve muito bem, e o leitor de Memória tem prova semanal disto, quando ele ocupa com seus bilhetes a página aos sábados, anunciando o seu próximo programa. São verdadeiras crônicas, antecedidas de um recado geralmente bem-humorado ao redator – ou tristonho, quando o Corinthians perde.
Há quanto tempo publicamos as crônicas do Parron? Desde o século passado, seguramente. E lembramos destes escritos ao folhear novamente o livro que a Band editou em 2004. A linguagem é a mesma, as fotos perfeitamente encaixáveis nos textos e o som reunido.
O texto fala dos primeiros séculos de São Paulo, da chegada dos imigrantes e migrantes, da industrialização, das revoluções, da “São Paulo de todos nós”.
As fotos focalizam da fachada do Pátio do Colégio à Avenida Paulista em 2001.
O som tem a abertura e encerramento de Walker Bláz, a narração do Parron e as vozes que vão dos saudosos Fiori Gigliotti ao José Carlos de Moraes (o Tico-Tico), de Éder Luiz narrando o acidente que matou Ayrton Senna a Antonio Brito, porta-voz do presidente Tancredo Neves, com João Jorge Saad, pai do João Carlos, entregando o terreno onde o São Paulo FC erigiu o Morumbi.
Um corintiano colaborando com os são-paulinos.
Na entrevista concedida ao DGABC-TV, Milton Parron fala com carinho deste livro, cujo exemplar é uma das peças mais queridas que esta página Memória recebeu em quase 40 anos de publicação diária.
CAPA – Joana Saad Duailibi e Vivian Valli; foto: Luís Veiga/GettyImages
AMANHÃ NA SEMANA MILTON PARRON
O nascimento de um repórter
Crédito da foto 1 – Reprodução: Claudio Roberto Medice PARRON EM LIVRO. Conjuga-se som, linguagem e imagem de uma São Paulo explicada em ritmo de rádio CITAÇÕES - REGISTRO São Caetano “A discussão (sobre o movimento autonomista da cidade) não é tanto por conta da ausência de homenagens, até porque é quase impossível em uma cidade que contém cerca de 700 logradouros, sem contar os demais próprios públicos, homenagear 95 pessoas. A questão vai além: o que deve ser feito para preservar a memória daqueles que contribuíram para o SIM?”. Virgílio Antiqueira (Des) Caminhos Históricos e Horizontes Culturais – Convergências e divergências memorialistas IHGSP Mauá “Falar das mulheres que atuaram nos processos emancipatórios do Grande ABC é como se debruçar sobre um grande quebra-cabeça. A invisibilização das mulheres, em especial na primeira metade do século XX, prejudica em demasia as pesquisas relacionadas. Porém, ao levantarmos algumas pedras para descobrir o que havia sob elas, conseguimos traçar uma linha do tempo com personalidades e acontecimentos”. Cecília Auxiliadora Bedeschi de Camargo Idem TAKARA, 9.5 Em 4 de junho de 1931 (Memória, dia 4) - A nota sobre meu aniversário provocou dezenas e dezenas de mensagens e telefonemas cumprimentando-me, sobretudo, dos professores e dos ex-alunos de Colégio Singular. Muito obrigado. Alexandre Takara Orientador desta página Memória
DIÁRIO HÁ MEIO SÉCULO Sexta-feira, 11 de junho de 1976 – nº 2773 SANTO ANDRÉ – Uma nuvem densa, acompanhada de forte cheiro, tomou conta, na manhã de ontem (10-6-1976) o município, provocando irritações nos olhos, garganta, dores de cabeça, ânsias de vômito, tosse e crises asmáticas nos moradores. PREFEITURA – Valter de Oliveira assumia a Diretoria de Educação e Cultura de Santo André. EM 11 DE JUNHO DE... 1876 – Instalada em São Paulo a Associação Tipográfica Paulistana de Socorros Mútuos. 1891 - Américo Brasiliense de Almeida e Melo assumia a administração do Estado de São Paulo. 1906 – Washington Luís, secretário da Justiça do Estado, indeferia petição de juízes e eleitores da Comarca de São Roque para ser colocada na sala das sessões do júri a imagem de Jesus Cristo. O secretário citava a Constituição Federal, que já não reconhecia a religião de Estado, “colocando em mesmo pé de igualdade todas as igrejas ou comissões religiosas”. 1946 - Acidente na Via Anchieta. Ônibus do Expresso São Paulo-Santos abalroa um táxi dirigido por José Cordeiro. Não houve vítimas, apenas danos materiais. Oficialmente, em toda a sua extensão, a primeira pista da Anchieta apenas seria inaugurada em 1947. Fonte: Correio Popular, edição de 16/6/1946, ano I, nº 5. Já extinto, o jornal tinha redação à avenida Queirós dos Santos, 178, em Santo André. 1996 – Ponto de Vista – FEI, 50 anos. “Educação para o desenvolvimento é o mote que define a ação pedagógica da faculdade”. Padre Oldemar Moreira, jesuíta Presidente da Fundação de Ciências Aplicadas Mantenedora da Faculdade de Engenharia Industrial 2021 – Funcionários da rede municipal de ensino de São Bernardo optavam por greve alegando falta de vacinas à categoria e condições sanitárias inadequadas. HOJE Dia do Educador Sanitário Dia da Marinha Brasileira. Assinala a vitória brasileira em 11 de junho de 1865 na batalha naval do Riachuelo, na Argentina. MUNICÍPIOS BRASILEIROS Aniversariam em 11 de junho: Anahy (PR), Brumado e Condeúba (BA), Curitibanos e Marema (SC), Japaratuba (SE), Maracaju (MS), Rio Espera (MG) e Sítio Formoso (PE). Santa Paula Frassinetti 11 de junho (Itália, 1809 – 1882). Fundadora da Congregação das Irmãs de Santa Doroteia, hoje com diversas instituições de educação.
Ilustração: Arquidiocese de Belo Horizonte (MG)
Arte: Paulo César Nunes

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