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S.Caetano pode adotar lei do silêncio


Edélcio Cândido
Do Diário do Grande ABC

27/04/2001 | 01:02


A comissão técnica do São Caetano pode adotar a estratégia de silenciar o serviço de som do estádio Anacleto Campanella, sábado, às 16h, no confronto decisivo contra o União Barbarense. A medida pode parecer até banal, mas a definição sai nesta sexta pela manhã depois do treino tático. Afinal, o Azulão (22 pontos) precisa derrotar o União (16) e torcer por tropeços do Rio Branco (25) diante da Ponte Preta (28) e do Botafogo (18) contra a Portuguesa (21), no Canindé. Serão três partidas decisivas ao mesmo tempo – 270 minutos de bola em jogo – que determinarão o quarto e último semifinalista da Série A-1 do Paulistão. O empate com gols já garante o Rio Branco, e a Ponte Preta luta pelo 1º lugar da semifinal.

Alguns dos membros da comissão técnica e dos jogadores admitem que as informações dos resultados dos outros dois jogos, pelo serviço de alto-falante, pode tirar a concentração do São Caetano. “Já pensou o Rio Branco sair na frente em cima da Ponte? A comunicação do resultado pode ser uma ducha de água fria sobre os nossos jogadores”, disse o assessor de imprensa do Azulão, Primo Ribeiro. Ansioso, o supervisor Carlos Eiki levará seu potente radinho de pilha, com dez faixas, para acompanhar “tudo em cima do lance”.

O técnico Jair Picerni não se opõe a nada. Prefere manter o curso normal dos treinos. “Temos de fazer o resultado positivo aqui e esquecer o resto”, afirmou. O goleiro Luciano prefere jogar de olho nos outros jogos. “Não vai atrapalhar em nada”. O atacante Wágner admite que o “silêncio” poderia ser melhor. “O som pode ficar desligado, mas a torcida estará ligada nos radinhos de pilhas e vai fazer barulho”, afirmou Wágner.

De volta – Já o atacante Sinval não perde tempo com esse detalhe de liberar ou não o som no estádio. “Temos de ganhar. Que adianta esperar pelos outros e não fazermos a nossa parte?”. Depois de ficar ausente contra o Santos, Sinval está de volta e não acredita em especulações de que a Ponte Preta possa favorecer o Rio Branco, isto é, um empate com gols que classificariam os dois times. “Não acredito nisso. São dois times da mesma região e existe uma certa rivalidade entre eles. Em rivalidade eu acredito e muito”, afirmou Sinval.



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