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Após um mês, greve no INSS prejudica 56 mil na região


Mariana Oliveira
Do Diário do Grande ABC

02/07/2005 | 07:57


Cerca de 56 mil pessoas ficaram sem atendimento nos postos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) do Grande ABC desde o início da greve dos servidores federais, que completa neste sábado um mês. Em todo o Estado, o número de pessoas sem atendimento é estimado em mais de 1 milhão.

O Ministério do Planejamento, que apresentaria uma proposta para o sindicato da categoria na sexta-feira, adiou um possível acordo para a próxima semana. Caso a proposta contemple as principais necessidades dos servidores, segundo o Sinprev-SP (Sindicato dos Trabalhadores em Previdência do Estado de São Paulo), a greve poderá ser encerrada em breve.

A paralisação teve início no dia 2 de junho passado. Os servidores reivindicam reajuste salarial de 18%, criação de plano de cargos e salários e realização de concursos públicos para contratação de novos funcionários. O aumento concedido pelo governo federal foi de 0,1%.

O movimento nas duas agências em funcionamento no Grande ABC, Santo André e Mauá, aumenta a cada dia, segundo a gerente regional do INSS Fátima Conceição. Na sexta-feira, os dois postos registraram aumento de 30% na procura.

"Os interessados precisam atentar para os serviços oferecidos pela internet. Com isso, as pessoas fogem das filas e descongestionam o movimento nas agências abertas", afirmou Fátima. Na região, continuam fechados os postos de São Caetano, Ribeirão Pires, Diadema e São Bernardo, exceto perícias.

Agências em funcionamento no Grande ABC: posto Santo André (rua Adolfo Bastos, 520, telefone 4436-6787) e posto Mauá (rua Guido Monteggia, 119, telefone 4514-1791);

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PrevFone (0800-780191)

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Assembléia de funcionários da VW aprova suspensão das \r\nparalisações

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Eric Fujita<br>Do Diário do Grande ABC

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Os funcionários da Volkswagen, de São Bernardo, aprovaram \r\nna sexta-feira, em assembléia, a determinação do Ministério Público do Trabalho \r\nde negociar e encontrar uma solução para o impasse acerca das contratações \r\nexigidas pelo sindicato da categoria. Com a decisão, os trabalhadores vão manter \r\na suspensão das paralisações na fábrica enquanto durar o diálogo com a \r\nempresa.

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A assembléia reuniu mais de 9 mil empregados do primeiro e \r\nsegundo turnos de trabalho. Na prática, eles seguiram a orientação do Sindicato \r\ndos Metalúrgicos do ABC (ligado à CUT), que se comprometeu a interromper as \r\nparalisações depois de a entidade e a montadora terem concordado em retomar o \r\ndiálogo sobre o assunto.

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O reinício das conversações ficou acertado na audiência de \r\nquinta-feira com a procuradora regional do Trabalho, Oksana Maria Dziura Boldo. \r\nO diálogo durará cerca de 30 dias, até o fim da análise, pela procuradora, da \r\ndenúncia do sindicato de que a empresa teria infringido o direito de greve com a \r\naplicação de suspensões e advertências durante o movimento.

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Após a assembléia, o secretário de organização do \r\nsindicato, Francisco Duarte de Lima, o Alemão, disse que a entidade pretende \r\nacrescentar a campanha salarial e a segunda parcela da PLR (Participação nos \r\nLucros ou Resultados) nas discussões. A Volkswagen informou que manterá o \r\ndiálogo, mas reiterou a posição de que não há necessidade de mais \r\ncontratações.",1]);//-->

Internet: www.previdencia.gov.br;

PrevFone (0800-780191)



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