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Margem do Córrego Oratório será recuperada

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Obra, realizada na divisa entre Santo André e Capital, visa evitar novas erosões no local


Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

24/04/2019 | 07:00


 O Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica) deu início nesta semana às obras de recuperação do Córrego Oratório, localizado na divisa de Santo André com São Paulo. O trabalho acontecerá em três trechos do rio que, juntos, somam 260 metros de extensão. O local sofre desde o ano passado com processo de erosão que tem comprometido o asfalto de vias do Jardim Utinga. A previsão é a de que o serviço seja concluído em maio.

Reivindicação antiga de moradores, a intervenção ficará concentrada na contenção de margens do córrego entre a Rua Paulo Leminski e a ponte da Avenida Oratório. Para isso, serão reutilizadas pedras de antigos gabiões, uma espécie de cestas de aço galvanizado preenchidas com pedras utilizados para construção de paredes nas bordas do canal. A obra tem custo estimado de R$ 1,8 milhão.

A expectativa é a de que a intervenção consiga evitar novos danos no entorno do córrego. “Essa obra é de muita importância, já que os trabalhos de contenção das margens evitarão possíveis erosões no local, principalmente em períodos chuvosos, garantindo a capacidade de vazão do Córrego Oratório e a segurança da população que transita na região”, explica Heitor Brandão de Azevedo, superintendente do Daee.

O trabalho, segundo Azevedo inclui também serviços de limpeza e desobstrução de todo o trecho. Apenas neste primeira etapa da obra, cerca 4.400 m³ de sedimentos, como areia, argila e materiais não inertes depositados no fundo do canal do córrego foram removidos na etapa preparatória da obra.

“Infelizmente, parcela da população tem agravado a situação de sujeira do córrego”, conta o autônomo Afonso Alencar, 43 anos.

Desde o início da obra, moradores confirmam a diminuição da queda do asfalto. “Nas últimas semanas, estava cedendo muito, o que mudou com o trabalho feito no córrego”, ressalta Adriano Luiz da Silva, 27, que reside em via paralela ao canal.

 

 



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Margem do Córrego Oratório será recuperada

Obra, realizada na divisa entre Santo André e Capital, visa evitar novas erosões no local

Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

24/04/2019 | 07:00


 O Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica) deu início nesta semana às obras de recuperação do Córrego Oratório, localizado na divisa de Santo André com São Paulo. O trabalho acontecerá em três trechos do rio que, juntos, somam 260 metros de extensão. O local sofre desde o ano passado com processo de erosão que tem comprometido o asfalto de vias do Jardim Utinga. A previsão é a de que o serviço seja concluído em maio.

Reivindicação antiga de moradores, a intervenção ficará concentrada na contenção de margens do córrego entre a Rua Paulo Leminski e a ponte da Avenida Oratório. Para isso, serão reutilizadas pedras de antigos gabiões, uma espécie de cestas de aço galvanizado preenchidas com pedras utilizados para construção de paredes nas bordas do canal. A obra tem custo estimado de R$ 1,8 milhão.

A expectativa é a de que a intervenção consiga evitar novos danos no entorno do córrego. “Essa obra é de muita importância, já que os trabalhos de contenção das margens evitarão possíveis erosões no local, principalmente em períodos chuvosos, garantindo a capacidade de vazão do Córrego Oratório e a segurança da população que transita na região”, explica Heitor Brandão de Azevedo, superintendente do Daee.

O trabalho, segundo Azevedo inclui também serviços de limpeza e desobstrução de todo o trecho. Apenas neste primeira etapa da obra, cerca 4.400 m³ de sedimentos, como areia, argila e materiais não inertes depositados no fundo do canal do córrego foram removidos na etapa preparatória da obra.

“Infelizmente, parcela da população tem agravado a situação de sujeira do córrego”, conta o autônomo Afonso Alencar, 43 anos.

Desde o início da obra, moradores confirmam a diminuição da queda do asfalto. “Nas últimas semanas, estava cedendo muito, o que mudou com o trabalho feito no córrego”, ressalta Adriano Luiz da Silva, 27, que reside em via paralela ao canal.

 

 

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