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Charlie Brown Jr. no Via Funchal


Do Diário do Grande ABC

01/04/2004 | 19:15


O quarteto santista liderado por Chorão leva neste sábado ao palco do Via Funchal, em São Paulo, a partir das 21h30 (r. Funchal, 65. Tel.: 3846-2300), sua lista interminável de sucessos. Entre eles, Proibida pra Mim, Tudo o que Ela Gosta de Escutar e Papo Reto. No domingo, a apresentação, com censura de 12 anos, se repete um pouco mais cedo, às 18h. Os preços dos ingressos variam de R$ 50 a R$ 80 e a bilheteria funciona das 12h às 22h. As entradas podem ser adquiridas também pelo sistema de televendas da casa de shows pelo tel.: 2163-2000 ou ainda pelo site www.viafunchal.com.br.

A transpiração e a energia do Charlie Brown Jr. parecem ser mesmo contínua e prolongada. Há seis anos a banda não sai das paradas do rádio, da TV e dos palcos.

Os números demonstram a força do quarteto. São 1,5 milhão de cópias vendidas de seus cinco álbuns, shows lotados por todo o país e um público que não abre mão da sinceridade do vocalista Chorão.

Em setembro do ano passado, a banda lançou seu mais recente trabalho, o Acústico MTV Charlie Brown Jr. Respeitando suas convicções, a banda fez um dos Acústicos menos convencionais de que se tem notícia. Com experiência, Chorão, Marcão (guitarra), Pelado (bateria) e Champignon (baixo) conseguiram imprimir e transpor para o trabalho toda a essência do Charlie Brown.

O resultado foi um disco de rock, com uma pegada punk e cheiro de mar. Ou então reggae, preguiçoso, mas certeiro, ou ainda hip hop, com toda aquela linguagem indignada das novas gerações que o vocalista domina tão bem.

Apesar de ter um formato pré-estabelecido, o trabalho ficou recheado de surpresas. A beleza das cordas ressaltou as harmonias de músicas simples, mas nem por isso simplórias.

O nome do grupo, formado em 1992, surgiu de forma inusitada. Depois de uma batida de carro em que atropelou uma barraca de coco chamada Charlie Brown, Chorão batizou a banda com influências que vão desde bandas como Madness, Suicidal Tendencies a Mighty Mighty Bosstones.

Um ano depois, já com a formação atual, eles começaram a tocar no circuito underground de Santos e São Paulo e fazer shows em vários eventos de skate, uma das paixões do vocalista. Gravaram algumas fitas demo, até que uma foi parar nas mãos de Tadeu Patola. O álbum de estréia, Transpiração Contínua e Prolongada, foi produzido por Patola, vocalista e guitarrista da banda Lagoa e Rick Bonadio. O trabalho vendeu cerca de 500 mil cópias.



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Charlie Brown Jr. no Via Funchal

Do Diário do Grande ABC

01/04/2004 | 19:15


O quarteto santista liderado por Chorão leva neste sábado ao palco do Via Funchal, em São Paulo, a partir das 21h30 (r. Funchal, 65. Tel.: 3846-2300), sua lista interminável de sucessos. Entre eles, Proibida pra Mim, Tudo o que Ela Gosta de Escutar e Papo Reto. No domingo, a apresentação, com censura de 12 anos, se repete um pouco mais cedo, às 18h. Os preços dos ingressos variam de R$ 50 a R$ 80 e a bilheteria funciona das 12h às 22h. As entradas podem ser adquiridas também pelo sistema de televendas da casa de shows pelo tel.: 2163-2000 ou ainda pelo site www.viafunchal.com.br.

A transpiração e a energia do Charlie Brown Jr. parecem ser mesmo contínua e prolongada. Há seis anos a banda não sai das paradas do rádio, da TV e dos palcos.

Os números demonstram a força do quarteto. São 1,5 milhão de cópias vendidas de seus cinco álbuns, shows lotados por todo o país e um público que não abre mão da sinceridade do vocalista Chorão.

Em setembro do ano passado, a banda lançou seu mais recente trabalho, o Acústico MTV Charlie Brown Jr. Respeitando suas convicções, a banda fez um dos Acústicos menos convencionais de que se tem notícia. Com experiência, Chorão, Marcão (guitarra), Pelado (bateria) e Champignon (baixo) conseguiram imprimir e transpor para o trabalho toda a essência do Charlie Brown.

O resultado foi um disco de rock, com uma pegada punk e cheiro de mar. Ou então reggae, preguiçoso, mas certeiro, ou ainda hip hop, com toda aquela linguagem indignada das novas gerações que o vocalista domina tão bem.

Apesar de ter um formato pré-estabelecido, o trabalho ficou recheado de surpresas. A beleza das cordas ressaltou as harmonias de músicas simples, mas nem por isso simplórias.

O nome do grupo, formado em 1992, surgiu de forma inusitada. Depois de uma batida de carro em que atropelou uma barraca de coco chamada Charlie Brown, Chorão batizou a banda com influências que vão desde bandas como Madness, Suicidal Tendencies a Mighty Mighty Bosstones.

Um ano depois, já com a formação atual, eles começaram a tocar no circuito underground de Santos e São Paulo e fazer shows em vários eventos de skate, uma das paixões do vocalista. Gravaram algumas fitas demo, até que uma foi parar nas mãos de Tadeu Patola. O álbum de estréia, Transpiração Contínua e Prolongada, foi produzido por Patola, vocalista e guitarrista da banda Lagoa e Rick Bonadio. O trabalho vendeu cerca de 500 mil cópias.

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