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Apoio ao Diário – 1
‘Auricchio impede perguntasde jornalista do Diário em coletiva’ (Política, dia 30). O que mais me impressiona em outra atitude pública desvairada do prefeito de São Caetano contra a imprensa e aqueles que se dignam a não falar a mesma cartilha que ele, é como o “dono” da cidade age e a comitiva ao lado dele se cala totalmente. Ninguém é capaz de parar o prefeito ou recomendar que ele tenha atitudes mais normais, de um ser comum que exerce um cargo público, e que por ter sido guindado ali pela população deve respeito e educação a ela? Totalmente descontrolado nas últimas participações em atos públicos, o prefeito tem dado um show de grosseria, e aqueles que pretendem ocupar o lugar que ele vai deixar logo logo, simplesmente fazem de conta que não enxergam e que não há nada de muito estranho no reino da cidade. As conversas entre os moradores, pelas esquinas da cidade, crescem e não vai precisar muito para a oposição dar a resposta certa nas urnas, em outubro.
Rodolfo Bonventti
São Caetano
Apoio ao Diário – 2
Muito interessante: aqueles que têm contas reprovadas, mandatos cassados etc são os que atacam a imprensa, como esse tal aí e o Orlando demorando pra sumir. É pesquisar os nomes destes que atacam e verá que tem coisa.
Rodrigo Tragueta
do Instagram
Apoio ao Diário – 3
Alguém precisa informar o digníssimo senhor Auricchio que estamos em pleno século XXI. Deixar de considerar a palavra de uma jornalista por motivos obscuros que só ele conhece cria uma expectativa nas pessoas sobre o que o senhor esconde.
João Camargo
Capital
Eleitores
Os eleitores devem lembrar que os grandes protagonistas são eles. Na hora da urna, não pode desperdiçar. Deve escolher alguém que venha representá-lo no Parlamento e no Executivo. Alguém que venha atender aos seus anseios e reivindicações e pensa em fazer projetos que agregam a maioria da sociedade. O voto é uma procuração dada a prefeitos e vereadores fazer o que quiserem, desde não venha ferir a Constituição Federal.
Eduardo Furtado
Mauá
Antissemitismo
Paul Joseph Goebbels foi um político alemão, filologista e ministro da Propaganda na Alemanha Nazista entre 1933 e 1945. Um associado e devoto apoiador de Adolf Hitler que ficou conhecido pela sua capacidade de oratória em público, seu fanático antissemitismo, sua crença na conspiração internacional judaica que o levou a apoiar o extermínio dos judeus no Holocausto e por frases celebres como “Dê-me o controle da mídia e farei de qualquer país um rebanho de porcos”. Quando assistimos em nosso País à presença de um campo de concentração, da perspectiva de censura das redes sociais e do antissemitismo explicito de um presidente, podemos concluir que Goebbels, lá dos mais profundos e quentes lugares do inferno, deve estar muito orgulhoso de seus novos seguidores.
Vanderlei Retondo
Santo André
Guerra nuclear
Ultimamente, da forma conforme era frequente na “guerra fria”, vem à tona a questão da guerra nuclear, inclusive Putin especular o envio de bombas atômicas para o nosso espaço. Pelo que me consta, o projeto Manhatan, no Novo México, gastou muitos recursos americanos para criar as bombas que foram devassadoras em Hiroshima e Nagasaki. Pergunto, após mais de 70 anos, por que os físicos , estudiosos e governos que as detêm, não investem recursos em encontrar um antídoto para aniquilar os efeitos de uma bomba atômica?
Caio Augusto de Carvalho
Santo André
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