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Marcio da Farmácia associa rivais a semáforo
Da Redação
18/09/2024 | 22:25
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O candidato do Podemos à Prefeitura de Diadema, Marcio da Farmácia, tentou desfazer o mal-estar que causou na noite da última segunda-feira ao usar a palavra ‘amarelo’ para se referir ao adversário, o emedebista Taka Yamauchi, durante debate promovido pela Rede Gospel. Em material distribuído ontem à imprensa, a campanha do prefeiturável argumentou que, nos panfletos distribuídos nas ruas, em seu jingle oficial e no último debate, comparou a disputa pelo Executivo diademense a um semáforo de trânsito, associando casa fase do sinal a um candidato. “Vermelho: pare, não vá. Amarelo: cuidado, você pode ser enganado. Agora, verde é Marcio da Farmácia, para a cidade seguir em frente”, disse o podemista, garantindo que seu discurso fez alusão às identidades visuais dos adversários – a do MDB em Diadema é amarela, e a do PT, vermelha –, sem uso pejorativo da palavra. “Queremos mostrar à população que há alternativa para Diadema”, justificou o ex-deputado estadual. Em tempo: o vocábulo é usado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para definir a população de origem asiática, mas é considerado ultrapassado, porque também era empregado de forma depreciativa para identificar asiáticos que migraram para os EUA no Século XX.

BASTIDORES

Indeferido

O presidente do Psol de São Bernardo, Dalecio Feliciano (foto), que se identifica como candidato do prefeiturável psolista na Capital, Guilherme Boulos, na disputa pela Câmara são-bernardense, teve seu registro indeferido pela Justiça Eleitoral. Segundo o DivulgaCand, sistema de divulgação de candidaturas do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Feliciano não entregou a prestação de contas relativa à campanha eleitoral de 2020, quando também foi postulante à vereança. Em mensagem enviada à executiva do partido, o psolista culpou o PT, partido de Feliciano à época, que não teria feito sua prestação de contas.

Confusão

O cientista político Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola, chefe do gabinete pessoal do presidente Lula (PT), ingressou na Justiça com pedido de indenização por danos morais contra o candidato do MDB ao Paço de Diadema, Taka Yamauchi. Argumenta que, em debate de agosto, o emedebista tentou enganar propositalmente a opinião pública ao promover confusão entre o apelido dele e o de Marcos Herbas Camacho, chefe do PCC.

Alô, polícia

O Fiat Mobi Like da cor branca, com placas GBM8G15, que teria sido utilizado no domingo por aliado do prefeiturável Eduardo Leite (PSB) para ameaçar de morte dois integrantes da campanha do governista Gilvan Junior (PSDB), na Praça Kennedy, passou parte do dia de ontem estacionado na Rua Almirante Tamandaré, no Centro de Santo André, a alguns metros do escritório do União Brasil, partido de Fabiana Marangoni, candidata a vice na chapa socialista.




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