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O golpe do motoboy e os aposentados


Do Diário do Grande ABC

26/05/2019 | 11:44


É crescente o número de aposentados e idosos que têm sido vítimas da fraude conhecida como ‘golpe do motoboy’. Nesse golpe, falsos funcionários de instituições financeiras entram em contato com o correntista e informam que o sistema detectou compra com características fraudulentas em sua conta bancária. Por se tratar de ‘falsa’ compra, o cliente informa que não a realizou, assim o suposto funcionário do banco explica que houve fraude no cartão e sugere o seu cancelamento através do telefone da central de atendimento.

Os estelionatários mencionam na ligação dados pessoais da vítima e orientam o aposentado a realizar ligação posterior na qual confirmará alguns dados e questionará de fato as compras indevidas. ‘Prendem’ a linha de seu telefone, de forma que a ligação posterior, que o correntista acredita ser direcionada ao banco, fica sob o controle dos golpistas. É solicitado que a vítima digite a senha de seu cartão e, desta forma, todos os dados ficam expostos para a realização de transações.

Os próprios golpistas realizam ‘falso’ cancelamento do cartão e, ‘por motivos de segurança’, solicitam ao cliente que envie o cartão à agência bancária, mantendo o chip, junto com carta escrita a próprio punho, disponibilizando um motoboy para a retirada. Ocorre que o cancelamento de fato não ocorreu e o motoboy que retira o cartão na residência do correntista é o próprio golpista.

Ao descobrir que caiu no ‘golpe do motoboy’ o correntista solicita ao banco o bloqueio de fato do cartão, bem como o cancelamento de transações. Contudo, na maioria dos casos, a instituição bancária rejeita a solicitação.

Dessa forma, muitos correntistas estão recorrendo à Justiça para pleitearem o cancelamento das compras e empréstimos, bem como a devolução de valores sacados ou pagos. É possível também solicitar a suspensão das cobranças até o término da ação.

Na maioria dos casos, a liminar é deferida, sendo confirmada ao fim do processo, condenando o banco. Ainda existe a possibilidade de condenação em danos morais, tendo em vista o transtorno passado pelo correntista, o abalo psicológico sofrido, além de ter todos os seus dados pessoais e bancários expostos.

A orientação é para sempre que o consumidor tiver que inutilizar o cartão, cortar ao meio, inutilizando a tarja magnética, e também cortar ao meio o chip. Também é recomendável nunca entregar seu cartão para qualquer funcionário. Caso tenha sido vítima do golpe, registre de imediato BO (Boletim do Ocorrência). O ‘golpe do motoboy’ é o mais utilizado por quadrilhas especializadas em aplicar golpes em pessoas da terceira idade.

Isabela Perrella é advogada do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados.

Fiscalize-se!

Demorou para a Prefeitura de Santo André fiscalizar, de fato, o trânsito na Rua Itambé e acabar com os abusos de ‘espertinhos’, já que o local havia se transformado em terra de ninguém, apesar de base da PM (Polícia Militar) logo ao lado (Setecidades, dia 23). Porém, é necessário que o Paço tome a mesma providência em relação ao entorno de quase todos os colégios renomados da cidade. É sempre festa nesses locais, e os seguranças desses estabelecimentos são as ‘autoridades máximas’, verdadeiros donos do pedaço. Eles que coordenam o trânsito e decidem quem pode e quem não pode parar e por quanto tempo podem ficar parados. Absurdo!


Israel Arruda de Medeiros

Santo André

Não irei!

Janaína Paschoal, uma das maiores defensoras de Bolsonaro, é contra a manifestação marcada para hoje após pedido de apoio dele (Política, dia 20). Ela vai além e diz: ‘Àqueles que amam o Brasil, eu rogo, não se permitam usar’. Aos fantoches do mentiroso, será que precisa ser mais claro?

Fábio Clemente de Jesus

Diadema

Comando

Acho excelente a iniciativa da Polícia Militar em fazer blitz na Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, ao lado do Estádio Bruno Daniel, sentido Centro de Santo André, pela manhã. Nós, usuários da via, nos sentimos mais seguros. O que não dá para aceitar é o fato de a polícia deixar apenas uma faixa para a passagens dos carros, o que provoca fila quilométrica e atraso nos compromissos. Uma vez que se passa do semáforo do cruzamento dessa via com a Rua Xavantes não tem mais como sair da fila. Será que não dá para deixar o trânsito fluir melhor e mais rápido? Muitos motoristas fogem da blitz não por estarem irregulares com os veículos ou com a documentação, mas para não ficarem presos no trânsito que se forma na avenida durante essas blitze. 

Mário Campos

Santo André

Para poucos

Mesmo que o presidente Bolsonaro tenha recuado – aliás, é o que ele mais sabe fazer – sobre as regras para posse e porte de armas no Brasil, pergunto: como um cidadão trabalhador, com salário de miséria igual ao pago no País, poderia pagar cerca de R$ 30 mil em um fuzil? O eleitor de Bolsonaro se iludiu com as mentiras dele. Isso é para quem tem muito dinheiro, como o próprio presidente e sua família, e colecionadores, como o empresário que matou morador de rua em Santo André (Setecidades, dia 12). O pobre não vai ter esse privilégio. Ele é só o alvo.

Felipe Luis Simão

Ribeirão Pires

Boicote

Excelente a iniciativa deste Diário em responder com profissionalismo à ridícula atitude do prefeito da minha São Bernardo em querer boicotar este jornal (Política, dia 18). Esse senhor estava se achando dono da verdade, representante máximo do Grande ABC. Quem ele pensa que é para boicotar parte da imprensa? Prefeito, o município não é seu. Como o senhor mesmo disse, é ‘passageiro’. Então, por favor, seja mais humilde e trate a todos como gostaria de ser tratado. Tenho certeza de que, se essa zombaria persistir, o jornal encontrará outros meios para divulgar o que acontece na cidade sem ter de depender da equipe da Prefeitura. Já o meu xará será cobrado nas urnas quando se candidatar a qualquer coisa. 

Orlando Smênio Soares

São Bernardo

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.

 



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O golpe do motoboy e os aposentados

Do Diário do Grande ABC

26/05/2019 | 11:44


É crescente o número de aposentados e idosos que têm sido vítimas da fraude conhecida como ‘golpe do motoboy’. Nesse golpe, falsos funcionários de instituições financeiras entram em contato com o correntista e informam que o sistema detectou compra com características fraudulentas em sua conta bancária. Por se tratar de ‘falsa’ compra, o cliente informa que não a realizou, assim o suposto funcionário do banco explica que houve fraude no cartão e sugere o seu cancelamento através do telefone da central de atendimento.

Os estelionatários mencionam na ligação dados pessoais da vítima e orientam o aposentado a realizar ligação posterior na qual confirmará alguns dados e questionará de fato as compras indevidas. ‘Prendem’ a linha de seu telefone, de forma que a ligação posterior, que o correntista acredita ser direcionada ao banco, fica sob o controle dos golpistas. É solicitado que a vítima digite a senha de seu cartão e, desta forma, todos os dados ficam expostos para a realização de transações.

Os próprios golpistas realizam ‘falso’ cancelamento do cartão e, ‘por motivos de segurança’, solicitam ao cliente que envie o cartão à agência bancária, mantendo o chip, junto com carta escrita a próprio punho, disponibilizando um motoboy para a retirada. Ocorre que o cancelamento de fato não ocorreu e o motoboy que retira o cartão na residência do correntista é o próprio golpista.

Ao descobrir que caiu no ‘golpe do motoboy’ o correntista solicita ao banco o bloqueio de fato do cartão, bem como o cancelamento de transações. Contudo, na maioria dos casos, a instituição bancária rejeita a solicitação.

Dessa forma, muitos correntistas estão recorrendo à Justiça para pleitearem o cancelamento das compras e empréstimos, bem como a devolução de valores sacados ou pagos. É possível também solicitar a suspensão das cobranças até o término da ação.

Na maioria dos casos, a liminar é deferida, sendo confirmada ao fim do processo, condenando o banco. Ainda existe a possibilidade de condenação em danos morais, tendo em vista o transtorno passado pelo correntista, o abalo psicológico sofrido, além de ter todos os seus dados pessoais e bancários expostos.

A orientação é para sempre que o consumidor tiver que inutilizar o cartão, cortar ao meio, inutilizando a tarja magnética, e também cortar ao meio o chip. Também é recomendável nunca entregar seu cartão para qualquer funcionário. Caso tenha sido vítima do golpe, registre de imediato BO (Boletim do Ocorrência). O ‘golpe do motoboy’ é o mais utilizado por quadrilhas especializadas em aplicar golpes em pessoas da terceira idade.

Isabela Perrella é advogada do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados.

Fiscalize-se!

Demorou para a Prefeitura de Santo André fiscalizar, de fato, o trânsito na Rua Itambé e acabar com os abusos de ‘espertinhos’, já que o local havia se transformado em terra de ninguém, apesar de base da PM (Polícia Militar) logo ao lado (Setecidades, dia 23). Porém, é necessário que o Paço tome a mesma providência em relação ao entorno de quase todos os colégios renomados da cidade. É sempre festa nesses locais, e os seguranças desses estabelecimentos são as ‘autoridades máximas’, verdadeiros donos do pedaço. Eles que coordenam o trânsito e decidem quem pode e quem não pode parar e por quanto tempo podem ficar parados. Absurdo!


Israel Arruda de Medeiros

Santo André

Não irei!

Janaína Paschoal, uma das maiores defensoras de Bolsonaro, é contra a manifestação marcada para hoje após pedido de apoio dele (Política, dia 20). Ela vai além e diz: ‘Àqueles que amam o Brasil, eu rogo, não se permitam usar’. Aos fantoches do mentiroso, será que precisa ser mais claro?

Fábio Clemente de Jesus

Diadema

Comando

Acho excelente a iniciativa da Polícia Militar em fazer blitz na Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, ao lado do Estádio Bruno Daniel, sentido Centro de Santo André, pela manhã. Nós, usuários da via, nos sentimos mais seguros. O que não dá para aceitar é o fato de a polícia deixar apenas uma faixa para a passagens dos carros, o que provoca fila quilométrica e atraso nos compromissos. Uma vez que se passa do semáforo do cruzamento dessa via com a Rua Xavantes não tem mais como sair da fila. Será que não dá para deixar o trânsito fluir melhor e mais rápido? Muitos motoristas fogem da blitz não por estarem irregulares com os veículos ou com a documentação, mas para não ficarem presos no trânsito que se forma na avenida durante essas blitze. 

Mário Campos

Santo André

Para poucos

Mesmo que o presidente Bolsonaro tenha recuado – aliás, é o que ele mais sabe fazer – sobre as regras para posse e porte de armas no Brasil, pergunto: como um cidadão trabalhador, com salário de miséria igual ao pago no País, poderia pagar cerca de R$ 30 mil em um fuzil? O eleitor de Bolsonaro se iludiu com as mentiras dele. Isso é para quem tem muito dinheiro, como o próprio presidente e sua família, e colecionadores, como o empresário que matou morador de rua em Santo André (Setecidades, dia 12). O pobre não vai ter esse privilégio. Ele é só o alvo.

Felipe Luis Simão

Ribeirão Pires

Boicote

Excelente a iniciativa deste Diário em responder com profissionalismo à ridícula atitude do prefeito da minha São Bernardo em querer boicotar este jornal (Política, dia 18). Esse senhor estava se achando dono da verdade, representante máximo do Grande ABC. Quem ele pensa que é para boicotar parte da imprensa? Prefeito, o município não é seu. Como o senhor mesmo disse, é ‘passageiro’. Então, por favor, seja mais humilde e trate a todos como gostaria de ser tratado. Tenho certeza de que, se essa zombaria persistir, o jornal encontrará outros meios para divulgar o que acontece na cidade sem ter de depender da equipe da Prefeitura. Já o meu xará será cobrado nas urnas quando se candidatar a qualquer coisa. 

Orlando Smênio Soares

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