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Megadeth empolga fãs de trash metal


Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

09/06/2008 | 07:06


As luzes se apagam e, às 22h15, o grupo norte-americano Megadeth sobe ao palco, soltando seu primeiro riff de guitarra. Sleepwalker foi a canção escolhida para dar início ao show realizado na última sexta-feira, no Credicard Hall, em São Paulo.

Liderada por Dave Mustaine, a banda, que já teve diversas formações e comemora 25 anos de carreira em sua sexta passagem pelo País, mostrou que sabe muito bem o que faz quando o assunto é rock'n'roll.

Com cerca de 5.000 pagantes, segundo divulgou a organização, o show promoveu seu mais recente álbum, batizado de United Abominations (2007). Emendaram na seqüência da abertura Wake Up Dead, a clássica Take No Prisoners e Skin O' My Teeth, esta cantada por todos os presentes.

Durante a nova canção Washington is Next, Dave Mustaine, que ainda não havia falado com o público, começou a sentir problemas em sua guitarra. Logo na introdução da canção seguinte, a banda abandonou o palco durante 30 minutos por conta de problemas técnicos. O público esfriou, reclamou bastante e vaiou.

Resolvidas as falhas, o conjunto voltou aos microfones e executou por inteiro a canção Kick the Chair. A trupe emendou Hangar 18, do clássico álbum Rust in Peace, que trouxe a banda ao Brasil pela primeira vez em 1991, durante o festival Rock in Rio II.

Só então Mustaine desculpou-se pelos problemas técnicos, alegou querer fazer o melhor som possível e seguiu o set list com a música She Wolf.

Um dos pontos altos da noite foi a execução da belíssima A Tout Le Monde. Tornado of Souls mostrou que o quarteto formado pela voz e guitarra do líder e por James Lomenzo (baixo), Shawn Drover (bateria) e Chris Broderick (guitarra) continuam em perfeito sincronismo com sua música.

Já nos último momentos da apresentação, Mustaine agradeceu ao público guardando uma bandeira do Brasil que havia sido jogada ao palco, apresentou os músicos que o acompanharam, empunhou sua guitarra e soltou a poderosa Holy Wars...The Punishment Due, encerrando o belo concerto de rock à meia-noite em ponto.



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Megadeth empolga fãs de trash metal

Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

09/06/2008 | 07:06


As luzes se apagam e, às 22h15, o grupo norte-americano Megadeth sobe ao palco, soltando seu primeiro riff de guitarra. Sleepwalker foi a canção escolhida para dar início ao show realizado na última sexta-feira, no Credicard Hall, em São Paulo.

Liderada por Dave Mustaine, a banda, que já teve diversas formações e comemora 25 anos de carreira em sua sexta passagem pelo País, mostrou que sabe muito bem o que faz quando o assunto é rock'n'roll.

Com cerca de 5.000 pagantes, segundo divulgou a organização, o show promoveu seu mais recente álbum, batizado de United Abominations (2007). Emendaram na seqüência da abertura Wake Up Dead, a clássica Take No Prisoners e Skin O' My Teeth, esta cantada por todos os presentes.

Durante a nova canção Washington is Next, Dave Mustaine, que ainda não havia falado com o público, começou a sentir problemas em sua guitarra. Logo na introdução da canção seguinte, a banda abandonou o palco durante 30 minutos por conta de problemas técnicos. O público esfriou, reclamou bastante e vaiou.

Resolvidas as falhas, o conjunto voltou aos microfones e executou por inteiro a canção Kick the Chair. A trupe emendou Hangar 18, do clássico álbum Rust in Peace, que trouxe a banda ao Brasil pela primeira vez em 1991, durante o festival Rock in Rio II.

Só então Mustaine desculpou-se pelos problemas técnicos, alegou querer fazer o melhor som possível e seguiu o set list com a música She Wolf.

Um dos pontos altos da noite foi a execução da belíssima A Tout Le Monde. Tornado of Souls mostrou que o quarteto formado pela voz e guitarra do líder e por James Lomenzo (baixo), Shawn Drover (bateria) e Chris Broderick (guitarra) continuam em perfeito sincronismo com sua música.

Já nos último momentos da apresentação, Mustaine agradeceu ao público guardando uma bandeira do Brasil que havia sido jogada ao palco, apresentou os músicos que o acompanharam, empunhou sua guitarra e soltou a poderosa Holy Wars...The Punishment Due, encerrando o belo concerto de rock à meia-noite em ponto.

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