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Desidratação

A desidratação acontece quando a eliminação de água do corpo é maior que o volume ingerido; a deficiência de água no organismo


Leo Kahn

12/11/2009 | 00:00


A desidratação acontece quando a eliminação de água do corpo é maior que o volume ingerido; a deficiência de água no organismo ativa uma região do cérebro que provoca a sensação de sede e o líquido perdido não é reposto, os níveis de sódio na corrente sanguínea aumentam acarretando outras complicações. Em condições normais, a água é eliminada do organismo através do suor, urina, fezes e lágrimas. A desidratação pode ocorrer quando há excesso de calor sem reposição suficiente da água eliminada pelo corpo, diminuição do consumo de água, febre com suor, diarreia, vômitos e uso de diuréticos.

Existem três níveis:
Desidratação leve com perda de líquido de até 5%, com o único sintoma de sede.
Desidratação mediana ou moderada com até 10% de diminuição de líquidos, acarretando pele seca e inflexível, taquicardia, diminuição do peso, aumento da temperatura corporal.
Desidratação grave com até 15% a menos de líquido corpóreo, além dos sintomas acima citados, queda da pressão arterial, sensação de perda de consciência eminente, estupor, hipertermia, convulsões, choque e até a morte.
A desidratação faz mais vítimas entre crianças e idosos. As crianças são mais suscetíveis por terem proporção maior de água em seu organismo, ou seja, qualquer perda de líquido não é significativa. Os idosos têm menor capacidade de reter líquido e sentem menos sede.

Sinais e sintomas:
Boca seca, pouca urina e/ou urina amarelo-escura, coração acelerado, irritabilidade, olhos fundos ou fontanela (moleira) afundada, fralda seca por mais de três horas, letargia incomum, perda da elasticidade da pele.
As causas mais frequentes de desidratação, como a sudação excessiva, os vômitos e a diarreia, provocam perda de eletrólitos, especialmente sódio e potássio, além de água, por isso é acompanhada muitas vezes de deficiência de eletrólitos. Nesse caso, a água não se desloca com facilidade desde o grande depósito interno das células para o sangue, podendo verificar queda da pressão arterial, provocando ligeiros enjoos ou sensação de perda iminente de consciência. Se a perda de água e eletrólitos continua, a pressão arterial pode abaixar e levar a estado de choque com graves lesões em muitos órgãos, como os rins, o fígado e o cérebro.

SAIBA MAIS:
A desidratação é uma doença considerada grave, pois milhares de crianças morrem vítimas todos os anos.
No entanto, é uma doença de fácil prevenção e tratável quando diagnosticada logo.
Geralmente, a desidratação em crianças é uma combinação das duas causas, como em casos de mal-estar estomacal com vômitos e diarreia.
Doença aguda em que a criança se recusa a ingerir líquidos e perde líquidos em excesso por meio do suor provocado pela febre.
Para evitar a diarreia, lavar sempre as mãos antes de preparar alimentos; lavar frutas e verduras em água tratada e corrente; manter os alimentos na geladeira, e prestar atenção aos prazos de validade.
É recomendado beber em torno de meio litro de fluidos em aproximadamente duas horas antes do exercício para assegurar que esteja adequadamente hidratado e ter tempo de eliminar o excesso de água.
Bebidas contendo sódio são mais prontamente absorvidas pelo corpo.
Pese-se antes de correr e depois, calcule o quanto perdeu, e então beba fluidos para voltar ao peso normal.
É normal perder de 1,3 a 1,8 quilo de água por hora ao correr em um dia quente.
É recomendável beber e oferecer água várias vezes ao dia a crianças e idosos.
Vestir roupas leves e frequentar ambientes bem ventilados no verão.
O soro caseiro é uma solução prática e econômica para se evitar a desidratação; veja como é fácil fazer: diluir em um copo d'água filtrada e fervida uma pitada de sal e três pitadas de açúcar, depois misture bem.
Ofereça à criança à vontade, a cada 20 minutos e após cada evacuação líquida se houver diarreia.
Nos casos de desidratação leve, beber água em maior quantidade pode ser suficiente. Quando causada por diarreia ou vômito, o soro caseiro pode ser usado. Em casos mais persistentes, soros industrializados podem ser necessários. Em casos graves, é recomendável a administração de soro por via sanguínea.
Deve-se sempre tratar a causa de base da desidratação.
Muitas vezes a criança está ingerindo quantidade adequada de líquidos, mas pode estar desidratada; fique alerta para os sinais de desidratação.
As pessoas com problemas cardíacos ou renais devem consultar o médico para repor da forma mais segura o líquido antes de começar a prática de qualquer exercício.



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Desidratação

A desidratação acontece quando a eliminação de água do corpo é maior que o volume ingerido; a deficiência de água no organismo

Leo Kahn

12/11/2009 | 00:00


A desidratação acontece quando a eliminação de água do corpo é maior que o volume ingerido; a deficiência de água no organismo ativa uma região do cérebro que provoca a sensação de sede e o líquido perdido não é reposto, os níveis de sódio na corrente sanguínea aumentam acarretando outras complicações. Em condições normais, a água é eliminada do organismo através do suor, urina, fezes e lágrimas. A desidratação pode ocorrer quando há excesso de calor sem reposição suficiente da água eliminada pelo corpo, diminuição do consumo de água, febre com suor, diarreia, vômitos e uso de diuréticos.

Existem três níveis:
Desidratação leve com perda de líquido de até 5%, com o único sintoma de sede.
Desidratação mediana ou moderada com até 10% de diminuição de líquidos, acarretando pele seca e inflexível, taquicardia, diminuição do peso, aumento da temperatura corporal.
Desidratação grave com até 15% a menos de líquido corpóreo, além dos sintomas acima citados, queda da pressão arterial, sensação de perda de consciência eminente, estupor, hipertermia, convulsões, choque e até a morte.
A desidratação faz mais vítimas entre crianças e idosos. As crianças são mais suscetíveis por terem proporção maior de água em seu organismo, ou seja, qualquer perda de líquido não é significativa. Os idosos têm menor capacidade de reter líquido e sentem menos sede.

Sinais e sintomas:
Boca seca, pouca urina e/ou urina amarelo-escura, coração acelerado, irritabilidade, olhos fundos ou fontanela (moleira) afundada, fralda seca por mais de três horas, letargia incomum, perda da elasticidade da pele.
As causas mais frequentes de desidratação, como a sudação excessiva, os vômitos e a diarreia, provocam perda de eletrólitos, especialmente sódio e potássio, além de água, por isso é acompanhada muitas vezes de deficiência de eletrólitos. Nesse caso, a água não se desloca com facilidade desde o grande depósito interno das células para o sangue, podendo verificar queda da pressão arterial, provocando ligeiros enjoos ou sensação de perda iminente de consciência. Se a perda de água e eletrólitos continua, a pressão arterial pode abaixar e levar a estado de choque com graves lesões em muitos órgãos, como os rins, o fígado e o cérebro.

SAIBA MAIS:
A desidratação é uma doença considerada grave, pois milhares de crianças morrem vítimas todos os anos.
No entanto, é uma doença de fácil prevenção e tratável quando diagnosticada logo.
Geralmente, a desidratação em crianças é uma combinação das duas causas, como em casos de mal-estar estomacal com vômitos e diarreia.
Doença aguda em que a criança se recusa a ingerir líquidos e perde líquidos em excesso por meio do suor provocado pela febre.
Para evitar a diarreia, lavar sempre as mãos antes de preparar alimentos; lavar frutas e verduras em água tratada e corrente; manter os alimentos na geladeira, e prestar atenção aos prazos de validade.
É recomendado beber em torno de meio litro de fluidos em aproximadamente duas horas antes do exercício para assegurar que esteja adequadamente hidratado e ter tempo de eliminar o excesso de água.
Bebidas contendo sódio são mais prontamente absorvidas pelo corpo.
Pese-se antes de correr e depois, calcule o quanto perdeu, e então beba fluidos para voltar ao peso normal.
É normal perder de 1,3 a 1,8 quilo de água por hora ao correr em um dia quente.
É recomendável beber e oferecer água várias vezes ao dia a crianças e idosos.
Vestir roupas leves e frequentar ambientes bem ventilados no verão.
O soro caseiro é uma solução prática e econômica para se evitar a desidratação; veja como é fácil fazer: diluir em um copo d'água filtrada e fervida uma pitada de sal e três pitadas de açúcar, depois misture bem.
Ofereça à criança à vontade, a cada 20 minutos e após cada evacuação líquida se houver diarreia.
Nos casos de desidratação leve, beber água em maior quantidade pode ser suficiente. Quando causada por diarreia ou vômito, o soro caseiro pode ser usado. Em casos mais persistentes, soros industrializados podem ser necessários. Em casos graves, é recomendável a administração de soro por via sanguínea.
Deve-se sempre tratar a causa de base da desidratação.
Muitas vezes a criança está ingerindo quantidade adequada de líquidos, mas pode estar desidratada; fique alerta para os sinais de desidratação.
As pessoas com problemas cardíacos ou renais devem consultar o médico para repor da forma mais segura o líquido antes de começar a prática de qualquer exercício.

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