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PF abre inquérito para investigar morte de Celso Daniel


Do Diário OnLine
Com Diário do Grande ABC

24/01/2002 | 03:26


Diante das suspeitas de que o assassinato de Celso Daniel teve motivação política, a Polícia Federal abriu um inquérito para apurar o caso. O diretor-geral da PF, Agílio Monteiro Filho, determinou que a Delegacia de Ordem Política e Social da corporação em São Paulo tome parte nas investigações. O delegado Hermes Rubens Siviero Júnior vai presidir o inquérito, que leva o número 5/2002.

Hermes Rubens Siviero Júnior acompanha o caso desde sexta-feira, quando Celso Daniel foi seqüestrado. O delegado da PF ouviu o primeiro depoimento do empresário Sérgio Gomes da Silva, entre a noite de sexta (18) e a madrugada de sábado (19). Silva dava carona a Celso Daniel quando ocorreu o seqüestro.

O amigo íntimo e ex-assessor de Celso foi ouvido durante mais de seis horas na terça-feira pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil. Mas a Polícia Federal também vai querer ouvi-lo.

A PF já havia aberto um inquérito para investigar as ameaças recebidas pelo correio eletrônico do deputado Aloízio Mercadante (PT-SP). Rastreamento feito pela PF aponta que as mensagens eletrônicas partiram do provedor de Internet do jornal A Tribuna de Santos às 3h29 do dia 10 de dezembro.

O jornal já liberou o acesso dos peritos da PF a seus computadores. No entanto, não foi possível identificar a origem da mensagem.

Entrada constitucional - Agílio Monteiro Filho atendeu a uma ordem do ministro da Justiça, Aloysio Nunes Ferreira. O inquérito federal foi aberto com base no artigo 109 da Constituição, que define a competência da PF para investigar 'crime político'.

A Associação dos Juizes Federais distribuiu uma nota no começo desta semana por meio da qual sustenta que "há vários indícios que tornam plausível a hipótese de crime político". Para o presidente da associação, juiz Flávio Dino, "a atuação da Polícia Federal neste caso é imperativa."



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