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É oficial: cunhado de Ana Hickmann é absolvido em caso de homicídio e desabafa: - Matei para me salvar

Reprodução/Instragram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


24/10/2019 | 14:11


Três anos atrás, Gustavo Correa, cunhado de Ana Hickmann, disparou três tiros contra Rodrigo Augusto de Pádua, homem que tentou atacar a apresentadora. O agressor, que se dizia fã de Ana, planejou um atentado e invadiu o hotel em que ela estava hospedada em 2016, em Belo Horizonte. O homem acabou morrendo baleado pelo cunhado da apresentadora.

Na época, o empresário foi acusado de homicídio doloso, quando há intenção de matar, pela promotoria de Minas Gerais, que argumentou que Gustavo se excedeu ao se defender. O pedido inicial era de que houvesse uma pena de seis a 20 anos de prisão.

Já em setembro deste ano, Gustavo foi absolvido da acusação por três votos a zero. Os desembargadores interpretaram que ele agiu em legítima defesa e o processo será oficialmente arquivado, já que a promotoria não recorreu a decisão. E em entrevista à revista Época, Gustavo revelou como se sente depois de vários anos lidando com a situação.

- [O sentimento] é de alívio. Mas quando eu recebi a notícia no dia, até senti um pouco de ódio ainda por ter passado por tudo isso. Saiu um peso das minhas costas e das costas dos meus pais, que têm quase 80 anos. Mas a gente continua indignado. Conseguimos, nos livramos, a justiça foi feita, mas passaram-se três anos de desgaste emocional, financeiro, físico e psicológico. A gente teve todo tipo de problemas nesse meio do caminho, contou.

Gustavo também respondeu se tinha tido algum contato com a família do homem responsável pelo ataque em Belo Horizonte:

- Quem costumava se pronunciar era a irmã dele, que dizia coisas feias ao meu respeito. Ela mencionou meu nome me chamando de assassino nas redes sociais, e agora vai ter que responder na Justiça por isso. Mas agora parou. Eu entendo a família dele, eles têm o direito de sentir dor, com certeza o pai e mãe dele não o criaram para isso. Mas ele foi lá, comprou a arma, premeditou, ele não era um santo. Eu matei para salvar a minha vida. E já disse outras vezes que eu não mudaria uma vírgula do que eu fiz, falou.

A família toda da apresentadora sofreu com o processo e Gustavo afirma que, embora fique a reflexão de que a vida é um sopro, não tirou nada bom do que aconteceu:

- Nada de bom ficou disso. Nossa família sempre foi unida, eu sempre cultivei muitas amizades. Eu ainda fico me perguntando o motivo de eu ter passado por isso. E, sinceramente, vou morrer sem entender, relevou.

Complicado, né?



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É oficial: cunhado de Ana Hickmann é absolvido em caso de homicídio e desabafa: - Matei para me salvar


24/10/2019 | 14:11


Três anos atrás, Gustavo Correa, cunhado de Ana Hickmann, disparou três tiros contra Rodrigo Augusto de Pádua, homem que tentou atacar a apresentadora. O agressor, que se dizia fã de Ana, planejou um atentado e invadiu o hotel em que ela estava hospedada em 2016, em Belo Horizonte. O homem acabou morrendo baleado pelo cunhado da apresentadora.

Na época, o empresário foi acusado de homicídio doloso, quando há intenção de matar, pela promotoria de Minas Gerais, que argumentou que Gustavo se excedeu ao se defender. O pedido inicial era de que houvesse uma pena de seis a 20 anos de prisão.

Já em setembro deste ano, Gustavo foi absolvido da acusação por três votos a zero. Os desembargadores interpretaram que ele agiu em legítima defesa e o processo será oficialmente arquivado, já que a promotoria não recorreu a decisão. E em entrevista à revista Época, Gustavo revelou como se sente depois de vários anos lidando com a situação.

- [O sentimento] é de alívio. Mas quando eu recebi a notícia no dia, até senti um pouco de ódio ainda por ter passado por tudo isso. Saiu um peso das minhas costas e das costas dos meus pais, que têm quase 80 anos. Mas a gente continua indignado. Conseguimos, nos livramos, a justiça foi feita, mas passaram-se três anos de desgaste emocional, financeiro, físico e psicológico. A gente teve todo tipo de problemas nesse meio do caminho, contou.

Gustavo também respondeu se tinha tido algum contato com a família do homem responsável pelo ataque em Belo Horizonte:

- Quem costumava se pronunciar era a irmã dele, que dizia coisas feias ao meu respeito. Ela mencionou meu nome me chamando de assassino nas redes sociais, e agora vai ter que responder na Justiça por isso. Mas agora parou. Eu entendo a família dele, eles têm o direito de sentir dor, com certeza o pai e mãe dele não o criaram para isso. Mas ele foi lá, comprou a arma, premeditou, ele não era um santo. Eu matei para salvar a minha vida. E já disse outras vezes que eu não mudaria uma vírgula do que eu fiz, falou.

A família toda da apresentadora sofreu com o processo e Gustavo afirma que, embora fique a reflexão de que a vida é um sopro, não tirou nada bom do que aconteceu:

- Nada de bom ficou disso. Nossa família sempre foi unida, eu sempre cultivei muitas amizades. Eu ainda fico me perguntando o motivo de eu ter passado por isso. E, sinceramente, vou morrer sem entender, relevou.

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