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Cai confiança da indústria do Grande ABC

Agência Brasil/EBC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em janeiro, índice marcava 65 pontos e, em julho, recuou a 52, mesmo patamar de um ano atrás


Da Redação

17/08/2018 | 07:12


A recuperação lenta e pouco convincente da economia brasileira mexeu mais uma vez com o humor do empresariado e puxou para baixo o ICEI (Indicador de Confiança da Indústria) no Grande ABC. Depois de ter atingido 65,6 em janeiro, voltou para 52 pontos em julho, semelhante aos 52,9 do mesmo mês em 2017.

A escala vai de 0 a 100 pontos. Entre 50 e 100, a avaliação oscila entre cenários otimistas, conforme levantamento da CNI-Fiesp (Confederação Nacional da Indústria-Federação das Indústrias de São Paulo). O recorte regional é feito pela Universidade Metodista de São Paulo por meio do Boletim IndústriABC a cada trimestre. Esta é a 9ª edição do levantamento.

Apesar de alguns indicadores positivos, o sentimento geral do setor é de frustração com a economia e de expectativa com a eleição presidencial. “Fator que justifica essas mudanças entre o início e o fim do primeiro semestre foi a queda na estimativa tanto de ampliar a produção quanto de crescimento da economia em 2018. Em torno disso, se depositava confiança na retomada mais rápida da atividade econômica”, afirma Sandro Maskio, coordenador de estudos do Observatório Econômico da Metodista.

A estimativa de evolução da produção caiu de 53,6 entre julho de 2017 e 45,6 no mês passado, e isso é significativo no Grande ABC, porque a indústria representa 23% do PIB (Produto Interno Bruto) local. Mesmo assim, os dados da região são melhores do que os de São Paulo e do Brasil. Enquanto na região a confiança atingiu 52 pontos, no Estado ficou em 48,3 e, no País, 50,2.

O uso da capacidade instalada subiu de 63% para 67% no Grande ABC (para 65% em São Paulo e no Brasil), indicando que ainda há ociosidade em um terço da produção. “O cenário aponta a necessidade de os candidatos à Presidência apresentarem proposta consistente de política econômica, incluindo ações de política industrial para fortalecer a atividade, com diretrizes claras e instrumentos robustos.”
 



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