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Há cinco décadas o homem chegava à Lua

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Norte-americano Neil Armstrong foi o primeiro a pisar em solo lunar, no dia 20 de julho de 1969


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

20/07/2019 | 07:00


Era um 20 de julho quando Neil Armstrong entrou para a história. Há 50 anos, o astronauta norte-americano foi o primeiro homem a pisar na Lua e cunhou a simbólica frase: “Este é um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade”.

Ele integrava a equipe da Apollo 11, juntamente com Edwin ‘Buzz’ Aldrin e Michael Collins . Era um domingo e, na segunda-feira, dia 21 de julho de 1969, jornais de todo o mundo relatavam a façanha.

Há 50 anos, o Diário não circulava às segundas-feiras. O jornal então noticiou a história na terça-feira. Com a manchete “Astronautas trazem pedaço da Lua”, o Diário mostrou que os norte-americanos saíram com sucesso do solo lunar em direção ao módulo Columbia, que os traria sãos e salvos para a Terra. Além dos 31,5 quilos de rochas, eles trouxeram a história em suas bagagens.

Cerca de 600 milhões de pessoas acompanharam, pela televisão, a descida dos astronautas no solo lunar. “Ao pôr o pé na Lua, Armstrong tomou posse dela em nome de toda a humanidade, consolidando um espetacular triunfo dos Estados Unidos na exploração do cosmos”, diz parte da reportagem veiculada pelo Diário. O projeto Apollo se encerrou em 1972, quando o último astronauta norte-americano andou em solo lunar.

Segundo o coordenador científico da Sabina Escola Parque do Conhecimento, em Santo André, Marcos Calil, a retomada do satélite natural esbarra no custo de levar seres humanos para fora da Terra. Caso isso aconteça novamente, a exploração não seria científica, mas em busca de recursos que possam faltar no nosso planeta. “Paralelamente às explorações científicas do espaço está a exploração de minérios e recursos em diversos objetos que estão no espaço, como asteroides e a própria Lua. O estudo desses objetos celestiais tem fins científicos, mas já há estudos para a extração de materiais”, explicou Calil. “Os cientistas também têm pensado em fazer base na Lua, algo que funcionasse como pit stop para voos mais longos pelo espaço. Não há prazo para a construção deste tipo de projeto, mas a ideia é difundida pelos cientistas.”

A Nasa estuda voltar à Lua até 2024, porém com o objetivo de levar uma mulher para o satélite. No 50º aniversário do fato histórico, a agência espacial norte-americana declarou que trabalha no projeto Artemis.

SABINA - Para celebrar o dia em que o homem pisou na Lua pela primeira vez, a Sabina irá realizar observação do satélite natural, a partir das 19h de hoje. Segundo a coordenadora pedagógica do equipamento, Rachel Zuchi Faria, a ideia é comemorar a importância dos feitos histórico e científico, além de propiciar a observação do astro. “Esperamos receber crianças e também adultos para a observação. Essa data não poderia passar em branco aqui na Sabina”, disse.

“É incrível saber que já chegamos à Lua. Espero poder testemunhar a chegada do homem em outros planetas, como Marte”, afirmou o estudante Leonardo de Oliveira Souza, 17 anos.

Além da observação especial da Lua, a Sabina conta com planetário, um dos mais avançados do País, onde há outras atividades relacionadas à astronomia.  



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Há cinco décadas o homem chegava à Lua

Norte-americano Neil Armstrong foi o primeiro a pisar em solo lunar, no dia 20 de julho de 1969

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

20/07/2019 | 07:00


Era um 20 de julho quando Neil Armstrong entrou para a história. Há 50 anos, o astronauta norte-americano foi o primeiro homem a pisar na Lua e cunhou a simbólica frase: “Este é um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade”.

Ele integrava a equipe da Apollo 11, juntamente com Edwin ‘Buzz’ Aldrin e Michael Collins . Era um domingo e, na segunda-feira, dia 21 de julho de 1969, jornais de todo o mundo relatavam a façanha.

Há 50 anos, o Diário não circulava às segundas-feiras. O jornal então noticiou a história na terça-feira. Com a manchete “Astronautas trazem pedaço da Lua”, o Diário mostrou que os norte-americanos saíram com sucesso do solo lunar em direção ao módulo Columbia, que os traria sãos e salvos para a Terra. Além dos 31,5 quilos de rochas, eles trouxeram a história em suas bagagens.

Cerca de 600 milhões de pessoas acompanharam, pela televisão, a descida dos astronautas no solo lunar. “Ao pôr o pé na Lua, Armstrong tomou posse dela em nome de toda a humanidade, consolidando um espetacular triunfo dos Estados Unidos na exploração do cosmos”, diz parte da reportagem veiculada pelo Diário. O projeto Apollo se encerrou em 1972, quando o último astronauta norte-americano andou em solo lunar.

Segundo o coordenador científico da Sabina Escola Parque do Conhecimento, em Santo André, Marcos Calil, a retomada do satélite natural esbarra no custo de levar seres humanos para fora da Terra. Caso isso aconteça novamente, a exploração não seria científica, mas em busca de recursos que possam faltar no nosso planeta. “Paralelamente às explorações científicas do espaço está a exploração de minérios e recursos em diversos objetos que estão no espaço, como asteroides e a própria Lua. O estudo desses objetos celestiais tem fins científicos, mas já há estudos para a extração de materiais”, explicou Calil. “Os cientistas também têm pensado em fazer base na Lua, algo que funcionasse como pit stop para voos mais longos pelo espaço. Não há prazo para a construção deste tipo de projeto, mas a ideia é difundida pelos cientistas.”

A Nasa estuda voltar à Lua até 2024, porém com o objetivo de levar uma mulher para o satélite. No 50º aniversário do fato histórico, a agência espacial norte-americana declarou que trabalha no projeto Artemis.

SABINA - Para celebrar o dia em que o homem pisou na Lua pela primeira vez, a Sabina irá realizar observação do satélite natural, a partir das 19h de hoje. Segundo a coordenadora pedagógica do equipamento, Rachel Zuchi Faria, a ideia é comemorar a importância dos feitos histórico e científico, além de propiciar a observação do astro. “Esperamos receber crianças e também adultos para a observação. Essa data não poderia passar em branco aqui na Sabina”, disse.

“É incrível saber que já chegamos à Lua. Espero poder testemunhar a chegada do homem em outros planetas, como Marte”, afirmou o estudante Leonardo de Oliveira Souza, 17 anos.

Além da observação especial da Lua, a Sabina conta com planetário, um dos mais avançados do País, onde há outras atividades relacionadas à astronomia.  

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