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Petroleiros: Conselho da FUP se reúne para discutir estratégia de greve



23/10/2019 | 07:47


O Conselho Deliberativo da Federação Única dos Petroleiros(FUP) se reúne nesta quarta-feira, 23, no Rio para decidir a estratégia para a greve por tempo indeterminado programada para começar no próximo dia 26.

A greve é uma reação à proposta da Petrobras para o dissídio salarial deste ano, que não recompõe a inflação e retira direitos adquiridos ao longo dos últimos anos, como antecipação do 13º salário. A FUP rejeitou também a proposta do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que fez a mediação entre as duas partes, proposta aceita apenas pelo Sindipetro RJ, que também aderiu à greve.

Os petroleiros rejeitam também o plano de desinvestimentos da estatal, que está vendendo ativos para focar na exploração e produção do pré-sal.

A última grande greve da categoria foi realizada em 1995, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, também motivada pela ameaça de privatização da companhia. As negociações para o dissídio deste ano se arrastam desde maio. Procurada pela reportagem, a Petrobras não se manifestou oficialmente.



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Petroleiros: Conselho da FUP se reúne para discutir estratégia de greve


23/10/2019 | 07:47


O Conselho Deliberativo da Federação Única dos Petroleiros(FUP) se reúne nesta quarta-feira, 23, no Rio para decidir a estratégia para a greve por tempo indeterminado programada para começar no próximo dia 26.

A greve é uma reação à proposta da Petrobras para o dissídio salarial deste ano, que não recompõe a inflação e retira direitos adquiridos ao longo dos últimos anos, como antecipação do 13º salário. A FUP rejeitou também a proposta do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que fez a mediação entre as duas partes, proposta aceita apenas pelo Sindipetro RJ, que também aderiu à greve.

Os petroleiros rejeitam também o plano de desinvestimentos da estatal, que está vendendo ativos para focar na exploração e produção do pré-sal.

A última grande greve da categoria foi realizada em 1995, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, também motivada pela ameaça de privatização da companhia. As negociações para o dissídio deste ano se arrastam desde maio. Procurada pela reportagem, a Petrobras não se manifestou oficialmente.

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