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Rick Astley, ídolo do pop inglês, volta com novo CD


Patrícia Vilani
Do Diário do Grande ABC

07/09/2002 | 16:30


Em época de saudosismo da música mundial – Elvis Presley, por exemplo, está de volta às paradas – um ídolo da dance music pinçado do fim dos anos 80 e início dos 90 reciclou seu repertório e, assim, reapareceu de um semi-anonimato de 10 anos. O artista em questão é o inglês Rick Astley, que com o sucesso Sleeping tenta alavancar seu novo álbum, Keep It Turned On.

Sleeping já está nas rádios e, pelo que Keep It Turned On apresenta, logo Astley emplacará outras canções. Seu som resulta de uma gostosa mistura de pop inglês, dance, soul e alto astral. Wanna Believe You e Don’t Ask são duas provas de seu estilo inconfundível e meio eclético. Até suas baladinhas mais românticas, como What You See Is What You Don’t Get, Breathe e One Night Stand, são suportáveis.

O mauricinho Astley jura que, durante esses 10 anos longe das gravações, não ficou afastado da música. Fez pesquisas e experimentações em um estúdio particular ao lado de amigos e, assim, criou aos poucos as faixas de Keep It Turned On: “Usei esse tempo afastado para produzir sem pressa nem objetivos imediatos”.

Mas há algo a ser esclarecido sobre sua saída repentina dos palcos. Em 1994, depois de oito singles seguidos – entre eles, Never Gonna Give You Up, Cry for Help e Whenever You Need Somebody – alcançarem o topo das paradas inglesas, Astley, então com 28 anos, interrompeu repentinamente sua carreira. Sua filha havia nascido e ele decidiu passar mais tempo com a família.

A verdade é que Astley já não suportava mais o universo pop e a crítica, que o encarava como um produto de nomes fortes da indústria fonográfica – ele havia sido apadrinhado por Pete Waterman, o mesmo que lançou Kylie Minogue e Jason Donovan. A saída de cena foi gradual: começou com o álbum independente Free (1991), cujo título (liberdade) é sintomático. Nele, Astley fez as pazes com o soul, sua grande paixão. E, depois de alguns discos com menor repercussão, sumiu. Daqueles tempos, Astley dispensa o rótulo e só guarda a boa música.



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Rick Astley, ídolo do pop inglês, volta com novo CD

Patrícia Vilani
Do Diário do Grande ABC

07/09/2002 | 16:30


Em época de saudosismo da música mundial – Elvis Presley, por exemplo, está de volta às paradas – um ídolo da dance music pinçado do fim dos anos 80 e início dos 90 reciclou seu repertório e, assim, reapareceu de um semi-anonimato de 10 anos. O artista em questão é o inglês Rick Astley, que com o sucesso Sleeping tenta alavancar seu novo álbum, Keep It Turned On.

Sleeping já está nas rádios e, pelo que Keep It Turned On apresenta, logo Astley emplacará outras canções. Seu som resulta de uma gostosa mistura de pop inglês, dance, soul e alto astral. Wanna Believe You e Don’t Ask são duas provas de seu estilo inconfundível e meio eclético. Até suas baladinhas mais românticas, como What You See Is What You Don’t Get, Breathe e One Night Stand, são suportáveis.

O mauricinho Astley jura que, durante esses 10 anos longe das gravações, não ficou afastado da música. Fez pesquisas e experimentações em um estúdio particular ao lado de amigos e, assim, criou aos poucos as faixas de Keep It Turned On: “Usei esse tempo afastado para produzir sem pressa nem objetivos imediatos”.

Mas há algo a ser esclarecido sobre sua saída repentina dos palcos. Em 1994, depois de oito singles seguidos – entre eles, Never Gonna Give You Up, Cry for Help e Whenever You Need Somebody – alcançarem o topo das paradas inglesas, Astley, então com 28 anos, interrompeu repentinamente sua carreira. Sua filha havia nascido e ele decidiu passar mais tempo com a família.

A verdade é que Astley já não suportava mais o universo pop e a crítica, que o encarava como um produto de nomes fortes da indústria fonográfica – ele havia sido apadrinhado por Pete Waterman, o mesmo que lançou Kylie Minogue e Jason Donovan. A saída de cena foi gradual: começou com o álbum independente Free (1991), cujo título (liberdade) é sintomático. Nele, Astley fez as pazes com o soul, sua grande paixão. E, depois de alguns discos com menor repercussão, sumiu. Daqueles tempos, Astley dispensa o rótulo e só guarda a boa música.

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