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Backup e sobrevivência empresarial

Não se trata de palavra da moda no mundo corporativo, mas de necessidade inerente ao avanço tecnológico do qual desfrutam empresas...


Dgabc

01/09/2012 | 00:00


Artigo

Backup e sobrevivência empresarial

Não se trata de palavra da moda no mundo corporativo, mas de necessidade inerente ao avanço tecnológico do qual desfrutam empresas, administrações tributárias e até mesmo o consumidor pessoa física. O backup de dados faz parte do cotidiano de todos, ou ao menos deveria. Sua importância extrapolou as fronteiras das empresas, e deve estar previsto nas contingências anuais não como gasto, mas como investimento. Digo isso por conta de diversos exemplos fatídicos ocorridos na história recente, que mostram a fragilidade da guarda de informações estratégicas.

Do episódio do World Trade Center, nos Estados Unidos, em 11 de setembro de 2001, passando pelo desabamento dos edifícios no Rio de Janeiro, em 25 de janeiro, até o desmoronamento de lajes num prédio comercial de São Bernardo, em 6 de fevereiro, muitas empresas simplesmente perderam informações importantes, ou mesmo sumiram do mapa, assim como as diversas vidas ceifadas. Como garantir que mesmo com fatalidades imprevisíveis uma empresa possa continuar operando no menor espaço de tempo?

Uma das histórias de empresas que estavam no prédio, no Rio de Janeiro, são exemplos reais que precisamos saber. A companhia realizava o procedimento de backup corretamente, mas justo no dia do desabamento, um dos funcionários precisou levar o HD para a sede. Com o equipamento dentro do prédio no momento do acidente, tudo foi perdido.

Ao analisar tal episódio, precisamos fazer alguns questionamentos. Se amanhã, ao chegar perto do local da sua empresa, verificar que ocorre um incêndio que a afetará, qual processo foi definido para resguardar as informações que estão fisicamente nela localizadas? Existe algum backup de processos críticos, localizado fora da empresa? Esse backup é valido? Existe alguma rotina para realizar testes de recuperação? E, na pior das hipóteses, se houver perda de dados, o que fazer daqui para frente? A empresa sobreviverá após a perda das informações? Qual o período máximo que poderá ficar indisponível?

Para as empresas, investir tempo e dinheiro é fundamental para garantir a segurança das informações e continuidade das operações. Eis a diferença entre sorte e azar. É essencial ser rápido e não deixar sua empresa despreparada para sobreviver a toda sorte de incidentes. Afinal, o tempo passa e corremos grandes riscos de esquecer essas importantes demandas.

Carlos Meni é presidente da Prosoft Tecnologia.

Palavra do Leitor

Onze de Preto

Os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal protagonizam o que se pode chamar de filme sem legenda. No País dos tupiniquins, um espectador em especial já sabe o conteúdo de toda a fala, padrinho que é de seis dos 11 ministros do vão maior, hiato jurídico do acusatório e o punitivo: o Supremo Tribunal Federal. Eles todos representam o ápice da compreensão do que pode ser legal: a Justiça maior. Porém, Lula ainda é tido como o ‘excelso', praticante contumaz do ‘para os amigos' pode tudo, para os adversários, ‘só o que a lei determina'. Aos homens de bem deste País, que se levantem ou se manifestem a favor da verdade, punindo os que devem! Não permitam que o Brasil, perdido no seu entendimento, termine sem defensores. Não liguem se Lula, ainda se recuperando de provação, acredite em seu devaneio de sofismas. A Justiça tem de se antecipar a tudo isso, e o STF não pode se render a uma simples cesta de enganação. Que Deus os ilumine, senhores ministros!

Paulo Rogério Bolas, Santo André

Capital - 1

Coisas da política. Aquilo que parecia impossível, aconteceu! De acordo com as últimas pesquisas, Celso Russomanno disparou na corrida para a prefeitura de São Paulo. Assim, a disputa nas urnas em 7 de outubro parece que será entre ele e Fernando Haddad. Pode?

José Marques, Capital

Capital - 2

Não entendo o ‘raciocínio' dos que se manifestam nas pesquisas! Por que Serra tem 43% de rejeição? Estão decepcionados por que ele nunca roubou, mensalou, martaxou ou praticou malfeitos? Esqueceram que fez ótima administração e, quando ministro da Saúde, foi ele quem criou os medicamentos genéricos, que custam só uma fração dos ‘de marca'? Que males ele fez à cidade?

Mário A. Dente, Capital

Linha 064

Há anos tenho usado o canal de reclamações da EMTU para queixar-me da linha intermunicipal 064 (São Caetano - Mauá/Vila Mercedes) da Viação Ribeirão Pires, pois os atrasos são constantes, mas nenhuma medida efetiva foi tomada até agora. Chego a esperar até 40 minutos por linha que tem intervalo médio de nove minutos no horário da manhã. A alegação mais comum da EMTU é o congestionamento das vias, mas todas as outras linhas passam, inclusive as de intervalo maior, algumas vindas de destinos mais distantes. O curioso é que quando passa um carro, este vem, às vezes, junto com outro da mesma linha. Absurdo! Isso quando não passa ônibus reservado, o que é de certa forma comum. Além disso, boa parte dos coletivos é mal conservada e suja, deixando mãos e roupas imundas. Peço a sensibilidade por parte das autoridades competentes para tornar o transporte público eficiente, ou mais pessoas se sacrificarão para ter seu meio de transporte individual e piorar ainda mais o trânsito das cidades, exceto aqueles que continuarão tendo que conviver com tamanho desrespeito.

Carlos Henrique Migliorim, Santo André

Saúde doente

Meu pai está internado na Santa Casa de Santo André, com câncer de próstata. Só que lá não tem oncologista e não conseguem transferi-lo para nenhum outro hospital! Estamos abandonados pela Saúde pública. Meu pai estava aguardando há um mês para fazer a biópsia, agendada para ontem, mas não foi realizada, pois o único médico apto a fazer está de licença. Não fomos avisados! Meu pai chegou a ser levado ao Hospital Mário Covas, mas teve de retornar, sem atendimento! Já liguei na ouvidoria dos hospitais, para o Ministério da Saúde, apelei para os políticos, mas até agora nenhum retorno. Meu pai está morrendo por causa da burocracia e descaso de Santo André e deste País com a Saúde. Gostaria que meu apelo fosse atendido.

Maria Clara Rocca, Santo André



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