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Brasil encara clássico em busca de redenção nas Eliminatórias

Ricardo Trida/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Depois de dois jogos ruins, time de Dunga conta
com volta de Neymar e desfalques da Argentina


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

12/11/2015 | 07:00


Os dois primeiros jogos nas Eliminatórias deixaram o brasileiro preocupado com o desempenho da Seleção comandada por Dunga, que sucumbiu diante do Chile – derrota por 2 a 0 – e, mesmo em casa, encontrou certa resistência para superar a frágil Venezuela – 3 a 1. Hoje, às 22h, contra a Argentina, no Monumental de Nuñez, em Bueno Aires, dois motivos aumentam a esperança em resgatar o bom futebol do Brasil: a volta de Neymar e os importantes desfalques dos hermanos.

A Argentina também não vive grande fase e tropeçou no início da Eliminatória – derrota em casa para o Equador (2 a 0) e empate sem gols contra o Paraguai. Para piorar, o técnico Gerardo Martino não terá três de seus principais jogadores: Messi, Aguero e Tevez, além dos defensores Pablo Zabaleta e Ezequiel Garay, o que teoricamente torna o Brasil favorito. Não para Dunga, que minimizou as ausências do rival.

“A Argentina foi vice-campeã mundial, tem trabalho de dez anos, quase os mesmos jogadores. Então isso já demonstra a dificuldade. Nós não tivemos o Neymar nos dois primeiros jogos e nem por isso se falou que o time adversário teria vantagem”, comparou Dunga.

Mas é óbvio que o retorno de Neymar traz confiança para a Seleção Brasileira. Os próprios companheiros admitem que apenas a presença do craque em campo abre espaços e a bela fase que o atacante do Barcelona vive pode ser determinante para grande atuação em Buenos Aires.

Dunga fechou novamente o treino da Seleção Brasileira realizado ontem pela manhã na Arena do Corinthians, em Itaquera, e não deu pistas do time que joga. As principais dúvidas são no gol, onde Alisson aparece com ligeiro favoritismo sobre Jefferson e Cássio, na armação, entre Oscar e Lucas Lima, e no ataque, setor em que Douglas Costa, Hulk e Ricardo Oliveira brigam por uma vaga ao lado de Neymar e William.



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Brasil encara clássico em busca de redenção nas Eliminatórias

Depois de dois jogos ruins, time de Dunga conta
com volta de Neymar e desfalques da Argentina

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

12/11/2015 | 07:00


Os dois primeiros jogos nas Eliminatórias deixaram o brasileiro preocupado com o desempenho da Seleção comandada por Dunga, que sucumbiu diante do Chile – derrota por 2 a 0 – e, mesmo em casa, encontrou certa resistência para superar a frágil Venezuela – 3 a 1. Hoje, às 22h, contra a Argentina, no Monumental de Nuñez, em Bueno Aires, dois motivos aumentam a esperança em resgatar o bom futebol do Brasil: a volta de Neymar e os importantes desfalques dos hermanos.

A Argentina também não vive grande fase e tropeçou no início da Eliminatória – derrota em casa para o Equador (2 a 0) e empate sem gols contra o Paraguai. Para piorar, o técnico Gerardo Martino não terá três de seus principais jogadores: Messi, Aguero e Tevez, além dos defensores Pablo Zabaleta e Ezequiel Garay, o que teoricamente torna o Brasil favorito. Não para Dunga, que minimizou as ausências do rival.

“A Argentina foi vice-campeã mundial, tem trabalho de dez anos, quase os mesmos jogadores. Então isso já demonstra a dificuldade. Nós não tivemos o Neymar nos dois primeiros jogos e nem por isso se falou que o time adversário teria vantagem”, comparou Dunga.

Mas é óbvio que o retorno de Neymar traz confiança para a Seleção Brasileira. Os próprios companheiros admitem que apenas a presença do craque em campo abre espaços e a bela fase que o atacante do Barcelona vive pode ser determinante para grande atuação em Buenos Aires.

Dunga fechou novamente o treino da Seleção Brasileira realizado ontem pela manhã na Arena do Corinthians, em Itaquera, e não deu pistas do time que joga. As principais dúvidas são no gol, onde Alisson aparece com ligeiro favoritismo sobre Jefferson e Cássio, na armação, entre Oscar e Lucas Lima, e no ataque, setor em que Douglas Costa, Hulk e Ricardo Oliveira brigam por uma vaga ao lado de Neymar e William.

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