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Peres diz ter sido alvo de 'tentativa de golpe' de Rollo no Santos



11/11/2019 | 21:52


Em mais um dia de crise política no Santos, o presidente José Carlos Peres concedeu entrevista coletiva nesta segunda-feira para comentar o retorno de Orlando Rollo à gestão do clube. O dirigente declarou ter sido alvo de "tentativa de golpe" de Rollo, seu vice e que entende ser o presidente em exercício da equipe da Baixada, pois Peres está suspenso por 15 dias pelo STJD.

"Uma tentativa de golpe. Gostaria de agradecer aos funcionários do clube, que foram solidários, e ao Comitê Gestor, que continua íntegro, com os mesmos nomes", afirmou Peres, indicando ignorar e considerar ilegais as medidas adotadas por Rollo, que definiu a troca de quatro membros do Comitê Gestor do Santos.

Rollo estava licenciado do seu cargo desde janeiro, mas retomou suas funções depois de protocolar documento no Conselho Deliberativo do Santos. E o retorno se deu após os membros do conselho considerarem ilegal, em reunião realizada na semana passada, a portaria de Peres que destituía o vice das suas funções e o levou a se afastar do seu cargo.

Peres está afastado da presidência do Santos, pois, na última sexta-feira, foi suspenso por 15 dias pelo STJD por ter insinuado que a arbitragem estaria favorecendo o Flamengo no Campeonato Brasileiro e também por críticas ao uso do VAR.

"O que mais nos preocupa agora é que essa turbulência não chegue ao departamento de futebol. Todo mundo sabe que houve uma reunião que permitiu que o Rollo assumisse seu lugar, que é um posto na mesa do Conselho Deliberativo. Ele é vice-presidente do comitê gestor e poderá aparecer a cada 15 dias nas reuniões", acrescentou Peres.

Peres defende que a sua punição é apenas no âmbito esportivo e não influencia na gestão administrativa do Santos. Assim, apontou que só deixará a gestão do clube por motivo de força maior, como morte ou doença. E indicou que buscará uma punição a Rollo por seus atos.

"Nunca fui afastado. Continuo presidente desde que fui eleito. Já comunicamos à CIS e ao presidente Marcelo Teixeira, explicando o que significa minha punição. Isso ficou claro para todos. A punição é esportiva. A parte administrativa eu estou tocando. Quem tomará as providências será CIS. Para ele entrar como presidente, ou eu morro, ou fico doente, ou sou impedido por alguma coisa que não estou esperando", concluiu.



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Peres diz ter sido alvo de 'tentativa de golpe' de Rollo no Santos


11/11/2019 | 21:52


Em mais um dia de crise política no Santos, o presidente José Carlos Peres concedeu entrevista coletiva nesta segunda-feira para comentar o retorno de Orlando Rollo à gestão do clube. O dirigente declarou ter sido alvo de "tentativa de golpe" de Rollo, seu vice e que entende ser o presidente em exercício da equipe da Baixada, pois Peres está suspenso por 15 dias pelo STJD.

"Uma tentativa de golpe. Gostaria de agradecer aos funcionários do clube, que foram solidários, e ao Comitê Gestor, que continua íntegro, com os mesmos nomes", afirmou Peres, indicando ignorar e considerar ilegais as medidas adotadas por Rollo, que definiu a troca de quatro membros do Comitê Gestor do Santos.

Rollo estava licenciado do seu cargo desde janeiro, mas retomou suas funções depois de protocolar documento no Conselho Deliberativo do Santos. E o retorno se deu após os membros do conselho considerarem ilegal, em reunião realizada na semana passada, a portaria de Peres que destituía o vice das suas funções e o levou a se afastar do seu cargo.

Peres está afastado da presidência do Santos, pois, na última sexta-feira, foi suspenso por 15 dias pelo STJD por ter insinuado que a arbitragem estaria favorecendo o Flamengo no Campeonato Brasileiro e também por críticas ao uso do VAR.

"O que mais nos preocupa agora é que essa turbulência não chegue ao departamento de futebol. Todo mundo sabe que houve uma reunião que permitiu que o Rollo assumisse seu lugar, que é um posto na mesa do Conselho Deliberativo. Ele é vice-presidente do comitê gestor e poderá aparecer a cada 15 dias nas reuniões", acrescentou Peres.

Peres defende que a sua punição é apenas no âmbito esportivo e não influencia na gestão administrativa do Santos. Assim, apontou que só deixará a gestão do clube por motivo de força maior, como morte ou doença. E indicou que buscará uma punição a Rollo por seus atos.

"Nunca fui afastado. Continuo presidente desde que fui eleito. Já comunicamos à CIS e ao presidente Marcelo Teixeira, explicando o que significa minha punição. Isso ficou claro para todos. A punição é esportiva. A parte administrativa eu estou tocando. Quem tomará as providências será CIS. Para ele entrar como presidente, ou eu morro, ou fico doente, ou sou impedido por alguma coisa que não estou esperando", concluiu.

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