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Seleção feminina evita comparação e, já classificada, poupa atletas

Divulgação CBF Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

09/08/2016 | 07:00


A Arena da Amazônia, em Manaus, estará lotada para o terceiro compromisso da Seleção Brasileira Feminina de Futebol na Olimpíada, às 22h de hoje, contra a África do Sul. Com muitos motivos para orgulhar os torcedores após dois triunfos e a classificação antecipada às quartas de final, o time comandado pelo técnico Vadão vai contar com o apoio de 42 mil pessoas, mas não terá a atacante Cristiane, que deixou o duelo com a Suécia sentindo dores na perna direita, teve constatada lesão no bíceps femural e corre o risco de perder o restante dos Jogos – está realizando tratamento fisioterápico intensivo para se recuperar a tempo.

Com seis pontos e oito gols marcados após triunfos sobre China (3 a 0) e Suécia (5 a 1), o Brasil deve se dar ao luxo de poupar algumas atletas diante das sul-africanas, que já estão eliminadas da competição após duas derrotas.

Apesar de despertar o orgulho na torcida e causar inevitável comparação com a Seleção masculina – que só empatou com África do Sul e Iraque –, o técnico Vadão tratou de descartar tal situação. “Não podemos comparar. Não posso pegar a melhor atleta e comparar com o Bolt. São diferentes. Essa comparação não vai nos levar a nada. Essa comparação não é saudável. Dentro da CBF somos um só. Não existe essa rivalidade”, afirmou o comandante.

Neymar adota o silêncio, é vaiado no DF e só fala via redes sociais

Silêncio. Foi o que o atacante Neymar adotou desde o tropeço da Seleção Brasileira Masculina de Futebol diante do Iraque, no empate por 0 a 0 em Brasília, domingo. Ontem, tanto no embarque da equipe no Distrito Federal quanto na chegada a Salvador – local da partida de amanhã, contra a Dinamarca –, o jogador do Barcelona evitou a imprensa e até mesmo a torcida, que o vaiou em solo brasiliense, mas o aplaudiu na capital baiana.

A única manifestação de Neymar ontem foi nas redes sociais, ao parabenizar a judoca Rafaela Silva pelo ouro. “Parabéns pela medalha e pela realização do teu sonho”, disse.

Todo o grupo verde e amarelo preferiu seguir o exemplo de Neymar e se calar. É complicada a situação na qual a Seleção se colocou: tem de vencer os dinamarqueses para depender só de si e seguir viva na Olimpíada.



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