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Quais os segredos do sedã Prisma?

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

14/06/2019 | 08:17


DÉREK BITTENCOURT
derekbittencourt@dgabc.com.br

O Prisma pode estar bem próximo de um adeus ao mercado brasileiro. Pelo menos com este nome, já que a Chevrolet pode em breve anunciar a versão sedã do Onix (que está em fase de testes de rua, e já é realidade na China). Mas, ainda assim, o carro caiu nas graças do consumidor nacional e o modelo terminou o mês de maio como o sexto mais emplacado no período e quarto no ano, atrás somente do trio de hatches: o extraterrestre coirmão Onix (97.408 emplacamentos), do Hyundai HB20 (44.848) e do Ford Ka (42.249). O Prisma é o primeiro em sua categoria, com 34.779 unidades emplacadas, à frente inclusive do Renault Kwid. E qual o motivo para isso? Bom, tentamos entender durante uma semana testando a versão LTZ (topo de linha).
A questão, sem dúvida, não se resume apenas a preço. É claro que partir de R$ 49.590 (Joy) é um ponto positivo para o sedã compacto da Chevrolet. Mas ele tem muito mais ferramentas para atrair os compradores. O espaço interno, por exemplo, é um dos principais. Motorista e passageiros – tanto um na frente quanto até três atrás – vão confortavelmente posicionados. E o que também vai muito bem acomodada é a bagagem, afinal o porta-malas comporta 500 litros – apesar de não ter uma abertura tão ampla e limitar para o transporte de alguns tipos e formatos de cargas.
A Chevrolet caprichou nas tecnologias ofertadas no Prisma. O sistema multimídia MyLink é compatível com Android Auto e Apple CarPlay, além do sistema de telemática total OnStar, que permite, entre outros serviços, comandar diversas funções do veículo pelo celular.
Desde o modelo de entrada (que ainda tem a carroceria da versão 2018), o carro é composto por direção elétrica, vidros dianteiros e travas elétricas, painel de instrumentos com velocímetro digital, monitoramento da pressão dos pneus e ar-condicionado. E a cada versão são agregados itens inclusive na parte externa, como frente baixa, novos faróis com LEDs diurnos, grade remodelada, para-choques novos, assim como lanternas.
O Prisma é oferecido em seis versões, desde motor 1.0 e câmbio manual até propulsor 1.4 e transmissão automática de seis marchas (similar ao testado pelo Diário, vendido por R$ 70.690). Mesmo nesta versão topo de linha, a economia de combustível também merece destaque. No etanol, por exemplo, o desempenho estava em 10,5 quilômetros por litro.
E aí, são provas suficientes para o tamanho do sucesso? 



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Quais os segredos do sedã Prisma?

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

14/06/2019 | 08:17


DÉREK BITTENCOURT
derekbittencourt@dgabc.com.br

O Prisma pode estar bem próximo de um adeus ao mercado brasileiro. Pelo menos com este nome, já que a Chevrolet pode em breve anunciar a versão sedã do Onix (que está em fase de testes de rua, e já é realidade na China). Mas, ainda assim, o carro caiu nas graças do consumidor nacional e o modelo terminou o mês de maio como o sexto mais emplacado no período e quarto no ano, atrás somente do trio de hatches: o extraterrestre coirmão Onix (97.408 emplacamentos), do Hyundai HB20 (44.848) e do Ford Ka (42.249). O Prisma é o primeiro em sua categoria, com 34.779 unidades emplacadas, à frente inclusive do Renault Kwid. E qual o motivo para isso? Bom, tentamos entender durante uma semana testando a versão LTZ (topo de linha).
A questão, sem dúvida, não se resume apenas a preço. É claro que partir de R$ 49.590 (Joy) é um ponto positivo para o sedã compacto da Chevrolet. Mas ele tem muito mais ferramentas para atrair os compradores. O espaço interno, por exemplo, é um dos principais. Motorista e passageiros – tanto um na frente quanto até três atrás – vão confortavelmente posicionados. E o que também vai muito bem acomodada é a bagagem, afinal o porta-malas comporta 500 litros – apesar de não ter uma abertura tão ampla e limitar para o transporte de alguns tipos e formatos de cargas.
A Chevrolet caprichou nas tecnologias ofertadas no Prisma. O sistema multimídia MyLink é compatível com Android Auto e Apple CarPlay, além do sistema de telemática total OnStar, que permite, entre outros serviços, comandar diversas funções do veículo pelo celular.
Desde o modelo de entrada (que ainda tem a carroceria da versão 2018), o carro é composto por direção elétrica, vidros dianteiros e travas elétricas, painel de instrumentos com velocímetro digital, monitoramento da pressão dos pneus e ar-condicionado. E a cada versão são agregados itens inclusive na parte externa, como frente baixa, novos faróis com LEDs diurnos, grade remodelada, para-choques novos, assim como lanternas.
O Prisma é oferecido em seis versões, desde motor 1.0 e câmbio manual até propulsor 1.4 e transmissão automática de seis marchas (similar ao testado pelo Diário, vendido por R$ 70.690). Mesmo nesta versão topo de linha, a economia de combustível também merece destaque. No etanol, por exemplo, o desempenho estava em 10,5 quilômetros por litro.
E aí, são provas suficientes para o tamanho do sucesso? 

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