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FHC defende papel do FMI em reunião política na Espanha


Da AFP

01/11/2003 | 16:28


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu o papel do Fundo Monetário Internacional (FMI) nas economias emergentes, neste sábado, após o primeiro dia de encontro do Clube de Madri, cujo tema foi FMI e Democracia. Cerca de 26 ex-chefes de estado e de governo das Américas, Europa, África e Ásia participam do encontro na capital espanhola.

Em entrevista coletiva no final do primeiro dia de discussões, FHC disse que o objetivo da reunião “não é transformar o FMI em um bode expiatório de todas as culpas". Segundo ele, os ex-chefes de governo vão analisar "não apenas o papel técnico do FMI, mas também as conseqüências de suas políticas para o fortalecimento da democracia".

FHC disse que as análises servirão para "ver como está funcionando (o FMI) e aproveitar as lições da história para propor algumas reformas (...) com o objetivo de considerar as conseqüências das políticas econômicas no fortalecimento da democracia".

Além dos ex-dirigentes, cerca de 30 assessores e especialistas de instituições financeiras internacionais e universidades participam do foro do Clube de Madri, cujos debates abordarão os casos de Brasil, Polônia e Coréia do Sul.

Entre os assistentes estão o economista inglês John Williamson, artífice do consenso de Washington (1989), o diretor de Relações Externas do Fundo, Thomas Dawson; o diretor do bureau de avaliação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Stephen Quick; o presidente da Rockefeller Foundation, Gordon Conway; e a secretária executiva da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), Alecia Bárcena.

O encontro também reunirá os ex-presidentes Patricio Alwiyn e Eduardo Frei (Chile), Belisario Betancur, César Gaviria e Andrés Pastrana (Colômbia), Leopoldo Calvo Sotelo, Felipe González e Adolfo Suárez (Espanha), Leonel Fernández (República Dominicana), José María Figueres (Costa Rica), Osvaldo Hurtado (Equador), Ernesto Zedillo (México) e Jorge Quiroga (Bolívia).

Participam ainda Mary Robinson, ex-presidente da Irlanda, o secretário-geral da Liga Árabe, o egípcio Amr Mussa, e o ex-premier francês Lionel Jospin.

O Clube de Madri é um organismo criado em maio de 2002 que Fernando Henrique definiu como uma "ONG", integrada por mais de 35 ex-chefes de Estado e de Governo, cujo principal objetivo é trabalhar pela democracia.



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