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Famílias deixam lixão do Alvarenga até dezembro

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

26/09/2012 | 07:00


Onze anos após ser fechada, a área onde funcionou o lixão do Alvarenga, localizada em São Bernardo e Diadema e que recebeu detritos irregulares por 29 anos, começará a passar por estudo detalhado a partir da próxima semana. Com isso, a expectativa da Prefeitura é remover as 99 famílias que ainda moram no local - e incluí-las no bolsa aluguel - até o fim do ano.

Durante vistoria, realizada na manhã de ontem, o prefeito Luiz Marinho destacou que essas famílias serão beneficiadas por convênio com o governo federal para implantação do programa Minha Casa, Minha Vida Manancial. O projeto, que ainda está em fase de tratativas, será destinado a famílias com renda mensal de zero a três salários-mínimos, explica o secretário adjunto de Habitação, Paulo Massoca.

Os trabalhos de remediação terão início em 2013 e levarão cerca de 18 meses para serem concluídos. Além de recuperação do solo e do lençol freático, após isolamento do lixo, que em alguns pontos atinge 25 metros de profundidade, será feita captação e tratamento do chorume, dos gases gerados pela decomposição do lixo e da água contaminada. Segundo o secretário de Planejamento Urbano e Ação Regional, Alfredo Luiz Buso, foram identificadas duas nascentes.

A área de 250 mil m² receberá espécie de reserva ecológica em 36 meses. Para isso, serão investidos R$ 70 milhões, fruto de PPP (Parceria Público-Privada) com o Consórcio SBC Valorização de Resíduos.

A partir de 2014 está previsto início da construção da Usina Verde, capaz de incinerar lixo e produzir energia a partir desse processo. A previsão é de que o empreendimento seja finalizada no fim de 2015 e custe cerca de R$ 600 milhões. Quando estiver em operação, o equipamento vai gerar 30 megawatts de energia por hora, suficientes para abastecer cidade do tamanho de Diadema. A ideia é utilizar a energia na iluminação de ruas e prédios públicos.

O antigo lixão foi fechado após sentença que condenou, em 2000, os dois municípios a removerem o lixo existente e a restaurarem as condições originais. O processo se arrastou por 21 anos.



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Famílias deixam lixão do Alvarenga até dezembro

Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

26/09/2012 | 07:00


Onze anos após ser fechada, a área onde funcionou o lixão do Alvarenga, localizada em São Bernardo e Diadema e que recebeu detritos irregulares por 29 anos, começará a passar por estudo detalhado a partir da próxima semana. Com isso, a expectativa da Prefeitura é remover as 99 famílias que ainda moram no local - e incluí-las no bolsa aluguel - até o fim do ano.

Durante vistoria, realizada na manhã de ontem, o prefeito Luiz Marinho destacou que essas famílias serão beneficiadas por convênio com o governo federal para implantação do programa Minha Casa, Minha Vida Manancial. O projeto, que ainda está em fase de tratativas, será destinado a famílias com renda mensal de zero a três salários-mínimos, explica o secretário adjunto de Habitação, Paulo Massoca.

Os trabalhos de remediação terão início em 2013 e levarão cerca de 18 meses para serem concluídos. Além de recuperação do solo e do lençol freático, após isolamento do lixo, que em alguns pontos atinge 25 metros de profundidade, será feita captação e tratamento do chorume, dos gases gerados pela decomposição do lixo e da água contaminada. Segundo o secretário de Planejamento Urbano e Ação Regional, Alfredo Luiz Buso, foram identificadas duas nascentes.

A área de 250 mil m² receberá espécie de reserva ecológica em 36 meses. Para isso, serão investidos R$ 70 milhões, fruto de PPP (Parceria Público-Privada) com o Consórcio SBC Valorização de Resíduos.

A partir de 2014 está previsto início da construção da Usina Verde, capaz de incinerar lixo e produzir energia a partir desse processo. A previsão é de que o empreendimento seja finalizada no fim de 2015 e custe cerca de R$ 600 milhões. Quando estiver em operação, o equipamento vai gerar 30 megawatts de energia por hora, suficientes para abastecer cidade do tamanho de Diadema. A ideia é utilizar a energia na iluminação de ruas e prédios públicos.

O antigo lixão foi fechado após sentença que condenou, em 2000, os dois municípios a removerem o lixo existente e a restaurarem as condições originais. O processo se arrastou por 21 anos.

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