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Paulinho McLaren curte principal chance da carreira

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Escolhido pelo São Caetano para treinar a equipe principal, ele estará à beira do campo amanhã à noite, contra o São Bento


Dérek Bittencourt

18/04/2021 | 09:01


Ídolo da torcida do Santos por seus gols marcados enquanto jogador do Peixe no fim dos anos 1980 e início dos 1990, Paulinho McLaren chegou ao São Caetano em 5 de abril, para desenvolver um projeto de criação do time sub-23 do Azulão. Quis o destino que, dez dias depois, ele fosse promovido para treinador do time principal e, desta maneira, encara o maior desafio de sua carreira como treinador.

McLaren iniciou sua jornada à beira do campo em 2008, no sub-17 do Rio Claro. Depois de pouco tempo, foi alçado para a equipe profissional. Primeiramente, atuou como auxiliar. Depois, teve a chance de ser o comandante. Rodou por clubes como Itapirense, União São João, Capivariano, Taubaté, Uberlândia-MG, São José, Barretos e Francana, mas é agora, à frente do Azulão, que terá sua primeira grande oportunidade, no maior campeonato regional do País.

Amanhã, às 22h15, o lanterna São Caetano busca sua primeira vitória em visita ao São Bento, pela Série A-1 do Paulistão. O primeiro teste de fogo para Paulinho McLaren. E talvez o único, porque a diretoria busca um nome para a vaga deixada por Wilson Júnior.

“Me sinto honrado, feliz, apesar da grande dificuldade e desafio, mas os desafios grandes trazem recompensas grandes”, afirmou o treinador são-caetanense, que traçou alguns comparativos. “Minha carreira (como técnico) começou com trabalho de transição com a base, mas depois passei por equipes em momentos difíceis. Então não é surpresa, não é a primeira vez que enfrento situação como esta. Em 2013 (Série A-3) e em 2019 (A-2) fui para o Taubaté correndo riscos de rebaixamento. O trabalho foi árduo, teve de ser bem elaborado, mas terminou com a permanência. Agora é exigência maior pelos níveis do campeonato e das equipes.”

Dos seis jogos que fez no Paulistão, o São Caetano enfrentou os três grandes. Perdeu para Palmeiras (3 a 0), Corinthians (1 a 0) e São Paulo (5 a 1). Assim, daqui em diante só terá equipes do mesmo porte. “Agora a gente entra nos confrontos diretos e estou muito confiante junto com todos aqui para mudar o ciclo para um mais vitorioso”, disse.
Apesar de a cabeça estar voltada ao time principal, Paulinho McLaren ainda continuará à frente do projeto sub-23. “É um trabalho a longo prazo”, admitiu. 



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Paulinho McLaren curte principal chance da carreira

Escolhido pelo São Caetano para treinar a equipe principal, ele estará à beira do campo amanhã à noite, contra o São Bento

Dérek Bittencourt

18/04/2021 | 09:01


Ídolo da torcida do Santos por seus gols marcados enquanto jogador do Peixe no fim dos anos 1980 e início dos 1990, Paulinho McLaren chegou ao São Caetano em 5 de abril, para desenvolver um projeto de criação do time sub-23 do Azulão. Quis o destino que, dez dias depois, ele fosse promovido para treinador do time principal e, desta maneira, encara o maior desafio de sua carreira como treinador.

McLaren iniciou sua jornada à beira do campo em 2008, no sub-17 do Rio Claro. Depois de pouco tempo, foi alçado para a equipe profissional. Primeiramente, atuou como auxiliar. Depois, teve a chance de ser o comandante. Rodou por clubes como Itapirense, União São João, Capivariano, Taubaté, Uberlândia-MG, São José, Barretos e Francana, mas é agora, à frente do Azulão, que terá sua primeira grande oportunidade, no maior campeonato regional do País.

Amanhã, às 22h15, o lanterna São Caetano busca sua primeira vitória em visita ao São Bento, pela Série A-1 do Paulistão. O primeiro teste de fogo para Paulinho McLaren. E talvez o único, porque a diretoria busca um nome para a vaga deixada por Wilson Júnior.

“Me sinto honrado, feliz, apesar da grande dificuldade e desafio, mas os desafios grandes trazem recompensas grandes”, afirmou o treinador são-caetanense, que traçou alguns comparativos. “Minha carreira (como técnico) começou com trabalho de transição com a base, mas depois passei por equipes em momentos difíceis. Então não é surpresa, não é a primeira vez que enfrento situação como esta. Em 2013 (Série A-3) e em 2019 (A-2) fui para o Taubaté correndo riscos de rebaixamento. O trabalho foi árduo, teve de ser bem elaborado, mas terminou com a permanência. Agora é exigência maior pelos níveis do campeonato e das equipes.”

Dos seis jogos que fez no Paulistão, o São Caetano enfrentou os três grandes. Perdeu para Palmeiras (3 a 0), Corinthians (1 a 0) e São Paulo (5 a 1). Assim, daqui em diante só terá equipes do mesmo porte. “Agora a gente entra nos confrontos diretos e estou muito confiante junto com todos aqui para mudar o ciclo para um mais vitorioso”, disse.
Apesar de a cabeça estar voltada ao time principal, Paulinho McLaren ainda continuará à frente do projeto sub-23. “É um trabalho a longo prazo”, admitiu. 

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