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Educação financeira a crianças e adolescentes


Idec

20/06/2019 | 07:24


Dinheiro é assunto sério, mas quem disse que é só para adultos? Cada vez mais se fala da importância da educação financeira para crianças e adolescentes, para que se tornem adultos responsáveis financeiramente, bons poupadores e investidores.

1 – Fale sobre dinheiro

Se você acha que seus filhos são muito jovens para falar sobre dinheiro, saiba que quanto antes você tratar desse tema, maiores são as chances de eles desenvolverem relação mais equilibrada com o consumo e com o dinheiro. É claro que não é preciso compartilhar muitos detalhes além da curiosidade deles, mas é possível aproveitar as situações do dia a dia para ensinar sobre dinheiro, como em passeio no shopping ou ida ao supermercado.

2 – Comece com um cofrinho

Maneira de apresentar conceitos financeiros desde cedo é lançar mão do bom e velho cofrinho, experiência que mistura disciplina e planejamento para conquistar o que se deseja. Com essa ferramenta simples, dá para explicar sobre o valor das moedas, sobre o que é poupar e como guardar dinheiro para conseguir conquistar algo no futuro.

3 – Ensine o que é essencial

É fundamental ensinar a diferença entre o que é essencial e o que é supérfluo. Quando as crianças pedirem para comprar algo, o adulto deve conversar e explicar a diferença entre querer e precisar. Para os mais crescidinhos, esse é bom momento de conversar sobre como se comportar diante do primeiro salário e mostrar a eles que cuidar da educação financeira hoje é garantir vida mais próspera amanhã.

4 – Diga ‘não’ quando preciso

É fundamental estabelecer limites aos filhos. Se você der tudo o que eles pedirem, quando for necessário negar algo, independentemente da justificativa, eles não saberão lidar de forma saudável com a frustração.

5 – Estimule a doação

Ser próspero também tem a ver com doação e não com o acúmulo de coisas. De vez em quando, reserve momento para separar com a criança ou com o adolescente todos os brinquedos, roupas e livros que não são mais utilizados e estimule a doação. Você pode fazer disso hábito para incentivar desde cedo o consumo sustentável.

6 – Incentive o gerenciamento financeiro

A partir da idade escolar, a criança já começa a ter noções de valor das notas e moedas. Nesse momento, é saudável iniciar mesada e dar espaço para ela tomar decisões com o dinheiro recebido. Já a partir dos 16 anos é possível abrir conta bancária no nome de seu filho, importante passo rumo à independência financeira. Seja para movimentar o salário do estágio, do primeiro emprego ou a mesada, ter a própria conta no banco exige responsabilidade, maturidade e organização e vai prepará-lo para gerenciar saldo maior quando estiver mais velho.

7 – Dê o exemplo

Crianças e adolescentes aprendem muito mais pela prática do que pelo discurso. Por isso, comece com você e avalie sua relação com o dinheiro. Você tem sido coerente entre o que fala e o que faz? Uma das melhores atitudes que você pode tomar é envolver toda a família, inclusive os filhos, na hora de fazer o orçamento familiar. Assim, eles aprendem que poupar é tarefa de todos.

É claro que ainda existe infinidade de outras dicas para os pequenos aproveitarem melhor o seu dinheiro. Na campanha Uma Vida Sem Dívidas É Uma Vida Melhor, no site do Idec, você pode encontrar mais opções.
 



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Educação financeira a crianças e adolescentes

Idec

20/06/2019 | 07:24


Dinheiro é assunto sério, mas quem disse que é só para adultos? Cada vez mais se fala da importância da educação financeira para crianças e adolescentes, para que se tornem adultos responsáveis financeiramente, bons poupadores e investidores.

1 – Fale sobre dinheiro

Se você acha que seus filhos são muito jovens para falar sobre dinheiro, saiba que quanto antes você tratar desse tema, maiores são as chances de eles desenvolverem relação mais equilibrada com o consumo e com o dinheiro. É claro que não é preciso compartilhar muitos detalhes além da curiosidade deles, mas é possível aproveitar as situações do dia a dia para ensinar sobre dinheiro, como em passeio no shopping ou ida ao supermercado.

2 – Comece com um cofrinho

Maneira de apresentar conceitos financeiros desde cedo é lançar mão do bom e velho cofrinho, experiência que mistura disciplina e planejamento para conquistar o que se deseja. Com essa ferramenta simples, dá para explicar sobre o valor das moedas, sobre o que é poupar e como guardar dinheiro para conseguir conquistar algo no futuro.

3 – Ensine o que é essencial

É fundamental ensinar a diferença entre o que é essencial e o que é supérfluo. Quando as crianças pedirem para comprar algo, o adulto deve conversar e explicar a diferença entre querer e precisar. Para os mais crescidinhos, esse é bom momento de conversar sobre como se comportar diante do primeiro salário e mostrar a eles que cuidar da educação financeira hoje é garantir vida mais próspera amanhã.

4 – Diga ‘não’ quando preciso

É fundamental estabelecer limites aos filhos. Se você der tudo o que eles pedirem, quando for necessário negar algo, independentemente da justificativa, eles não saberão lidar de forma saudável com a frustração.

5 – Estimule a doação

Ser próspero também tem a ver com doação e não com o acúmulo de coisas. De vez em quando, reserve momento para separar com a criança ou com o adolescente todos os brinquedos, roupas e livros que não são mais utilizados e estimule a doação. Você pode fazer disso hábito para incentivar desde cedo o consumo sustentável.

6 – Incentive o gerenciamento financeiro

A partir da idade escolar, a criança já começa a ter noções de valor das notas e moedas. Nesse momento, é saudável iniciar mesada e dar espaço para ela tomar decisões com o dinheiro recebido. Já a partir dos 16 anos é possível abrir conta bancária no nome de seu filho, importante passo rumo à independência financeira. Seja para movimentar o salário do estágio, do primeiro emprego ou a mesada, ter a própria conta no banco exige responsabilidade, maturidade e organização e vai prepará-lo para gerenciar saldo maior quando estiver mais velho.

7 – Dê o exemplo

Crianças e adolescentes aprendem muito mais pela prática do que pelo discurso. Por isso, comece com você e avalie sua relação com o dinheiro. Você tem sido coerente entre o que fala e o que faz? Uma das melhores atitudes que você pode tomar é envolver toda a família, inclusive os filhos, na hora de fazer o orçamento familiar. Assim, eles aprendem que poupar é tarefa de todos.

É claro que ainda existe infinidade de outras dicas para os pequenos aproveitarem melhor o seu dinheiro. Na campanha Uma Vida Sem Dívidas É Uma Vida Melhor, no site do Idec, você pode encontrar mais opções.
 

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