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Resolva o seu passado


Do Diário do Grande ABC

05/02/2019 | 11:59


É primordial focar nas metas profissionais e em novo estilo de liderança para se adaptar ao cenário de trabalho em transformação. Contudo, muitos não se dão conta de que há fator importante nessa equação: o passado.

Muitos preferem escondê-lo, outros buscam esquecê-lo e alguns acham que levantarmos esse tema é coisa de cartomante: o que você quer? Passado, presente ou futuro. 

Nada disso! O que quero mostrar para vocês é que o passado às vezes é algo tão presente nas nossas vidas que acaba influenciando em nossas decisões profissionais para melhor ou pior.

Imaginemos, então, a vida como uma estrada e nela você caminha carregando uma mochila. Ao encher a sua mochila de coisas do passado não resolvidas e que você lembra a todo o momento, isso ocupa espaço considerável na sua vida, não permitindo que as boas coisas entrem e que lembranças positivas sejam criadas. Ou seja, a mochila fica pesada demais e, consequentemente, a caminhada, mais difícil.

Logo, para você ter espaço nessa sua ‘mochila da vida’, torná-la mais leve e, consequentemente, para crescer em novo emprego e/ou carreira, é preciso se desapegar do emprego ou carreira anterior. Ou seja, não só abandonar velhos hábitos como também adotar comportamentos diferentes diante de situações e obstáculos que provavelmente irão surgir. A empresa de onde você saiu tinha cultura diferente? Você precisa se adaptar, não adianta ficar saudoso.

Mas, para fazer esse movimento é preciso primeiro que você resolva o seu passado! E, claro, você não é obrigado a solucionar todas as questões, mas deve resolver principalmente aquelas as quais sente que são realmente peso e que de certa forma influenciam suas ações e comportamentos atualmente.

Mas como fazer isso? Como saber quais pontos do meu passado preciso resolver? A primeira coisa é listar todas as situações do seu passado que incomodam, como comentário que uma pessoa fez um dia na festa do trabalho, você riu, mas te magoou, ou aquele feedback que recebeu do chefe, que você ouviu, mas não entendeu direito. Mas ele era seu superior, então engoliu.

Uma vez a lista concluída, eleja os pontos que realmente farão diferença se resolver. Por fim, busque de fato solucionar essas questões, como dizendo ao chefe como você se sentiu quando recebeu aquele feedback. É claro que você encontrará pessoas que não irão querer conversar, mas você fez a sua parte e isso, acredite, esvazia a sua mochila e você perceberá que a caminhada para aquele futuro profissional tão almejado se tornará bem mais fácil.

Eliana Dutra é CEO da empresa ProFitCoach, master coach certified e sócia-fundadora do Grupo Nikaia.

Palavra do leitor

#Curtocartoon 

 Hoje comemora-se o Dia do Cartunista. Então, oportunamente quero parabenizar todos os cartunistas deste Diário, em especial o Sérgio Ribeiro – Seri – responsável pela tirinha – Bigail Para Poucos – feita com requintado senso crítico e humor inteligente, retratando a sinceridade e as verdades advindas do mundo da criança com temas do cotidiano adulto. Adoraria, no futuro, ler mais tiras do Seri na coluna Diversão (Cultura &Lazer). 

Maria de Deus S. Lima

Santo André

De novo, não!

 A Constituição de 1988, também chamada Constituição Cidadã – onde a palavra ‘direito’ aparece 76 vezes, enquanto a palavra ‘dever’, apenas quatro –, garante a isonomia entre todos os indivíduos, conforme artigo quinto, em que diz que ‘todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza’. Então, por que só o presidiário alojado em ‘suíte’ da PF (Polícia Federal) de Curitiba – por si só um grande privilégio – iria se deslocar com escolta, transporte etc para velar um dos irmãos, se quando estava livre, leve e solto deixou de se despedir de outros dois quando ainda presidente? E o ‘direito’ dos outros presos, como ficaria? O presidiário desistiu de comparecer ao velório. Por quê? Não seria porque foram feitas exigências que o impediriam de vociferar em cima do esquife como foi feito no velório da falecida mulher? Dizem que ficou indignado porque a autorização foi dada em cima da hora. Parece que essa mistificação foi engendrada exatamente para vitimizar o sujeito.

Aparecida Dileide Gaziolla 

São Caetano

SP 232 

 A Avenida Piraporinha, em Diadema, era estadual e estava sob jurisdição do DER, com a sigla SP 232. As prefeituras pouco podiam fazer em termos de melhoramentos ou reparos na pista. O ex-prefeito Lauro Michels (já falecido) chegou a encaminhar projeto à Câmara de Diadema para implantação de postos de pedágios nessa via. Com o dinheiro ele prometia duplicá-la. O projeto virou lei. Só que o então governador do Estado, Paulo Maluf, ingressou com processo no Judiciário, alegando que a chamada ‘Lei do Pedágio’ era inconstitucional. E a Piraporinha continuou matando. Anos depois surgiu o Trólebus, a pista foi duplicada e, na sua parte central, implantado o Corredor ABD. Mas a excelente reportagem de Daniel Macário (Setecidades, dia 28) serve de alerta aos governantes para que ‘abram os olhos’ e avaliem esse problema com mais seriedade, investindo mais nessa avenida, seja na conservação ou na implantação de passarelas. 

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Previsão 

 Primeiro a flexibilização para posse de arma de fogo. Agora o ministro da Justiça libera a polícia para matar. Dá para prever as carnificinas que virão. Qualquer tumulto será motivo para extermínios. Além disso, existem milhares de policiais despreparados, truculentos, que abordam com agressividade. Imaginem se um desses por algum motivo for contrariado.

Antônio Carlos Brummer

 Mauá

Dilma 

 Relatório parcial da Comissão de Anistia mostra que a ex-presidente da República Dilma Rousseff pede ao colegiado pensão mensal de R$ 10.735,55 como reparação por ter sido presa, perseguida e torturada durante a ditadura militar. O pedido foi protocolado pela petista em 21 de outubro de 2002. Ou seja, além de toda mordomia por ter sido presidente e ainda ter comprado a refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, com grande prejuízo ao Brasil, ainda quer ‘mamar’ mais em cima da nossa desgraça.

Antônio José Gomes Marques

Rio de Janeiro

Renan e Senado

 A vitória de Davi Alcolumbre – confesso que nunca tinha ouvido falar – para presidir o Senado nos próximos dois anos representa esperança para o Brasil, sendo jovem senador que acabou com as pretensões de velha ‘raposa’ chamada Renan Calheiros, que nem deveria ter sido reeleito senador, de ficar à frente dessa importante casa da política brasileira. Isso mostra que ele já não tem tanto poder nem mesmo dentro de seu partido, o MDB. Faz bem para a sociedade a derrota dessa figura com tantos processos nas costas, que nunca vão adiante no STF (Supremo Tribunal Federal), protegido sempre pelo malfadado e maldito foro privilegiado. Está certo que a eleição, como se deu, foi degradante, mas isso, agora, é página virada. Torcemos para que o novo presidente e as novas caras do Senado possam dar mais esperanças e trabalhar em prol da sociedade, não somente cada um tentando se salvar como puder, sempre pensando em interesses pessoais e nas próximas eleições. 

Mauri Fontes

Santo André



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Resolva o seu passado

Do Diário do Grande ABC

05/02/2019 | 11:59


É primordial focar nas metas profissionais e em novo estilo de liderança para se adaptar ao cenário de trabalho em transformação. Contudo, muitos não se dão conta de que há fator importante nessa equação: o passado.

Muitos preferem escondê-lo, outros buscam esquecê-lo e alguns acham que levantarmos esse tema é coisa de cartomante: o que você quer? Passado, presente ou futuro. 

Nada disso! O que quero mostrar para vocês é que o passado às vezes é algo tão presente nas nossas vidas que acaba influenciando em nossas decisões profissionais para melhor ou pior.

Imaginemos, então, a vida como uma estrada e nela você caminha carregando uma mochila. Ao encher a sua mochila de coisas do passado não resolvidas e que você lembra a todo o momento, isso ocupa espaço considerável na sua vida, não permitindo que as boas coisas entrem e que lembranças positivas sejam criadas. Ou seja, a mochila fica pesada demais e, consequentemente, a caminhada, mais difícil.

Logo, para você ter espaço nessa sua ‘mochila da vida’, torná-la mais leve e, consequentemente, para crescer em novo emprego e/ou carreira, é preciso se desapegar do emprego ou carreira anterior. Ou seja, não só abandonar velhos hábitos como também adotar comportamentos diferentes diante de situações e obstáculos que provavelmente irão surgir. A empresa de onde você saiu tinha cultura diferente? Você precisa se adaptar, não adianta ficar saudoso.

Mas, para fazer esse movimento é preciso primeiro que você resolva o seu passado! E, claro, você não é obrigado a solucionar todas as questões, mas deve resolver principalmente aquelas as quais sente que são realmente peso e que de certa forma influenciam suas ações e comportamentos atualmente.

Mas como fazer isso? Como saber quais pontos do meu passado preciso resolver? A primeira coisa é listar todas as situações do seu passado que incomodam, como comentário que uma pessoa fez um dia na festa do trabalho, você riu, mas te magoou, ou aquele feedback que recebeu do chefe, que você ouviu, mas não entendeu direito. Mas ele era seu superior, então engoliu.

Uma vez a lista concluída, eleja os pontos que realmente farão diferença se resolver. Por fim, busque de fato solucionar essas questões, como dizendo ao chefe como você se sentiu quando recebeu aquele feedback. É claro que você encontrará pessoas que não irão querer conversar, mas você fez a sua parte e isso, acredite, esvazia a sua mochila e você perceberá que a caminhada para aquele futuro profissional tão almejado se tornará bem mais fácil.

Eliana Dutra é CEO da empresa ProFitCoach, master coach certified e sócia-fundadora do Grupo Nikaia.

Palavra do leitor

#Curtocartoon 

 Hoje comemora-se o Dia do Cartunista. Então, oportunamente quero parabenizar todos os cartunistas deste Diário, em especial o Sérgio Ribeiro – Seri – responsável pela tirinha – Bigail Para Poucos – feita com requintado senso crítico e humor inteligente, retratando a sinceridade e as verdades advindas do mundo da criança com temas do cotidiano adulto. Adoraria, no futuro, ler mais tiras do Seri na coluna Diversão (Cultura &Lazer). 

Maria de Deus S. Lima

Santo André

De novo, não!

 A Constituição de 1988, também chamada Constituição Cidadã – onde a palavra ‘direito’ aparece 76 vezes, enquanto a palavra ‘dever’, apenas quatro –, garante a isonomia entre todos os indivíduos, conforme artigo quinto, em que diz que ‘todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza’. Então, por que só o presidiário alojado em ‘suíte’ da PF (Polícia Federal) de Curitiba – por si só um grande privilégio – iria se deslocar com escolta, transporte etc para velar um dos irmãos, se quando estava livre, leve e solto deixou de se despedir de outros dois quando ainda presidente? E o ‘direito’ dos outros presos, como ficaria? O presidiário desistiu de comparecer ao velório. Por quê? Não seria porque foram feitas exigências que o impediriam de vociferar em cima do esquife como foi feito no velório da falecida mulher? Dizem que ficou indignado porque a autorização foi dada em cima da hora. Parece que essa mistificação foi engendrada exatamente para vitimizar o sujeito.

Aparecida Dileide Gaziolla 

São Caetano

SP 232 

 A Avenida Piraporinha, em Diadema, era estadual e estava sob jurisdição do DER, com a sigla SP 232. As prefeituras pouco podiam fazer em termos de melhoramentos ou reparos na pista. O ex-prefeito Lauro Michels (já falecido) chegou a encaminhar projeto à Câmara de Diadema para implantação de postos de pedágios nessa via. Com o dinheiro ele prometia duplicá-la. O projeto virou lei. Só que o então governador do Estado, Paulo Maluf, ingressou com processo no Judiciário, alegando que a chamada ‘Lei do Pedágio’ era inconstitucional. E a Piraporinha continuou matando. Anos depois surgiu o Trólebus, a pista foi duplicada e, na sua parte central, implantado o Corredor ABD. Mas a excelente reportagem de Daniel Macário (Setecidades, dia 28) serve de alerta aos governantes para que ‘abram os olhos’ e avaliem esse problema com mais seriedade, investindo mais nessa avenida, seja na conservação ou na implantação de passarelas. 

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Previsão 

 Primeiro a flexibilização para posse de arma de fogo. Agora o ministro da Justiça libera a polícia para matar. Dá para prever as carnificinas que virão. Qualquer tumulto será motivo para extermínios. Além disso, existem milhares de policiais despreparados, truculentos, que abordam com agressividade. Imaginem se um desses por algum motivo for contrariado.

Antônio Carlos Brummer

 Mauá

Dilma 

 Relatório parcial da Comissão de Anistia mostra que a ex-presidente da República Dilma Rousseff pede ao colegiado pensão mensal de R$ 10.735,55 como reparação por ter sido presa, perseguida e torturada durante a ditadura militar. O pedido foi protocolado pela petista em 21 de outubro de 2002. Ou seja, além de toda mordomia por ter sido presidente e ainda ter comprado a refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, com grande prejuízo ao Brasil, ainda quer ‘mamar’ mais em cima da nossa desgraça.

Antônio José Gomes Marques

Rio de Janeiro

Renan e Senado

 A vitória de Davi Alcolumbre – confesso que nunca tinha ouvido falar – para presidir o Senado nos próximos dois anos representa esperança para o Brasil, sendo jovem senador que acabou com as pretensões de velha ‘raposa’ chamada Renan Calheiros, que nem deveria ter sido reeleito senador, de ficar à frente dessa importante casa da política brasileira. Isso mostra que ele já não tem tanto poder nem mesmo dentro de seu partido, o MDB. Faz bem para a sociedade a derrota dessa figura com tantos processos nas costas, que nunca vão adiante no STF (Supremo Tribunal Federal), protegido sempre pelo malfadado e maldito foro privilegiado. Está certo que a eleição, como se deu, foi degradante, mas isso, agora, é página virada. Torcemos para que o novo presidente e as novas caras do Senado possam dar mais esperanças e trabalhar em prol da sociedade, não somente cada um tentando se salvar como puder, sempre pensando em interesses pessoais e nas próximas eleições. 

Mauri Fontes

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