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Juros fecham perto da estabilidade, após queda do dólar perder força



22/02/2019 | 18:52


Os juros futuros fecharam a sessão estendida desta sexta-feira, 22, perto da estabilidade, após terem terminado a etapa regular com viés de baixa. No fim da tarde, o apetite pelo risco no exterior diminuiu ligeiramente, e o dólar, que oscilou à tarde no patamar dos R$ 3,73, reduziu as perdas ante o real, voltando à casa dos R$ 3,74. O noticiário doméstico foi fraco, assim como a agenda, e incapaz de definir um norte para as taxas futuras.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2020 encerrou a 6,440% (regular) e 6,450% (estendida, na máxima), de 6,430% na quinta no ajuste, e o DI para janeiro de 2021 terminou com taxa de 7,05% (regular e estendida), de 7,081% no ajuste. A taxa do DI para janeiro de 2023 caiu de 8,192% para 8,15% (regular) e 8,17% (estendida) e a do DI para janeiro de 2025, de 8,712% para 8,68% (regular) e 8,70% (estendida).

"O dia foi muito morno para os DIs, ditado pelo exterior, com o câmbio para emergentes mais favorável", comentou o economista-chefe da Guide Investimentos, João Mauricio Rosal. O dólar foi negociado em baixa quase generalizada, mas ganhou um pouco de força no fim do dia. O apetite pelo risco refletiu a notícia de que o presidente americano, Donald Trump, se reuniria com o vice-premiê chinês, Liu He, na Casa Branca, nesta tarde, o que alimentou a percepção de que um acordo de trégua

na cobrança das tarifas comerciais mútuas, que termina em 1º de março, pudesse ser prorrogado. Porém, nada ainda foi definido e as negociações vão continuar por mais dois dias.

Internamente, as atenções seguem concentradas na reforma da Previdência, que deve começar a tramitar na próxima semana após a instalação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na Câmara, no dia 26. "Começa um novo capítulo, agora é a ansiedade com a articulação política, com o timing da aprovação e como o governo vai se portar na negociação", disse Rosal.

Como esperado pelo mercado, a Aneel definiu que as contas de luz vão permanecer com bandeira verde no mês de março, ou seja sem cobrança extra para os consumidores.



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Juros fecham perto da estabilidade, após queda do dólar perder força


22/02/2019 | 18:52


Os juros futuros fecharam a sessão estendida desta sexta-feira, 22, perto da estabilidade, após terem terminado a etapa regular com viés de baixa. No fim da tarde, o apetite pelo risco no exterior diminuiu ligeiramente, e o dólar, que oscilou à tarde no patamar dos R$ 3,73, reduziu as perdas ante o real, voltando à casa dos R$ 3,74. O noticiário doméstico foi fraco, assim como a agenda, e incapaz de definir um norte para as taxas futuras.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2020 encerrou a 6,440% (regular) e 6,450% (estendida, na máxima), de 6,430% na quinta no ajuste, e o DI para janeiro de 2021 terminou com taxa de 7,05% (regular e estendida), de 7,081% no ajuste. A taxa do DI para janeiro de 2023 caiu de 8,192% para 8,15% (regular) e 8,17% (estendida) e a do DI para janeiro de 2025, de 8,712% para 8,68% (regular) e 8,70% (estendida).

"O dia foi muito morno para os DIs, ditado pelo exterior, com o câmbio para emergentes mais favorável", comentou o economista-chefe da Guide Investimentos, João Mauricio Rosal. O dólar foi negociado em baixa quase generalizada, mas ganhou um pouco de força no fim do dia. O apetite pelo risco refletiu a notícia de que o presidente americano, Donald Trump, se reuniria com o vice-premiê chinês, Liu He, na Casa Branca, nesta tarde, o que alimentou a percepção de que um acordo de trégua

na cobrança das tarifas comerciais mútuas, que termina em 1º de março, pudesse ser prorrogado. Porém, nada ainda foi definido e as negociações vão continuar por mais dois dias.

Internamente, as atenções seguem concentradas na reforma da Previdência, que deve começar a tramitar na próxima semana após a instalação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na Câmara, no dia 26. "Começa um novo capítulo, agora é a ansiedade com a articulação política, com o timing da aprovação e como o governo vai se portar na negociação", disse Rosal.

Como esperado pelo mercado, a Aneel definiu que as contas de luz vão permanecer com bandeira verde no mês de março, ou seja sem cobrança extra para os consumidores.

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