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Um lugar para a memória de Rio Grande da Serra

Estudo desenvolvido pelo jornalista e pesquisador Roberto Nascimento revela a riqueza da história da cidade, faz justiça à pesquisa desenvolvida pela advogada Gisela Leonor Saar e defende um espaço que acomode estudos e incentive a busca da identidade local


Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC

23/01/2020 | 00:01


MEMÓRIA NA TV 

- Rio Grande da Serra, história em construção

- Entrevistado: Roberto Nascimento

- No ar pelo Diário OnLine: www.dgabc.com.br 

Em entrevista ao programa Memória na TV, que entra hoje no ar em www.dgabc.com.br, Roberto Nascimento faz uma declaração de amor à sua cidade e um convite público:

- Rio Grande da Serra é uma cidade muito bonita e que tem potencial.</CW>

- Acredito que para tornar a cidade ainda mais pujante ela precisa se encontrar na sua memória, buscar as suas origens.

- É preciso ter mais gente pesquisando e um lugar em que essa reunião de estudos possa ficar, ao alcance de todos.

- Rio Grande da Serra tem muita história para ser revelada e contada.

ENTENDIMENTO

Não é de hoje que Roberto pesquisa Rio Grande da Serra. Começou no fim de 2013, recorrendo ao Banco de Dados do Diário do Grande ABC, procurando entender a lógica do chamado Corredor Polonês, uma faixa de terra pertencente a Santo André e que interliga a parte urbana e a área de mananciais, incluindo-se a faixa entre a antiga Vila Elclor, Campo Grande e Paranapiacaba.

A ampliação dos estudos levou Roberto a ouvir as pessoas, os antigos da cidade, a começar pela saudosa dra. Gisela. Nunca entendeu por que Rio Grande da Serra não possui um espaço público exclusivo para o estudo da história da cidade.

- Rio Grande da Serra é a única das sete cidades do Grande ABC que não tem um espaço oficial publico ligado à memória.

Esse espaço – acredita Roberto – poderia ser o da atual estação ferroviária, em torno da qual Rio Grande nasceu e se desenvolveu. Para tal, seria necessário que um antigo projeto se transformasse em obra, com a construção de uma nova estação, em área próxima da atual. O trem sempre foi fundamental.

- De manhã você acompanha o trem que vai lotado para São Paulo. Muitas famílias que vieram de Minas Gerais habitam a cidade e trabalham em outras cidades e bairros de São Paulo. Até hoje Rio Grande da Serra é uma cidade-dormitório, localizada numa área 100% de proteção ambiental.

Os plebiscitos realizados, a passarela ferroviária que a CPTM retirou e não colocou no seu devido lugar, a senhora que um dia foi à Justiça reivindicar metade da titularidade da cidade são outros temas abordados na entrevista. E o entrevistado relaciona cinco pontos referenciais de Rio Grande da Serra.


QUEM É

Roberto nasceu em Ribeirão Pires, em 4 de outubro de 1977.

Seu pai, José Vicente Anastácio, é de Minas Gerais; a mãe, Maria Bernardete Barbosa do Nascimento, de São Paulo

O avô materno foi ferroviário.

Roberto reside na Vila Conde Siciliano, em Rio Grande da Serra. Ali havia uma represa, que foi aterrada para a construção de uma linha variante ferroviária que vai para Suzano.

O jornalista quer mostrar, nos seus estudos, que Rio Grande não é somente uma cidade com aspectos pitorescos – como a de não ter um único semáforo. A cidade tem uma história, que aos poucos vai sendo delineada.

Diário há 30 anos

Terça-feira, 23 de janeiro de 1990 – Ano 32, edição 7283

Manchete – PT (em São Bernardo) esconde política na Prefeitura 

Documento do vereador petista Ademir Silvestre cita nomes e fatos e foi discutido, sigilosamente, no diretório municipal do PT. 

Grupo interno quer prejudicar o prefeito Mauricio Soares.

Ribeirão Pires – As dez agências bancárias da cidade passarão a atender o público das 11h às 16h.

Em 23 de janeiro de...

1920 – Falece em São Bernardo a mãe de João Ferreira de Camargo, administrador da fazenda Santa Isabel, em Anápolis, em Goiás.

1925 –  Lenildo Freitas Magdalena nasce em Campos (Rio de Janeiro). Foi vereador, presidente da Câmara Municipal e secretário municipal em São Bernardo.

1940 – Viajando por estrada de rodagem, Curt Pruefer, embaixador da Alemanha no Brasil, vai de São Paulo a Santos, cruzando o Centro de São Bernardo. No Porto de Santos, embarca para o Rio de Janeiro.

A II Guerra. Do noticiário do Estadão: a neutralidade da Holanda violada por aeroplanos germânicos.

1960 – Furtada a agência do IAPI em São Caetano, localizada na esquina da Rua Pará com Rua Rio Grande do Sul, a 30 metros da delegacia de polícia. São levados 700 mil cruzeiros.

Detalhes: não houve arrombamento, tudo se processou com chaves falsas, e um bilhete fazendo pirraça foi deixado pelo meliante: “Da próxima vez, desmanchem o segredo do cofre”.

Santos do dia

- Ildefonso (Espanha, 606-667). Doutor da Igreja. Bispo de Toledo, sucedendo ao tio, Eugênio II, o Santo Eugênio.

- João Esmoler. Bispo de Alexandria. 

Faleceu em Amatonta, Ilha de Chipre, sua terra natal, em 616.



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Um lugar para a memória de Rio Grande da Serra

Estudo desenvolvido pelo jornalista e pesquisador Roberto Nascimento revela a riqueza da história da cidade, faz justiça à pesquisa desenvolvida pela advogada Gisela Leonor Saar e defende um espaço que acomode estudos e incentive a busca da identidade local

Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC

23/01/2020 | 00:01


MEMÓRIA NA TV 

- Rio Grande da Serra, história em construção

- Entrevistado: Roberto Nascimento

- No ar pelo Diário OnLine: www.dgabc.com.br 

Em entrevista ao programa Memória na TV, que entra hoje no ar em www.dgabc.com.br, Roberto Nascimento faz uma declaração de amor à sua cidade e um convite público:

- Rio Grande da Serra é uma cidade muito bonita e que tem potencial.</CW>

- Acredito que para tornar a cidade ainda mais pujante ela precisa se encontrar na sua memória, buscar as suas origens.

- É preciso ter mais gente pesquisando e um lugar em que essa reunião de estudos possa ficar, ao alcance de todos.

- Rio Grande da Serra tem muita história para ser revelada e contada.

ENTENDIMENTO

Não é de hoje que Roberto pesquisa Rio Grande da Serra. Começou no fim de 2013, recorrendo ao Banco de Dados do Diário do Grande ABC, procurando entender a lógica do chamado Corredor Polonês, uma faixa de terra pertencente a Santo André e que interliga a parte urbana e a área de mananciais, incluindo-se a faixa entre a antiga Vila Elclor, Campo Grande e Paranapiacaba.

A ampliação dos estudos levou Roberto a ouvir as pessoas, os antigos da cidade, a começar pela saudosa dra. Gisela. Nunca entendeu por que Rio Grande da Serra não possui um espaço público exclusivo para o estudo da história da cidade.

- Rio Grande da Serra é a única das sete cidades do Grande ABC que não tem um espaço oficial publico ligado à memória.

Esse espaço – acredita Roberto – poderia ser o da atual estação ferroviária, em torno da qual Rio Grande nasceu e se desenvolveu. Para tal, seria necessário que um antigo projeto se transformasse em obra, com a construção de uma nova estação, em área próxima da atual. O trem sempre foi fundamental.

- De manhã você acompanha o trem que vai lotado para São Paulo. Muitas famílias que vieram de Minas Gerais habitam a cidade e trabalham em outras cidades e bairros de São Paulo. Até hoje Rio Grande da Serra é uma cidade-dormitório, localizada numa área 100% de proteção ambiental.

Os plebiscitos realizados, a passarela ferroviária que a CPTM retirou e não colocou no seu devido lugar, a senhora que um dia foi à Justiça reivindicar metade da titularidade da cidade são outros temas abordados na entrevista. E o entrevistado relaciona cinco pontos referenciais de Rio Grande da Serra.


QUEM É

Roberto nasceu em Ribeirão Pires, em 4 de outubro de 1977.

Seu pai, José Vicente Anastácio, é de Minas Gerais; a mãe, Maria Bernardete Barbosa do Nascimento, de São Paulo

O avô materno foi ferroviário.

Roberto reside na Vila Conde Siciliano, em Rio Grande da Serra. Ali havia uma represa, que foi aterrada para a construção de uma linha variante ferroviária que vai para Suzano.

O jornalista quer mostrar, nos seus estudos, que Rio Grande não é somente uma cidade com aspectos pitorescos – como a de não ter um único semáforo. A cidade tem uma história, que aos poucos vai sendo delineada.

Diário há 30 anos

Terça-feira, 23 de janeiro de 1990 – Ano 32, edição 7283

Manchete – PT (em São Bernardo) esconde política na Prefeitura 

Documento do vereador petista Ademir Silvestre cita nomes e fatos e foi discutido, sigilosamente, no diretório municipal do PT. 

Grupo interno quer prejudicar o prefeito Mauricio Soares.

Ribeirão Pires – As dez agências bancárias da cidade passarão a atender o público das 11h às 16h.

Em 23 de janeiro de...

1920 – Falece em São Bernardo a mãe de João Ferreira de Camargo, administrador da fazenda Santa Isabel, em Anápolis, em Goiás.

1925 –  Lenildo Freitas Magdalena nasce em Campos (Rio de Janeiro). Foi vereador, presidente da Câmara Municipal e secretário municipal em São Bernardo.

1940 – Viajando por estrada de rodagem, Curt Pruefer, embaixador da Alemanha no Brasil, vai de São Paulo a Santos, cruzando o Centro de São Bernardo. No Porto de Santos, embarca para o Rio de Janeiro.

A II Guerra. Do noticiário do Estadão: a neutralidade da Holanda violada por aeroplanos germânicos.

1960 – Furtada a agência do IAPI em São Caetano, localizada na esquina da Rua Pará com Rua Rio Grande do Sul, a 30 metros da delegacia de polícia. São levados 700 mil cruzeiros.

Detalhes: não houve arrombamento, tudo se processou com chaves falsas, e um bilhete fazendo pirraça foi deixado pelo meliante: “Da próxima vez, desmanchem o segredo do cofre”.

Santos do dia

- Ildefonso (Espanha, 606-667). Doutor da Igreja. Bispo de Toledo, sucedendo ao tio, Eugênio II, o Santo Eugênio.

- João Esmoler. Bispo de Alexandria. 

Faleceu em Amatonta, Ilha de Chipre, sua terra natal, em 616.

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