Veja como foi Em sua segunda edição, o festival estreou com ingressos esgotados, novas experiências, estrutura renovada e shows que já entraram para a história. Ao todo, mais de 180 mil pessoas passaram pela Cidade da Música
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O primeiro fim de semana do The Town 2025, realizado no Autódromo de Interlagos nos dias 6 e 7 de setembro, mostrou a que veio. Em sua segunda edição, o festival estreou com ingressos esgotados, novas experiências, estrutura renovada e shows que já entraram para a história. Ao todo, mais de 180 mil pessoas passaram pela Cidade da Música.
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No sábado (6), a abertura foi marcada por novidades. O céu de Interlagos ganhou cores com o The Flight, apresentação inédita da Esquadrilha Céu, com manobras aéreas e pirotecnia diurna. Além disso, a estreia do palco Quebrada trouxe batalhas de rima eletrizantes e shows de MC Hariel e Tasha & Tracie, com intervenções artísticas ao vivo. Já a The Tower Experience, grande after do festival, impressionou com tecnologia e performances que prolongaram a festa madrugada adentro. O Palco Skyline foi dominado por grandes nomes do rap e trap. Filipe Ret, Burna Boy e Don Toliver aqueceram o público até a apresentação arrebatadora de Travis Scott, que fez sua estreia no Brasil em um show explosivo de luzes, pirotecnia e energia do início ao fim. No The One, quem roubou a cena foi Ms. Lauryn Hill, em apresentação emocionante ao lado dos filhos, YG Marley e Zion Marley. O espaço ainda recebeu shows de Matuê — com convidados como WIU e TETO —, MC Cabelinho e Karol Conka, reafirmando a força da música urbana. O Factory abriu o festival com Teto, WIU, Borges e Budah, enquanto a São Paulo Square se transformou em um clube de jazz a céu aberto, com Stacey Ryan como headliner. Se o sábado foi do rap e do trap, o domingo (7) foi do rock. Desde cedo, o clima já anunciava a celebração do punk e do rock n’ roll. No Skyline, o Green Day entregou um show histórico, com hits cantados em coro pelos 90 mil presentes. Antes deles, o palco recebeu apresentações de peso de Bad Religion, Bruce Dickinson e Capital Inicial, que reforçaram o dia como um dos mais marcantes do festival. LEIA MAIS: Bad Religion ‘quebra tudo’ no The Town O palco The One também foi histórico, com o retorno de Iggy Pop ao Brasil. Aos 78 anos, o “padrinho do punk” mostrou energia de sobra em um espetáculo visceral. O espaço ainda recebeu shows de Pitty, CPM 22 e Supla & Inocentes, que agitaram o público com clássicos do rock brasileiro. Outros palcos também mantiveram a intensidade: o Factory apostou na diversidade sonora, com shows de Tihuana e Buhr; o Quebrada destacou nomes como Black Pantera e Punho de Mahin & MC Taya; já a São Paulo Square foi tomada pela sofisticação do jazz, com o saxofonista Kamasi Washington como atração principal. O encerramento ficou por conta dos Cat Dealers, que transformaram a The Tower Experience em uma imensa pista de música eletrônica. De acordo com pesquisa feita pelo festival, o público deu nota média de 8,9 para a experiência do primeiro dia, destacando a segurança, limpeza e organização da Cidade da Música, além da inovação dos novos palcos. O The Town 2025 retorna na próxima sexta-feira (12) para seu segundo fim de semana, que promete ser igualmente inesquecível. O line-up traz shows aguardados: Backstreet Boys no sábado (13), Mariah Carey no domingo (14) e o grande encerramento com Katy Perry, que sobe ao Skyline para fechar a festa em grande estilo. LEIA MAIS: Bruce Dickinson é a primeira grande atração internacional no The TownSábado de rap, trap e inovação
Domingo de rock e punk
Avaliação e expectativas
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