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Atila pede que Sinvaldo não vote no processo de impeachment

Marina Brandão/Arquivo/Diário do Grande ABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em defesa entregue à Câmara de Mauá prefeito preso cita ligação entre vereador e denunciante


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

07/02/2019 | 16:43


Em defesa entregue à Câmara de Mauá nesta quinta-feira, o prefeito preso de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), pede que o vereador Sinvaldo Carteiro (DC) seja declarado impedido de ter direito ao voto em um dos processos de impeachment por conta da sua ligação com o autor de uma das denúncias, Davidson Rodrigues de Souza.

O Diário revelou no dia 31 que Davidson atuou como assessor de relações comunitárias no gabinete de Sinvaldo entre março e junho de 2017. Sinvaldo, ex-chefe de Davidson, não integra a comissão responsável por analisar a denúncia do ex-assessor, mas outra que tramita na Casa. Por isso, a defesa do prefeito preso não pede que ele deixe de integrar a comissão, mas exige que o suplente do parlamentar seja convocado quando o relatório (que vai opinar pelo arquivamento ou prosseguimento da denúncia) for para votação em plenário.

“O sr. Davidson já foi lotado como assessor no gabinete do vereador Sinvaldo, tal fato demonstra relação íntima entre ambos, vez que a nomeação para cargo comissionado leva unicamente em consideração a confiança, amizade e ligação entre ambos. O fato se deu recentemente, ainda na atual legislatura, desta feita, infere-se que a subscrição da peça acusatória é como se fosse de autoria do próprio edil, restando configurado seu impedimento”, cita trecho da denúncia entregue na tarde desta sexta.
 



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Atila pede que Sinvaldo não vote no processo de impeachment

Em defesa entregue à Câmara de Mauá prefeito preso cita ligação entre vereador e denunciante

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

07/02/2019 | 16:43


Em defesa entregue à Câmara de Mauá nesta quinta-feira, o prefeito preso de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), pede que o vereador Sinvaldo Carteiro (DC) seja declarado impedido de ter direito ao voto em um dos processos de impeachment por conta da sua ligação com o autor de uma das denúncias, Davidson Rodrigues de Souza.

O Diário revelou no dia 31 que Davidson atuou como assessor de relações comunitárias no gabinete de Sinvaldo entre março e junho de 2017. Sinvaldo, ex-chefe de Davidson, não integra a comissão responsável por analisar a denúncia do ex-assessor, mas outra que tramita na Casa. Por isso, a defesa do prefeito preso não pede que ele deixe de integrar a comissão, mas exige que o suplente do parlamentar seja convocado quando o relatório (que vai opinar pelo arquivamento ou prosseguimento da denúncia) for para votação em plenário.

“O sr. Davidson já foi lotado como assessor no gabinete do vereador Sinvaldo, tal fato demonstra relação íntima entre ambos, vez que a nomeação para cargo comissionado leva unicamente em consideração a confiança, amizade e ligação entre ambos. O fato se deu recentemente, ainda na atual legislatura, desta feita, infere-se que a subscrição da peça acusatória é como se fosse de autoria do próprio edil, restando configurado seu impedimento”, cita trecho da denúncia entregue na tarde desta sexta.
 

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