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Estado protela ofício por hospital de campanha de Diadema

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Integrante do governo Doria reitera que recursos já foram repassados à finalidade


Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

31/05/2020 | 07:00


 Mesmo após informar no começo de maio que iria avaliar o pleito de Diadema por recursos para custear hospital de campanha na cidade, o governo do Estado não dá perspectiva de evolução da proposta do prefeito Lauro Michels (PV). Integrante do alto escalão do governador João Doria (PSDB), Marco Vinholi (PSDB), que se reuniu na quinta-feira com o verde, reiterou que o repasse destinado para a possível finalidade foi concretizado no fim de março, visando auxiliar os municípios em ações de enfrentamento ao avanço da pandemia do coronavírus. “Repassamos os valores em 30 de março para combate à Covid-19”, argumentou Vinholi, ao Diário.

O montante alegado pelo tucano refere-se à transferência de R$ 4,2 milhões na ocasião para ampliação da capacidade de atendimento em Diadema, o que poderia incluir a implantação do equipamento provisório – a verba, contudo, já foi usada para compra de insumos e EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).

Divulgada há quase 50 dias dias, a intenção de Lauro é transformar o segundo andar do Quarteirão da Saúde, localizado no Centro, em hospital de campanha, no espaço de cerca de 2.000 metros quadrados, anteriormente destinado a abrigar a unidade da Rede Lucy Montoro – projeto estadual até hoje apenas no papel. No encontro presencial de quinta-feira, realizado no Palácio dos Bandeirantes, Vinholi recebeu novo documento das mãos do verde, que reforça ofício no qual solicita apoio do Estado para erguer o equipamento, com algumas atualizações do quadro e do plano. “Reforçamos a área do Lucy Montoro, de Diadema, para que seja hospital de média complexidade e atenda Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires, Mauá e Diadema. Assim, o Grande ABC fique com mais leitos (adicionais neste gênero) e ainda (englobe a) Zona Sul de São Paulo”, pontuou Lauro, em vídeo gravado na saída da reunião com o secretário de Desenvolvimento Regional.

“Estamos conversando com todos os prefeitos (frequentemente). Com Diadema não é diferente, há diálogo. Link tem sido direto”, ponderou Vinholi, sem aprofundar sobre eventual suporte à iniciativa, contudo, rechaçando que as medidas adotadas pelo Estado tenham sido à revelia dos prefeitos. O volume repassado registrou praticamente R$ 10 por morador de Diadema, que tem 420 mil habitantes e o maior adensamento demográfico do Estado – mais de 12,5 mil por quilômetro quadrado.

Lauro pontuou, recentemente, que o recurso efetivado em março era insuficiente para sustentar as despesas adicionais em decorrência da crise sanitária e ainda aplicar na instalação do hospital de campanha. O pleito, inicialmente, foi oficializado pela Prefeitura no desfecho de março junto à Secretaria de Estado de Saúde. Nos bastidores, a proposta do Paço gira em torno que o Estado possa ajudar com, ao menos, o dobro do valor transferido para viabilizar, de fato, a sua instalação e custeio.



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Estado protela ofício por hospital de campanha de Diadema

Integrante do governo Doria reitera que recursos já foram repassados à finalidade

Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

31/05/2020 | 07:00


 Mesmo após informar no começo de maio que iria avaliar o pleito de Diadema por recursos para custear hospital de campanha na cidade, o governo do Estado não dá perspectiva de evolução da proposta do prefeito Lauro Michels (PV). Integrante do alto escalão do governador João Doria (PSDB), Marco Vinholi (PSDB), que se reuniu na quinta-feira com o verde, reiterou que o repasse destinado para a possível finalidade foi concretizado no fim de março, visando auxiliar os municípios em ações de enfrentamento ao avanço da pandemia do coronavírus. “Repassamos os valores em 30 de março para combate à Covid-19”, argumentou Vinholi, ao Diário.

O montante alegado pelo tucano refere-se à transferência de R$ 4,2 milhões na ocasião para ampliação da capacidade de atendimento em Diadema, o que poderia incluir a implantação do equipamento provisório – a verba, contudo, já foi usada para compra de insumos e EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).

Divulgada há quase 50 dias dias, a intenção de Lauro é transformar o segundo andar do Quarteirão da Saúde, localizado no Centro, em hospital de campanha, no espaço de cerca de 2.000 metros quadrados, anteriormente destinado a abrigar a unidade da Rede Lucy Montoro – projeto estadual até hoje apenas no papel. No encontro presencial de quinta-feira, realizado no Palácio dos Bandeirantes, Vinholi recebeu novo documento das mãos do verde, que reforça ofício no qual solicita apoio do Estado para erguer o equipamento, com algumas atualizações do quadro e do plano. “Reforçamos a área do Lucy Montoro, de Diadema, para que seja hospital de média complexidade e atenda Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires, Mauá e Diadema. Assim, o Grande ABC fique com mais leitos (adicionais neste gênero) e ainda (englobe a) Zona Sul de São Paulo”, pontuou Lauro, em vídeo gravado na saída da reunião com o secretário de Desenvolvimento Regional.

“Estamos conversando com todos os prefeitos (frequentemente). Com Diadema não é diferente, há diálogo. Link tem sido direto”, ponderou Vinholi, sem aprofundar sobre eventual suporte à iniciativa, contudo, rechaçando que as medidas adotadas pelo Estado tenham sido à revelia dos prefeitos. O volume repassado registrou praticamente R$ 10 por morador de Diadema, que tem 420 mil habitantes e o maior adensamento demográfico do Estado – mais de 12,5 mil por quilômetro quadrado.

Lauro pontuou, recentemente, que o recurso efetivado em março era insuficiente para sustentar as despesas adicionais em decorrência da crise sanitária e ainda aplicar na instalação do hospital de campanha. O pleito, inicialmente, foi oficializado pela Prefeitura no desfecho de março junto à Secretaria de Estado de Saúde. Nos bastidores, a proposta do Paço gira em torno que o Estado possa ajudar com, ao menos, o dobro do valor transferido para viabilizar, de fato, a sua instalação e custeio.

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