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Comunidade internacional arrecada cerca de US$ 8 bi para Líbano


Do Diário OnLine
Com AFP

25/01/2007 | 12:27


A conferência internacional de doadores do Líbano, realizada nesta quinta-feira em Paris, conseguiu reunir US$ 7,6 bilhões. Cerca de 40 nações e instituições reuniram-se para dar seu apoio ao país, devastado pela guerra com Israel e muito fragilizado politicamente.

As doações são procedentes, principalmente, das instituições financeiras internacionais e também da Arábia Saudita, que doará US$ 1,1 bilhão. O Brasil, único país latino-americano presente, anunciou a doação de US$ 1 milhão.

"Sei que é uma contribuição modesta, mas é preciso compreender que o Brasil é um país em desenvolvimento e isto já é um começo", declarou o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Ele explicou que o valor será destinado a projetos concentrados, sobretudo, no âmbito da saúde e garantiu que o Brasil pretende completar sua ajuda ao Líbano com outros programas de cooperação no setor privado, incluindo a participação de instituições financeiras nacionais como o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Classificando a conferência de "evento crucial", seu anfitrião, o presidente francês Jacques Chirac, pediu que o encontro servisse para "reafirmar com força o compromisso internacional em favor de um Líbano unido e soberano, que respeite todos os seus habitantes".

Entre outras personalidades, participaram da reunião o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o alto representante europeu de Política Exterior, Javier Solana, a secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, o presidente do Banco Mundial, Paul Wolfowitz, e ministros de Espanha, Alemanha, Itália e Canadá.

"A reconstrução física do Líbano é tão urgente quanto a reconciliação nacional", declarou Ban Ki-moon, pedindo a todas as comunidades políticas e religiosas do país que "dialoguem e evitem recorrer à violência e à intimidação" para obter "um ideal comum".

Com uma dívida pública que representa mais de 180% de sua riqueza nacional, o governo libanês se encontra praticamente na bancarrota. Os problemas financeiros vêm dos anos passados, e a guerra de julho entre Israel e o Hezbollah só agravou a situação. Beirute, por exemplo, tem sérios problemas para financiar a presença de seus soldados no sul do país.


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