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Ribeirão irá receber R$ 732 mil da União para custear leitos

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Aporte será no valor de R$ 732 mil para custear 17 leitos do hospital de campanha da cidade


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

30/03/2021 | 05:46


A Prefeitura de Ribeirão Pires, administrada por Clóvis Volpi (PL), irá receber do governo federal, sob comando do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), aporte no valor de R$ 732 mil para custear 17 leitos do hospital de campanha da cidade, utilizado exclusivamente para o tratamento de pacientes acometidos pela Covid-19.

A portaria que confirmou o repasse federal para o município do Grande ABC, esquecido de listas anteriores apesar da crise local, foi publicado no Diário Oficial da União no dia 26 de março e foi chancelado pelo Ministério da Saúde, hoje chefiado por Marcelo Queiroga.

“Fica autorizado, em caráter excepcional, o pagamento, referente ao primeiro trimestre de 2021, de leitos de suportes ventilatório pulmonar para atendimento exclusivo dos pacientes da Covid-19, cuja solicitação de habilitação tenha sido feita com base na extinta portaria GM/MS de número 3.467 de 16 de dezembro de 2020”, diz a portaria.

Em suas redes sociais, Volpi declarou que manterá o hospital de campanha e que a verba enviada pelo governo federal era “excelente notícia”. “Hoje recebemos a excelente notícia que o governo federal enviará R$ 732 mil para custear 17 leitos no nosso hospital. Lembrando que o custo médio por mês do hospital é de R$ 1 milhão”, declarou.

O custo mensal de R$ 1 milhão do equipamento municipal vinha sendo arcado quase que exclusivemente pelo Paço e foi motivo de polêmicas. Isso porque, ainda no ano passado, a Prefeitura de Ribeirão, então gerida por Adler Kiko Teixeira (PSDB), cogitou desmontar a unidade de campanha, mas abandonou a ideia.

Na semana passada, Volpi afirmou que abriria contratação de profissionais de saúde, por meio de OSS (Organização Social de Saúde), principalmente entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem.

O Ministério da Saúde já havia liberado R$ 7,7 milhões, no início deste mês, para Santo André, São Bernardo e São Caetano, para que estes municípios investissem o volume no custeio de leitos reservados ao tratamento de doentes do novo coronavírus. Na ocasião, Ribeirão, que já contabilizava mortes na fila de espera para leitos, não registrou verba de transferência federal. Já o montante requisitado junto ao governo do Estado de São Paulo, comandado por João Doria (PSDB), ainda não foi liberado.
 



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