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Bruxa procura sucessora


Juliana Ravelli
Do Diário do Grande ABC

27/02/2011 | 07:00


Nem toda feiticeira é má. Algumas são bem legais, como a protagonista de Lili, a Bruxa - O Dragão e o Livro Mágico (Knister, WMF Martins Fontes, 200 págs, R$ 34,50). Na trama, Surulunda Knorx é dona de um poderoso livro mágico. Com a ajuda do dragão voador Heitor, fiel companheiro, tenta manter o objeto em segurança.

O problema é que a bruxa está ficando caduca e, por isso, tem medo de não conseguir proteger o livro do perigoso feiticeiro Jerônimo. O maldoso o quer para dominar o mundo. Para impedir o plano terrível, Surulunda deve encontrar urgentemente uma sucessora. É nessa hora que surge Lili.

Beatriz Valentim, 11 anos, de São Caetano, leu a obra e adorou. "O dragão cai na casa da menina e diz que ela tem poucas horas para provar que é digna de virar bruxa", conta.

Durante a aventura, Lili se mete em muitas confusões por causa do tal livro mágico. "Sem querer, ela transforma um bando de macacos em cabras. Brinquedos ganham vida. Tudo vira a maior bagunça. É um livro bem engraçado", afirma Beatriz. Mas será que a garota vira bruxa? Só lendo para saber.

A obra faz sucesso no mundo todo, sendo traduzida para 35 idiomas. Inspirou o filme A Bruxinha e o Dragão, que estreou em 2010 no Brasil e já está disponível em DVD. Dá para conferir o trailer na internet. A continuação para a telona deve ficar pronta neste ano e o novo livro está previsto para o segundo semestre, com o título Lili, a Bruxa no Castelo de Drácula.

 

Princesa descobre a importância da leitura

Apesar de boa e inteligente, Rosa nunca se interessou por livros. Os pais tentaram incentivá-la, mas nada a fez mudar de ideia. Em A Princesa que não Queria Aprender a Ler (FTD, 40 págs, R$ 28), a garota descobre a importância da leitura do pior jeito.

Após se perder na floresta, é aprisionada na caverna da bruxa má Serpentina. Para ganhar liberdade, precisa ler a poesia gravada na parede do lugar. No entanto, Rosa não sabe decifrar as palavras para felicidade da feiticeira.Por sorte, a princesa tem um grande amigo, o gato Chiado; esse, sim, gosta de ler. Graças ao bichano, a garota aprende a lição.

O livro de Heloisa Prieto é adaptação de um conto de fadas português. Faz parte do livro que ela ganhou na infância. Naquela época, os adultos imaginavam que a menina Heloisa era parecida com a princesa: agitada demais para ler.

 

Bicho de estimação não é brinquedo

Os irmãos Nica e Lalo sempre desejaram ter um animalzinho em casa. Assim, ganharam dos pais a cadela Caramelo. No começo, acreditaram que seria moleza criá-la. Que nada. Em Ganhar, Amar, Cuidar (Jeosafá Fernandes Gonçalves, Editora Noovha América, 24 págs, R$ 24) a dupla aprende que bicho de estimação não é brinquedo.

Nica e Lalo achavam que os adultos exageravam nos conselhos. Preferiam que Caramelo vivesse livre nas ruas e fizesse as próprias escolhas. No entanto, aos poucos percebem que os donos são responsáveis pela educação do bicho.

Não adianta apenas brincar com a cadela. É preciso ter responsabilidade: dar banho, alimentação correta, atenção, além de levá-la ao veterinário e limpar a sujeira. Ao notar os erros, os irmãos entendem que amar significa cuidar bem.

 

Árvore ganha história em HQ

Que a Floresta Amazônica é gigantesca, você já sabe. Trata-se do maior bioma da Terra. O que talvez desconheça é que uma única espécie de árvore se transformou em motivo de batalhas, roubo e enriquecimento de muitas pessoas. A história é contada em Seringueira (Fabiana Werneck Barcinski, WMF Martins Fontes, 48 págs, R$ 30).

O livro é adaptação em HQ do programa Um Pé de Quê?, apresentado no canal Futura. Revela curiosidades superbacanas da árvore que vive até 200 anos. Da seringueira o homem retira o látex usado para fazer borracha. Na realidade, antes dos europeus chegarem à região amazônica há centenas de anos, os índios já o aproveitavam para fazer calçados e bolas.

O látex da seringueira transformou-se em preciosidade mundial apenas no século 19, com o maior desenvolvimento das indústrias e de grandes invenções, como os automóveis. O Brasil ganhou muito dinheiro, mas a riqueza não durou muito tempo. Um espertalhão levou sementes para a Malásia, que torno-se principal produtora de látex. Mas a história não acaba por aí.



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Bruxa procura sucessora

Juliana Ravelli
Do Diário do Grande ABC

27/02/2011 | 07:00


Nem toda feiticeira é má. Algumas são bem legais, como a protagonista de Lili, a Bruxa - O Dragão e o Livro Mágico (Knister, WMF Martins Fontes, 200 págs, R$ 34,50). Na trama, Surulunda Knorx é dona de um poderoso livro mágico. Com a ajuda do dragão voador Heitor, fiel companheiro, tenta manter o objeto em segurança.

O problema é que a bruxa está ficando caduca e, por isso, tem medo de não conseguir proteger o livro do perigoso feiticeiro Jerônimo. O maldoso o quer para dominar o mundo. Para impedir o plano terrível, Surulunda deve encontrar urgentemente uma sucessora. É nessa hora que surge Lili.

Beatriz Valentim, 11 anos, de São Caetano, leu a obra e adorou. "O dragão cai na casa da menina e diz que ela tem poucas horas para provar que é digna de virar bruxa", conta.

Durante a aventura, Lili se mete em muitas confusões por causa do tal livro mágico. "Sem querer, ela transforma um bando de macacos em cabras. Brinquedos ganham vida. Tudo vira a maior bagunça. É um livro bem engraçado", afirma Beatriz. Mas será que a garota vira bruxa? Só lendo para saber.

A obra faz sucesso no mundo todo, sendo traduzida para 35 idiomas. Inspirou o filme A Bruxinha e o Dragão, que estreou em 2010 no Brasil e já está disponível em DVD. Dá para conferir o trailer na internet. A continuação para a telona deve ficar pronta neste ano e o novo livro está previsto para o segundo semestre, com o título Lili, a Bruxa no Castelo de Drácula.

 

Princesa descobre a importância da leitura

Apesar de boa e inteligente, Rosa nunca se interessou por livros. Os pais tentaram incentivá-la, mas nada a fez mudar de ideia. Em A Princesa que não Queria Aprender a Ler (FTD, 40 págs, R$ 28), a garota descobre a importância da leitura do pior jeito.

Após se perder na floresta, é aprisionada na caverna da bruxa má Serpentina. Para ganhar liberdade, precisa ler a poesia gravada na parede do lugar. No entanto, Rosa não sabe decifrar as palavras para felicidade da feiticeira.Por sorte, a princesa tem um grande amigo, o gato Chiado; esse, sim, gosta de ler. Graças ao bichano, a garota aprende a lição.

O livro de Heloisa Prieto é adaptação de um conto de fadas português. Faz parte do livro que ela ganhou na infância. Naquela época, os adultos imaginavam que a menina Heloisa era parecida com a princesa: agitada demais para ler.

 

Bicho de estimação não é brinquedo

Os irmãos Nica e Lalo sempre desejaram ter um animalzinho em casa. Assim, ganharam dos pais a cadela Caramelo. No começo, acreditaram que seria moleza criá-la. Que nada. Em Ganhar, Amar, Cuidar (Jeosafá Fernandes Gonçalves, Editora Noovha América, 24 págs, R$ 24) a dupla aprende que bicho de estimação não é brinquedo.

Nica e Lalo achavam que os adultos exageravam nos conselhos. Preferiam que Caramelo vivesse livre nas ruas e fizesse as próprias escolhas. No entanto, aos poucos percebem que os donos são responsáveis pela educação do bicho.

Não adianta apenas brincar com a cadela. É preciso ter responsabilidade: dar banho, alimentação correta, atenção, além de levá-la ao veterinário e limpar a sujeira. Ao notar os erros, os irmãos entendem que amar significa cuidar bem.

 

Árvore ganha história em HQ

Que a Floresta Amazônica é gigantesca, você já sabe. Trata-se do maior bioma da Terra. O que talvez desconheça é que uma única espécie de árvore se transformou em motivo de batalhas, roubo e enriquecimento de muitas pessoas. A história é contada em Seringueira (Fabiana Werneck Barcinski, WMF Martins Fontes, 48 págs, R$ 30).

O livro é adaptação em HQ do programa Um Pé de Quê?, apresentado no canal Futura. Revela curiosidades superbacanas da árvore que vive até 200 anos. Da seringueira o homem retira o látex usado para fazer borracha. Na realidade, antes dos europeus chegarem à região amazônica há centenas de anos, os índios já o aproveitavam para fazer calçados e bolas.

O látex da seringueira transformou-se em preciosidade mundial apenas no século 19, com o maior desenvolvimento das indústrias e de grandes invenções, como os automóveis. O Brasil ganhou muito dinheiro, mas a riqueza não durou muito tempo. Um espertalhão levou sementes para a Malásia, que torno-se principal produtora de látex. Mas a história não acaba por aí.

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