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Tecnologia na pandemia de Covid-19


Do Diário do Grande ABC

05/05/2020 | 23:59


A inovação tecnológica vem se tornando protagonista como aliada da saúde nas ações de enfrentamento ao novo coronavírus.

Prova disso é a discussão diante da utilização do recurso de telemedicina. A telemedicina rompe barreiras físicas, evitando aglomerações em hospitais e superlotação dos serviços de saúde, além da contaminação de pacientes, que podem passar por triagem através de aplicativos e conferências.

A inteligência dos algoritmos da teletriagem pode auxiliar na identificação e avaliação dos sintomas à distância, para definição e direcionamento do paciente à melhor assistência que ele necessita.

O big data (grandes conjuntos de dados) é outro mecanismo, que serve para agrupar indicadores e relatórios sobre as informações coletadas, contribuindo para as análises e decisões dos gestores.

Cabe destacar que já existe solução no mercado de tecnologia que contemple espaço para o streaming, com a disponibilização de vídeos orientativos e de prevenção sobre o tema. Em tempo de fake news, canais oficiais para distribuição de conteúdo e vídeos são elementos fundamentais.

Nesta concepção, podemos acompanhar outras iniciativas de modernização. É o caso da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, que adotou novo modelo de atendimento para a prevenção do novo coronavírus nas farmácias de medicamentos especializados (alto custo).

Nesses locais, o agendamento da retirada de medicamentos em algumas unidades do Estado é realizado através de aplicativo móvel. O usuário pode programar a ida à farmácia e, com poucos ‘cliques’, selecionar os remédios que utiliza, marcando a data e horário viáveis para retirá-los.

No Estado de São Paulo também foi implantado plano de ação que determina a elaboração de esquema especial de gestão de leitos hospitalares na rede pública de saúde. Neste momento, o sistema de regulação faz toda a diferença.

A plataforma tecnológica utilizada pela central de regulação de ofertas de serviços de saúde garante controle nas ações de gestão e acesso às unidades.

Os sistemas web que permitem o acompanhamento das regulações e da rede assistencial em tempo real são fatores imprescindíveis para a definição de condutas e melhor tomada de decisão na distribuição de recursos disponíveis para os casos de coronavírus.

Os recursos tecnológicos revolucionaram a área da saúde e estão contribuindo diretamente na prestação de atendimento humanizado e de qualidade à população.

João Paulo Baptista Campi é médico cirurgião, especializado em inovação tecnológica para a saúde e presidente da Duosystem Inteligência em Saúde.

PALAVRA DO LEITOR

Máscaras
É a velha história: depois da porta arrombada, coloca-se a tranca. Esperaram a coisa fugir do controle para, depois, obrigarem a população a usar máscaras contra o coronavírus. Por que será? Política? Deveriam ter feito isso logo no começo da pandemia. Faço de conta que não sei por quê.
Sebastião Oliveira
Santo André

BBB político
No paredão do Big Brother político, a permanência em qualquer ministério e na polícia não é o bom desempenho na função nem a votação popular que mantém o integrante, mas, sim, sempre prevalece a vontade soberana do chefão no governo.
Humberto Schuwartz Soares
Vila Velha (ES)

Facilidade
A Justiça Eleitoral anunciou nova plataforma digital para uso dos eleitores. Dito isso, é possível estar em dia com as obrigações eleitorais ‘sem sair de casa’, obedecendo regras do isolamento físico por causa do coronavírus. Ferramenta útil, necessária e de fácil acesso. Qualquer usuário que disponha de aparelho com internet pode acessar o enunciado na página oficial do TRE (Tribunal Regional Eleitoral). O texto, corrido, oferece informações de primeira hora no que tange aos deveres do eleitor no período de regularização do título. Lembre-se que o prazo vence hoje.
Thiago Valeriano Braga
Capital

Congelamento
Li com preocupação reportagem neste Diário dando conta de que os sete prefeitos do Grande ABC encaminharam documento a Brasília pedindo congelamento de R$ 2 bilhões em dívidas federais contraídas pelas prefeituras (Política, dia 4). A medida se faz necessária diante da grave situação pela qual passam os municípios com esta pandemia causada pela Covid-19, que só na região já matou quase 200 pessoas dentre as 2.049 vítimas contaminadas. E com o agravante de não se saber até quando essa situação irá continuar, obrigando o fechamento de estabelecimentos comerciais e até mesmo de indústrias, o confinamento das pessoas em suas respectivas casas, além de outras medidas drásticas. O pedido de congelamento é uma ‘gota de água no oceano’ se comparada às esferas estaduais e federal, onde os governantes vêm gastando dinheiro adoidado para tentar salvar vidas e combater o novo coronavírus. Não tenho bola de cristal, mas vejo que, sanado o problema coronavírus, crise bem maior deverá surgir, esta de caráter econômico. Quem viver, verá.
Arlindo Ligeirinho Ribeiro
Diadema

Ao ministro
Então o ministro acha que as ‘geladeiras cheias’ dos funcionários públicos são vergonha aos desempregados (Economia, dia 1º)? De quais funcionários públicos ele está falando? Dos que servem cafezinho? Dos que mantêm os majestosos ‘palácios’ limpos? Dos auxiliares administrativos que, sem autonomia para inovar, ficam aguardando ordens ‘de cima’ que nunca chegam? Talvez o problema seja quais geladeiras o ministro tem visitado, pois, no seu mundo superior, não há passagens para os subterrâneos onde os que trabalham vivem. Nosso País bem parece o corpo humano: na cabeça estão os que mandam, os braços são as forças de ‘segurança’ e as pernas são os que realmente produzem e andam. Este corpo não possui coração, pois o restante é feito de dinheiro, e dinheiro não ama, não sofre, não tem fome, não morre. Então, ministro, funcionários públicos são os que trabalharam sério até hoje para o País chegar até aqui. O restante, desculpe, são os vírus e bactérias que atacam este corpo já cansado de dar morada a tanta corrupção, erros, golpes, sujeira e ‘deuses’, que buscam apenas o dinheiro.
Márcia Perecin
São Bernardo 



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Tecnologia na pandemia de Covid-19

Do Diário do Grande ABC

05/05/2020 | 23:59


A inovação tecnológica vem se tornando protagonista como aliada da saúde nas ações de enfrentamento ao novo coronavírus.

Prova disso é a discussão diante da utilização do recurso de telemedicina. A telemedicina rompe barreiras físicas, evitando aglomerações em hospitais e superlotação dos serviços de saúde, além da contaminação de pacientes, que podem passar por triagem através de aplicativos e conferências.

A inteligência dos algoritmos da teletriagem pode auxiliar na identificação e avaliação dos sintomas à distância, para definição e direcionamento do paciente à melhor assistência que ele necessita.

O big data (grandes conjuntos de dados) é outro mecanismo, que serve para agrupar indicadores e relatórios sobre as informações coletadas, contribuindo para as análises e decisões dos gestores.

Cabe destacar que já existe solução no mercado de tecnologia que contemple espaço para o streaming, com a disponibilização de vídeos orientativos e de prevenção sobre o tema. Em tempo de fake news, canais oficiais para distribuição de conteúdo e vídeos são elementos fundamentais.

Nesta concepção, podemos acompanhar outras iniciativas de modernização. É o caso da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, que adotou novo modelo de atendimento para a prevenção do novo coronavírus nas farmácias de medicamentos especializados (alto custo).

Nesses locais, o agendamento da retirada de medicamentos em algumas unidades do Estado é realizado através de aplicativo móvel. O usuário pode programar a ida à farmácia e, com poucos ‘cliques’, selecionar os remédios que utiliza, marcando a data e horário viáveis para retirá-los.

No Estado de São Paulo também foi implantado plano de ação que determina a elaboração de esquema especial de gestão de leitos hospitalares na rede pública de saúde. Neste momento, o sistema de regulação faz toda a diferença.

A plataforma tecnológica utilizada pela central de regulação de ofertas de serviços de saúde garante controle nas ações de gestão e acesso às unidades.

Os sistemas web que permitem o acompanhamento das regulações e da rede assistencial em tempo real são fatores imprescindíveis para a definição de condutas e melhor tomada de decisão na distribuição de recursos disponíveis para os casos de coronavírus.

Os recursos tecnológicos revolucionaram a área da saúde e estão contribuindo diretamente na prestação de atendimento humanizado e de qualidade à população.

João Paulo Baptista Campi é médico cirurgião, especializado em inovação tecnológica para a saúde e presidente da Duosystem Inteligência em Saúde.

PALAVRA DO LEITOR

Máscaras
É a velha história: depois da porta arrombada, coloca-se a tranca. Esperaram a coisa fugir do controle para, depois, obrigarem a população a usar máscaras contra o coronavírus. Por que será? Política? Deveriam ter feito isso logo no começo da pandemia. Faço de conta que não sei por quê.
Sebastião Oliveira
Santo André

BBB político
No paredão do Big Brother político, a permanência em qualquer ministério e na polícia não é o bom desempenho na função nem a votação popular que mantém o integrante, mas, sim, sempre prevalece a vontade soberana do chefão no governo.
Humberto Schuwartz Soares
Vila Velha (ES)

Facilidade
A Justiça Eleitoral anunciou nova plataforma digital para uso dos eleitores. Dito isso, é possível estar em dia com as obrigações eleitorais ‘sem sair de casa’, obedecendo regras do isolamento físico por causa do coronavírus. Ferramenta útil, necessária e de fácil acesso. Qualquer usuário que disponha de aparelho com internet pode acessar o enunciado na página oficial do TRE (Tribunal Regional Eleitoral). O texto, corrido, oferece informações de primeira hora no que tange aos deveres do eleitor no período de regularização do título. Lembre-se que o prazo vence hoje.
Thiago Valeriano Braga
Capital

Congelamento
Li com preocupação reportagem neste Diário dando conta de que os sete prefeitos do Grande ABC encaminharam documento a Brasília pedindo congelamento de R$ 2 bilhões em dívidas federais contraídas pelas prefeituras (Política, dia 4). A medida se faz necessária diante da grave situação pela qual passam os municípios com esta pandemia causada pela Covid-19, que só na região já matou quase 200 pessoas dentre as 2.049 vítimas contaminadas. E com o agravante de não se saber até quando essa situação irá continuar, obrigando o fechamento de estabelecimentos comerciais e até mesmo de indústrias, o confinamento das pessoas em suas respectivas casas, além de outras medidas drásticas. O pedido de congelamento é uma ‘gota de água no oceano’ se comparada às esferas estaduais e federal, onde os governantes vêm gastando dinheiro adoidado para tentar salvar vidas e combater o novo coronavírus. Não tenho bola de cristal, mas vejo que, sanado o problema coronavírus, crise bem maior deverá surgir, esta de caráter econômico. Quem viver, verá.
Arlindo Ligeirinho Ribeiro
Diadema

Ao ministro
Então o ministro acha que as ‘geladeiras cheias’ dos funcionários públicos são vergonha aos desempregados (Economia, dia 1º)? De quais funcionários públicos ele está falando? Dos que servem cafezinho? Dos que mantêm os majestosos ‘palácios’ limpos? Dos auxiliares administrativos que, sem autonomia para inovar, ficam aguardando ordens ‘de cima’ que nunca chegam? Talvez o problema seja quais geladeiras o ministro tem visitado, pois, no seu mundo superior, não há passagens para os subterrâneos onde os que trabalham vivem. Nosso País bem parece o corpo humano: na cabeça estão os que mandam, os braços são as forças de ‘segurança’ e as pernas são os que realmente produzem e andam. Este corpo não possui coração, pois o restante é feito de dinheiro, e dinheiro não ama, não sofre, não tem fome, não morre. Então, ministro, funcionários públicos são os que trabalharam sério até hoje para o País chegar até aqui. O restante, desculpe, são os vírus e bactérias que atacam este corpo já cansado de dar morada a tanta corrupção, erros, golpes, sujeira e ‘deuses’, que buscam apenas o dinheiro.
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