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Por que é raro ocorrer terremotos no Brasil?

O País está no meio de uma placa chamada tectônica; se estivesse na borda, registraria tremores mais fortes


Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

16/05/2021 | 00:01


A Terra foi formada há milhões de anos por materiais muito quentes em intenso movimento, que deu origem a três grandes camadas de sua formação. A superfície é dividida como um mosaico e cada peça desse mosaico é uma placa tectônica, que se move lentamente. Algumas dessas placas se encontram e disputam o mesmo espaço, o que resulta em uma superfície cheia de tensões. Esse cenário acaba gerando balanços, que podem ser mais ou menos violentos, que são os conhecidos terremotos.

A maior parte dessas rachaduras (falhas) que liberam os terremotos acontece nas bordas de uma placa tectônica. O Brasil está bem no meio de uma placa tectônica, por isso, hoje é possível encontrar apenas algumas falhas, bem pequenas, se comparadas com as do Japão ou México, por exemplo, onde acontecem os abalos mais fortes do planeta. 

O resultado é que o País registra balanços raros e fracos (de baixa magnitude), que são chamados de tremores de terra. Para medir o grau de magnitude de cada terremoto é usada uma escala, chamada MW, que estabelece a magnitude desses fenômenos, ou seja, qual seu potencial de destruição.

O balanço que um terremoto produz pode ser comparado ao balanço de uma onda do mar. Esses tremores podem ser registrados no grau 1 ao 2, grau 4,6, por exemplo, que pode ser sentido, mas não provoca danos consideráveis. Grau 6,6, como registrado em Mato Grosso no ano de 1955, onde seus efeitos foram mais significativos. No País, não há chance de tremores maiores do que de 7 graus.

No Brasil, existem três regiões que possuem essas falhas, sendo na Amazônia, uma nas serras do coração do Brasil, no Mato Grosso e outra localizada no Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul.



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