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PF e Gaeco deflagram 5ª fase da Operação Sevandija

Marcelo Camargo/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Mauá é um dos alvos de mandados de busca e apreensão na chamada Operação Callichirus, contra propina


Do dgabc.com.br

13/11/2018 | 11:53


Atualizada às 18h47

A PF (Polícia Federal) e o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público de São Paulo deflagraram na manhã desta terça-feira (13) a Operação Callichirus, 5ª fase da Operação Sevandija.

A investigação apura o repasse de propina de empresa de saneamento do setor privado para o ex-superintendente do DAERP (Departamento de Água e Esgoto de Ribeirão Preto), Marco Antônio dos Santos, além do envolvimento de pessoas terceiras por lavagem de dinheiro.
Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em residências e sedes de empresas em Mauá, São Paulo, Indaiatuba e Santa Bárbara D’oeste, além de quatro mandados de prisões, todos expedidos pela 4ª Vara Criminal de Ribeirão Preto.

Pessoas relacionadas à empresa e o ex-superintendente já respondiam, desde setembro de 2016, processo criminal no âmbito da Operação Sevandija, por organização criminosa, fraude em licitação, superfaturamento em contratos assinados com autarquia municipal, que somam mais de R$ 68 milhões e pagamentos de propina.
Até onde se apurou, os repasses somam mais de R$ 2 milhões. Parte foi aplicada em um apartamento em Riveira de São Lourenço, em Bertioga, negociado a R$ 1,6 milhão. Depois, o mesmo imóvel foi revendido e trocado por um flat em São Paulo, no valor de R$ 1,1 milhão, e o restante em dinheiro e cheques. Além disso, o apartamento teria sido usado como garantia para levantar R$ 200 mil em empréstimo bancário.

Além de Santos, foram presos o gerente financeiro da empresa de saneamento, o homem que se prestou a movimentar o dinheiro pela empresa laranja e uma mulher ligada ao ex-superintendente. Também foram apreendidos documentos, anotações, aparelhos celulares, equipamentos de informática que poderão demonstrar caminhos dos valores ilícitos e novos fatos criminosos.



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PF e Gaeco deflagram 5ª fase da Operação Sevandija

Mauá é um dos alvos de mandados de busca e apreensão na chamada Operação Callichirus, contra propina

Do dgabc.com.br

13/11/2018 | 11:53


Atualizada às 18h47

A PF (Polícia Federal) e o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público de São Paulo deflagraram na manhã desta terça-feira (13) a Operação Callichirus, 5ª fase da Operação Sevandija.

A investigação apura o repasse de propina de empresa de saneamento do setor privado para o ex-superintendente do DAERP (Departamento de Água e Esgoto de Ribeirão Preto), Marco Antônio dos Santos, além do envolvimento de pessoas terceiras por lavagem de dinheiro.
Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em residências e sedes de empresas em Mauá, São Paulo, Indaiatuba e Santa Bárbara D’oeste, além de quatro mandados de prisões, todos expedidos pela 4ª Vara Criminal de Ribeirão Preto.

Pessoas relacionadas à empresa e o ex-superintendente já respondiam, desde setembro de 2016, processo criminal no âmbito da Operação Sevandija, por organização criminosa, fraude em licitação, superfaturamento em contratos assinados com autarquia municipal, que somam mais de R$ 68 milhões e pagamentos de propina.
Até onde se apurou, os repasses somam mais de R$ 2 milhões. Parte foi aplicada em um apartamento em Riveira de São Lourenço, em Bertioga, negociado a R$ 1,6 milhão. Depois, o mesmo imóvel foi revendido e trocado por um flat em São Paulo, no valor de R$ 1,1 milhão, e o restante em dinheiro e cheques. Além disso, o apartamento teria sido usado como garantia para levantar R$ 200 mil em empréstimo bancário.

Além de Santos, foram presos o gerente financeiro da empresa de saneamento, o homem que se prestou a movimentar o dinheiro pela empresa laranja e uma mulher ligada ao ex-superintendente. Também foram apreendidos documentos, anotações, aparelhos celulares, equipamentos de informática que poderão demonstrar caminhos dos valores ilícitos e novos fatos criminosos.

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