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São Caetano volta ao passado e contrata Jair Picerni


Fabio Leite
Especial para o Diário

12/09/2005 | 08:02


Na tentativa de salvar seu futuro no Campeonato Brasileiro, o São Caetano regressa ao passado vitorioso e apresenta nesta segunda-feira o técnico Jair Picerni. O novo treinador, que levou a equipe do ABC ao vice-campeonato nacional em 2000 e 2001 e da Taça Libertadores em 2002, retorna ao time depois de três anos. O nome de Picerni já havia sido definido pela diretoria do clube logo após a derrota por 2 a 1 para o Paysandu, no sábado, mas só foi confirmado na tarde de domingo. Também chegam com Picerni o auxiliar técnico Fred Smania e o preparador físico Luís Inarra.

Picerni estava sem clube há pelo menos um mês, depois de quatro jogos a frente do Bahia, rebaixado para a terceira divisão do Brasileiro. Ele chega ao São Caetano para tentar tirar a equipe da "incômoda" 14ª colocação. O time ainda não venceu no returno do campeonato. São cinco derrotas em cinco partidas disputadas. "Essa é uma situação meio complicada. Agora é procurar conhecer o elenco e trabalhar bastante para buscar o equilíbrio e normalizar as coisas", afirma o técnico.

O retorno à equipe que o projetou nacionalmente foi facilitado pelo bom relacionamento mantido com a diretoria do clube mesmo após ter sido um dos algozes da derrota na final da Libertadores para o Olímpia, do Paraguai, em 2002. Na ocasião, Picerni foi expulso ainda no primeiro tempo da partida, o que desestabilizou o time. O fato culminou na sua demissão.

"Agora a situação é diferente. O São Caetano é uma das grandes equipes do Brasil, que há muito tempo está fazendo campanhas equilibradas. Já conquistou um Campeonato Paulista, mas agora, infelizmente, está oscilando muito", diz o treinador.

"O nome do Jair era preferência. Ele já tem um passado na cidade, conhece o estilo do clube e tem afinidade com a diretoria", confirma o diretor de futebol Genivaldo Leal.

O dirigente afirmou que Picerni já solicitou algumas contratações, mas não revelou nomes. Já Picerni prefere não elencar problemas e nem falar de contratações antes de conhecer e conversar com todo o elenco. "Antes preciso ver o que está acontecendo com o grupo. Isso só vou ver a partir de terça-feira, quando conhecer o pessoal com quem nunca trabalhei", conta.

Picerni é o terceiro treinador a comandar o São Caetano no Brasileiro. Seu nome já era cogitado durante a má fase da equipe, mas só se tornou uma realidade na última quarta-feira, dia 7, quando o técnico Levir Culpi caiu após a goleada por 5 a 2 sofrida contra o Fortaleza, fora de casa. Antes dele, Estevam Soares já havia se demitido após quatro meses à frente do Azulão e com um retrospecto de dez vitórias, quatro empates e seis derrotas.



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São Caetano volta ao passado e contrata Jair Picerni

Fabio Leite
Especial para o Diário

12/09/2005 | 08:02


Na tentativa de salvar seu futuro no Campeonato Brasileiro, o São Caetano regressa ao passado vitorioso e apresenta nesta segunda-feira o técnico Jair Picerni. O novo treinador, que levou a equipe do ABC ao vice-campeonato nacional em 2000 e 2001 e da Taça Libertadores em 2002, retorna ao time depois de três anos. O nome de Picerni já havia sido definido pela diretoria do clube logo após a derrota por 2 a 1 para o Paysandu, no sábado, mas só foi confirmado na tarde de domingo. Também chegam com Picerni o auxiliar técnico Fred Smania e o preparador físico Luís Inarra.

Picerni estava sem clube há pelo menos um mês, depois de quatro jogos a frente do Bahia, rebaixado para a terceira divisão do Brasileiro. Ele chega ao São Caetano para tentar tirar a equipe da "incômoda" 14ª colocação. O time ainda não venceu no returno do campeonato. São cinco derrotas em cinco partidas disputadas. "Essa é uma situação meio complicada. Agora é procurar conhecer o elenco e trabalhar bastante para buscar o equilíbrio e normalizar as coisas", afirma o técnico.

O retorno à equipe que o projetou nacionalmente foi facilitado pelo bom relacionamento mantido com a diretoria do clube mesmo após ter sido um dos algozes da derrota na final da Libertadores para o Olímpia, do Paraguai, em 2002. Na ocasião, Picerni foi expulso ainda no primeiro tempo da partida, o que desestabilizou o time. O fato culminou na sua demissão.

"Agora a situação é diferente. O São Caetano é uma das grandes equipes do Brasil, que há muito tempo está fazendo campanhas equilibradas. Já conquistou um Campeonato Paulista, mas agora, infelizmente, está oscilando muito", diz o treinador.

"O nome do Jair era preferência. Ele já tem um passado na cidade, conhece o estilo do clube e tem afinidade com a diretoria", confirma o diretor de futebol Genivaldo Leal.

O dirigente afirmou que Picerni já solicitou algumas contratações, mas não revelou nomes. Já Picerni prefere não elencar problemas e nem falar de contratações antes de conhecer e conversar com todo o elenco. "Antes preciso ver o que está acontecendo com o grupo. Isso só vou ver a partir de terça-feira, quando conhecer o pessoal com quem nunca trabalhei", conta.

Picerni é o terceiro treinador a comandar o São Caetano no Brasileiro. Seu nome já era cogitado durante a má fase da equipe, mas só se tornou uma realidade na última quarta-feira, dia 7, quando o técnico Levir Culpi caiu após a goleada por 5 a 2 sofrida contra o Fortaleza, fora de casa. Antes dele, Estevam Soares já havia se demitido após quatro meses à frente do Azulão e com um retrospecto de dez vitórias, quatro empates e seis derrotas.

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