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Polícia Civil de MG identifica atleticanos acusados de racismo contra segurança



11/11/2019 | 21:37


A Polícia Civil de Minas Gerais informou, nesta segunda-feira, que foram identificados os torcedores do Atlético-MG acusados de racismo contra o segurança Fábio Coutinho, de 42 anos, ao término do clássico de domingo contra o Cruzeiro, no Mineirão, pela 32.ª rodada do Campeonato Brasileiro. Eles responderão pelo crime de injúria racial, que prevê a pena de 1 a 3 anos de reclusão e multa.

Em vídeos que circulam nas redes sociais, um dos torcedores diz "Olha a sua cor" a um segurança, em meio a uma confusão nas arquibancadas. Na sequência, o mesmo torcedor acerta uma cusparada no rosto do mesmo segurança.

Em depoimento à polícia, Fábio afirmou que estava apenas fazendo o trabalho dele para impedir que torcedores do Atlético invadissem a área da imprensa para ir até o setor onde estavam os cruzeirenses. Com o testemunho de duas pessoas, o segurança afirmou que os torcedores também teriam cuspido nele, além dos xingamentos racistas.

No domingo, o Atlético-MG, por meio de uma nota, repudiou o ato dos torcedores. "O Clube Atlético Mineiro repudia veementemente qualquer ato de violência, incluindo racismo, injúria ou ofensa moral, seja no estádio ou fora dele. As diversas imagens que circulam em redes sociais são lamentáveis e devem ser objeto de rigorosa apuração", registrou o clube, em comunicado. "O Clube se coloca à disposição das autoridades policiais e pede o máximo rigor e urgência nas investigações sobre os fatos ocorridos hoje no Mineirão."

O clássico deste fim de semana foi marcado por brigas e confusões com as torcidas antes, durante e depois do jogo, que terminou em 0 a 0. O conflito que mais chamou a atenção aconteceu dentro do próprio Mineirão, quando torcedores do Atlético-MG invadiram o setor de camarotes destinados aos cruzeirenses - aparentemente uma garrafa teria sido atirada do lado da torcida mandante. A Polícia Militar teve de conter a confusão com bombas e gás de pimenta. Houve diversos feridos e duas pessoas foram detidas. No total, 65 pessoas foram presas dentro e fora do Mineirão com diferentes incidentes.



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Polícia Civil de MG identifica atleticanos acusados de racismo contra segurança


11/11/2019 | 21:37


A Polícia Civil de Minas Gerais informou, nesta segunda-feira, que foram identificados os torcedores do Atlético-MG acusados de racismo contra o segurança Fábio Coutinho, de 42 anos, ao término do clássico de domingo contra o Cruzeiro, no Mineirão, pela 32.ª rodada do Campeonato Brasileiro. Eles responderão pelo crime de injúria racial, que prevê a pena de 1 a 3 anos de reclusão e multa.

Em vídeos que circulam nas redes sociais, um dos torcedores diz "Olha a sua cor" a um segurança, em meio a uma confusão nas arquibancadas. Na sequência, o mesmo torcedor acerta uma cusparada no rosto do mesmo segurança.

Em depoimento à polícia, Fábio afirmou que estava apenas fazendo o trabalho dele para impedir que torcedores do Atlético invadissem a área da imprensa para ir até o setor onde estavam os cruzeirenses. Com o testemunho de duas pessoas, o segurança afirmou que os torcedores também teriam cuspido nele, além dos xingamentos racistas.

No domingo, o Atlético-MG, por meio de uma nota, repudiou o ato dos torcedores. "O Clube Atlético Mineiro repudia veementemente qualquer ato de violência, incluindo racismo, injúria ou ofensa moral, seja no estádio ou fora dele. As diversas imagens que circulam em redes sociais são lamentáveis e devem ser objeto de rigorosa apuração", registrou o clube, em comunicado. "O Clube se coloca à disposição das autoridades policiais e pede o máximo rigor e urgência nas investigações sobre os fatos ocorridos hoje no Mineirão."

O clássico deste fim de semana foi marcado por brigas e confusões com as torcidas antes, durante e depois do jogo, que terminou em 0 a 0. O conflito que mais chamou a atenção aconteceu dentro do próprio Mineirão, quando torcedores do Atlético-MG invadiram o setor de camarotes destinados aos cruzeirenses - aparentemente uma garrafa teria sido atirada do lado da torcida mandante. A Polícia Militar teve de conter a confusão com bombas e gás de pimenta. Houve diversos feridos e duas pessoas foram detidas. No total, 65 pessoas foram presas dentro e fora do Mineirão com diferentes incidentes.

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