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Maranhão e seu ‘ser ou não ser’

Passada uma semana, o prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (sem partido), ainda não sancionou o projeto de lei


Raphael Rocha

08/06/2018 | 07:15


Passada uma semana, o prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (sem partido), ainda não sancionou o projeto de lei que autoriza o município a deixar o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC. A demora em oficializar a decisão contrasta com a rapidez com que a base governista do ex-tucano votou o projeto, na quarta-feira da semana passada. Evidentemente que esse fato tem gerado incômodo na política regional. Pessoas próximas a Maranhão admitem que o chefe do Executivo pode segurar a sanção, mas se atentam a um detalhe até então despercebido: o projeto de lei não trata da saída imediata de Rio Grande do Consórcio, apenas autoriza o prefeito a fazê-lo sem prévia autorização legislativa. Maranhão pode utilizar essa nuance para pressionar quem acha que deve. Ou estar arrependido, vivendo o seu “ser ou não ser”, do clássico do escritor William Shakespeare.

Mudança
O prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), oficializou ontem mudanças em seu secretariado, mas sem grandes impactos internos. Ele voltou a alocar seu sogro, Francisco José Rocha (PSDB), como secretário de Finanças e reposicionou Jorge Luiz Demarchi, que era responsável pelo setor financeiro da Prefeitura, na Pasta de Planejamento, antes administrada por Chico Rocha. Chico foi secretário de Finanças no primeiro mandato do genro. Mas uma coisa não mudou: o tucano continua como homem forte da gestão do verde.

Metas tucanas – 1
O diretório estadual do PSDB trabalha com a eleição de pelo menos 17 deputados estaduais no pleito de outubro. O número de partida não é melhor por conta da série de desfiliações de parlamentares tucanos – muitos foram para o PSB. Em 2014, a legenda emplacou 22 nomes na Assembleia Legislativa. Porém, há esperança de surpresas após a boa participação na eleição de 2016.

Metas tucanas – 2
O pré-candidato do tucanato ao governo paulista, João Doria, reuniu, na noite de quarta-feira, as principais apostas da sigla para a Assembleia Legislativa. Chamou atenção o fato de apenas Professor Minhoca, de Santo André, estar presente entre as figuras do Grande ABC. O partido ainda debate ter a primeira-dama de São Bernardo, Carla Morando, como candidata a estadual.

Fora do PT
Conhecido por enfrentar o ex-prefeito Luiz Marinho, de São Bernardo, na eleição para presidir o PT paulista, o deputado estadual João Paulo Rillo deixou o petismo e rumou para o Psol. Ele foi filiado por 25 anos no diretório de São José do Rio Preto e, nos últimos anos, foi porta-voz de corrente interna crítica à atuação de Marinho. Ele chegou a falar de ingerência do ex-prefeito são-bernardense na bancada do PT na Assembleia.

Nomeação
O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), oficializou na segunda-feira a nomeação de Rogério Garcia, do Pros de São Caetano, como secretário adjunto de Esporte, Lazer e Juventude. Ele é o segundo quadro da região a ocupar cargo destacado na nova gestão. Antes, Cícero Martinha, de Santo André, havia sido nomeado para chefiar a Pasta de Emprego e Relações do Trabalho.

Encaminhado
Além da pré-candidatura a deputada federal de Dayane Franco, filha do ex-prefeito de Rio Grande da Serra Cido Franco (morto em 1997), o MDB registrou que a vereadora Suely Nogueira, de São Caetano, está na lista de postulantes da legenda para o pleito de outubro. Mas o cargo ainda não está definido. Ela se colocou à disposição da direção estadual. 



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