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Iron Maiden faz show quente em São Paulo

Diego Padilha/Steve Harris e Bruce Dickinson em show no Rock In Rio, dia 4 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Grupo britânico levou ao Morumbi repertório de clássicos, efeitos especiais e vontade de tocar


Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

07/10/2019 | 18:17


Difícil uma banda, mesmo após quase quatro décadas de história, não cair no clichê de apresentar um espetáculo quase circense e repleto de parafernalha. Mas seria talvez um erro não usar e abusar dessas ferramentas, ainda mais para o Iron Maiden, que além de farto repertório, conta, em sua história, com brilhantes elementos gráficos em suas capas de disco e merchandising.

E o grupo britânico que conta por Bruce Dickinson (voz), Steve Harris (contrabaixo), Dave Murray, Adrian Smith e Janick Gers (guitarras), e Nicko McBrain (bateria), colocou tudo o que pôde em cima do palco em sua apresentação no Estádio do Morumbi, no último domingo (6), na Capital paulista.

Réplica de avião de guerra, fogo, vitrais e os bonecos Eddie (caveira de estimação da banda). Tudo e mais um pouco estava lá. Aces High, clássico registrado no álbum Powerslave (1984) abriu o setlist para o público que foi conferir show da Legacy Of The Beast Tour.

Dickinson, aos 61 anos, não poupou fôlego para alcançar as notas necessárias em faixas como Where Eagles Dare e The Trooper. A trinca de guitarras é perfeita. Mas é a dobradinha entre Smith e Murray que chama a atenção, com solos precisos e harmonia que só músicos que se conhecem há tanto tempo conseguem ter.

Ainda teve uma execução brilhante para a faixa The Sign Of The Cross, gravada originalmente pela banda quando Dickinson esteva fora do grupo. The Wicker Man, The Number of The Beast, Fear Of The Dark, Iron Maiden. Todas foram apresentadas com as batidas precisas de McBrain.

Enquanto Harris apontava o contrabaixo para a plateia, Dickinson gritava a clássica frase ''''''''Scream for me, São Paulo'''''''' (Grite para mim, São Paulo). E os presentes enlouquecem.

O show é o que todos esperam e querem, clichê ou não. Mas o que deixa claro que a banda, mesmo após todos esses anos na estrada, ainda sobe no palco com vontade, são as feições de cada um deles. Talvez isso explique o fato de 65 mil pessoas terem saído de casa, mesmo em dia frio e chuvoso, para assistir ao show. Isso não é qualquer banda de heavy metal que consegue.



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Iron Maiden faz show quente em São Paulo

Grupo britânico levou ao Morumbi repertório de clássicos, efeitos especiais e vontade de tocar

Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

07/10/2019 | 18:17


Difícil uma banda, mesmo após quase quatro décadas de história, não cair no clichê de apresentar um espetáculo quase circense e repleto de parafernalha. Mas seria talvez um erro não usar e abusar dessas ferramentas, ainda mais para o Iron Maiden, que além de farto repertório, conta, em sua história, com brilhantes elementos gráficos em suas capas de disco e merchandising.

E o grupo britânico que conta por Bruce Dickinson (voz), Steve Harris (contrabaixo), Dave Murray, Adrian Smith e Janick Gers (guitarras), e Nicko McBrain (bateria), colocou tudo o que pôde em cima do palco em sua apresentação no Estádio do Morumbi, no último domingo (6), na Capital paulista.

Réplica de avião de guerra, fogo, vitrais e os bonecos Eddie (caveira de estimação da banda). Tudo e mais um pouco estava lá. Aces High, clássico registrado no álbum Powerslave (1984) abriu o setlist para o público que foi conferir show da Legacy Of The Beast Tour.

Dickinson, aos 61 anos, não poupou fôlego para alcançar as notas necessárias em faixas como Where Eagles Dare e The Trooper. A trinca de guitarras é perfeita. Mas é a dobradinha entre Smith e Murray que chama a atenção, com solos precisos e harmonia que só músicos que se conhecem há tanto tempo conseguem ter.

Ainda teve uma execução brilhante para a faixa The Sign Of The Cross, gravada originalmente pela banda quando Dickinson esteva fora do grupo. The Wicker Man, The Number of The Beast, Fear Of The Dark, Iron Maiden. Todas foram apresentadas com as batidas precisas de McBrain.

Enquanto Harris apontava o contrabaixo para a plateia, Dickinson gritava a clássica frase ''''''''Scream for me, São Paulo'''''''' (Grite para mim, São Paulo). E os presentes enlouquecem.

O show é o que todos esperam e querem, clichê ou não. Mas o que deixa claro que a banda, mesmo após todos esses anos na estrada, ainda sobe no palco com vontade, são as feições de cada um deles. Talvez isso explique o fato de 65 mil pessoas terem saído de casa, mesmo em dia frio e chuvoso, para assistir ao show. Isso não é qualquer banda de heavy metal que consegue.

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