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Alunos se arriscam ao atravessar rua em Sto.André


Bruno Ribeiro
Especial para o Diário

10/09/2005 | 07:42


Cerca de 800 alunos de ensino básico e fundamental do Colégio Etip, na avenida Lino Jardim, na Vila Bastos, em Santo André, têm a paciência testada todos os dias ao atravessar a rua. A via é movimentada, recebe fluxo de outras duas ruas, e não há intervalo para a passagem dos pedestres na faixa.

O colégio funciona no local há oito anos. A direção diz que solicita a instalação de um semáforo para pedestres à Prefeitura há pelo menos 12 meses, mas que não tem conseguido um retorno positivo. "A gente precisa de um farol urgentemente. As crianças já chegaram a ficar 15 minutos esperando para atravessar", conta a relações públicas do colégio, Terezinha Rizzo Abrell. A diretora, Tereza Viera de Carvalho, conta que foi feito um abaixo-assinado com 900 assinaturas pedindo a colocação do semáforo, mas a única resposta obtida teria sido um aviso de recebimento. "Aqui na escola, ensinamos as leis de trânsito para as crianças. Mas elas saem da aula com tudo na teoria e na primeira rua que atravessam já percebem que na prática as coisas não são assim. Fica difícil", lamenta a diretora.

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Os pais dos estudantes mostram-se preocupados com a falta de segurança. "Os alunos precisavam atravessar a rua para ir na outra unidade da escola. Era um perigo. Essa rua é quase uma via expressa e não tem nem lombada para controlar a velocidade. Tem criança muito pequena que vai para a escola sozinha. Parece que só quando acontecer alguma coisa mais séria é que as autoridades vão fazer alguma coisa para melhorar a segurança", diz a dona-de-casa Rosa Ribeiro, mãe de uma aluna do ensino médio.

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Embora a saída da turma da manhã seja complicada, as diretoras dizem que o horário mais crítico é por volta das 18h. "Aí, temos a saída da turma da tarde, a entrada da turma da noite e o maior fluxo de trânsito na rua", conta Terezinha. Os alunos concordam que o semáforo é necessário. "Eu e minhas amigas ficamos plantadas aqui esperando um espaço entre os carros para atravessar", reclama uma aluna do ensino médio.

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A Prefeitura de Santo André informou que já foi feito um estudo em frente ao colégio, e que a colocação de um semáforo não seria a solução para o caso. No entanto, um outro estudo estaria em curso para reavaliar toda a avenida Lino Jardim. A Prefeitura diz que neste novo estudo, que deve ficar pronto dentro de 30 dias, haverá a proposição de mudanças que devem resolver o problema dos alunos.

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Córrego desbarranca e deixa casas sob risco em Sto.André\r\n

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Rodrigo Cipriano<br>Do Diário do Grande ABC",1]);//-->

O portão de saída dos alunos do ensino fundamental foi transferido para uma rua lateral para tentar amenizar o problema, mas de qualquer forma as crianças precisam retornar à Lino Jardim para atravessar. A diretora diz também que nem uma placa de trânsito com o aviso de área escolar a Prefeitura se dispôs a colocar.

Os pais dos estudantes mostram-se preocupados com a falta de segurança. "Os alunos precisavam atravessar a rua para ir na outra unidade da escola. Era um perigo. Essa rua é quase uma via expressa e não tem nem lombada para controlar a velocidade. Tem criança muito pequena que vai para a escola sozinha. Parece que só quando acontecer alguma coisa mais séria é que as autoridades vão fazer alguma coisa para melhorar a segurança", diz a dona-de-casa Rosa Ribeiro, mãe de uma aluna do ensino médio.

Embora a saída da turma da manhã seja complicada, as diretoras dizem que o horário mais crítico é por volta das 18h. "Aí, temos a saída da turma da tarde, a entrada da turma da noite e o maior fluxo de trânsito na rua", conta Terezinha. Os alunos concordam que o semáforo é necessário. "Eu e minhas amigas ficamos plantadas aqui esperando um espaço entre os carros para atravessar", reclama uma aluna do ensino médio.

A Prefeitura de Santo André informou que já foi feito um estudo em frente ao colégio, e que a colocação de um semáforo não seria a solução para o caso. No entanto, um outro estudo estaria em curso para reavaliar toda a avenida Lino Jardim. A Prefeitura diz que neste novo estudo, que deve ficar pronto dentro de 30 dias, haverá a proposição de mudanças que devem resolver o problema dos alunos.



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