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Chuva atrapalha, mas Nadal bate compatriota e estreia com vitória no Rio

Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


17/02/2016 | 00:25


Grande favorito ao título, o espanhol Rafael Nadal largou bem no Rio Open e estreou com vitória na noite desta terça-feira. A chuva bem que tentou incomodar e chegou a interromper o confronto no intervalo do primeiro para o segundo set, mas nada que atrapalhasse o número 5 do mundo, que levou a melhor sobre seu compatriota Pablo Carreño Busta por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 6/4.

Campeão do torneio em 2014, o cabeça de chave número 1 agora segue em busca de seu segundo título e depois de passar pelo 66.º do ranking da ATP, terá pela frente outro compatriota. Seu adversário será Nicolás Almagro, número 53 do mundo, que venceu nesta terça o também espanhol Daniel Muñoz de la Nava por 2 sets a 1, com parciais de 6/1, 3/6 e 6/4.

O primeiro set de Nadal foi praticamente perfeito. O espanhol impôs seu conhecido jogo fortíssimo no fundo de quadra, encaixou seguidos golpes vencedores e levou a parcial como quis. Logo no primeiro game no saque de Busta, foi atrás da quebra. Repetiu a dose no sexto game e fez com que o adversário não vencesse nenhum game no segundo serviço para fechar com tranquilidade.

Mas no intervalo do primeiro para o segundo set, a chuva apertou. E como já se tornou comum nesta edição do Rio Open, os organizadores tiveram que interromper a partida. Após mais de uma hora de paralisação e da manifestação do desejo dos tenistas de retornar à quadra, o duelo recomeçou.

A segunda parcial foi bem diferente da primeira. Nadal até conseguiu uma quebra logo no terceiro game, mas a pausa pareceu ter feito bem para Busta, que se recuperou e devolveu logo no game seguinte.

A chuva, então, voltou a apertar, mas os dois tenistas mantiveram o desejo de seguir o confronto, mesmo que as condições estivessem longe das ideais. Talvez isso explique a atuação irregular de ambos, porque a sequência de quebras continuou: Nadal venceu no saque do adversário no quinto game, mas teve a resposta logo na sequência.

Busta se viu no jogo e se animou. Passou a abusar das deixadinhas e incomodou Nadal. Só que seguia irregular e teve seu saque quebrado novamente no sétimo game. A partir daí, o favorito da competição não daria mais chances ao compatriota, venceu os últimos games em seu serviço e confirmou o triunfo.

GUGA HOMENAGEADO - Também na noite desta terça-feira, a organização do torneio homenageou Gustavo Kuerten. Três vezes campeão de Roland Garros - 1997, 2000 e 2001 -, o maior tenista brasileiro de todos os tempos foi escolhido para batizar a quadra central do Rio Open com seu nome e recebeu uma placa pelos seus feitos. Emocionado, ele pediu que novos talentos surjam com mais frequência no País.

"A gente tem que buscar mais consistência na nossa história, essas homenagens têm conseguido martelar isso. Quanto mais a gente entender do tênis e das dificuldades para chegar a essas conquistas, mais valor a gente vai dar para isso. Aí, vamos ficar menos refém. Precisamos de mais jogadores que façam diferença para o nosso País no cenário internacional", disse.



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Chuva atrapalha, mas Nadal bate compatriota e estreia com vitória no Rio


17/02/2016 | 00:25


Grande favorito ao título, o espanhol Rafael Nadal largou bem no Rio Open e estreou com vitória na noite desta terça-feira. A chuva bem que tentou incomodar e chegou a interromper o confronto no intervalo do primeiro para o segundo set, mas nada que atrapalhasse o número 5 do mundo, que levou a melhor sobre seu compatriota Pablo Carreño Busta por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 6/4.

Campeão do torneio em 2014, o cabeça de chave número 1 agora segue em busca de seu segundo título e depois de passar pelo 66.º do ranking da ATP, terá pela frente outro compatriota. Seu adversário será Nicolás Almagro, número 53 do mundo, que venceu nesta terça o também espanhol Daniel Muñoz de la Nava por 2 sets a 1, com parciais de 6/1, 3/6 e 6/4.

O primeiro set de Nadal foi praticamente perfeito. O espanhol impôs seu conhecido jogo fortíssimo no fundo de quadra, encaixou seguidos golpes vencedores e levou a parcial como quis. Logo no primeiro game no saque de Busta, foi atrás da quebra. Repetiu a dose no sexto game e fez com que o adversário não vencesse nenhum game no segundo serviço para fechar com tranquilidade.

Mas no intervalo do primeiro para o segundo set, a chuva apertou. E como já se tornou comum nesta edição do Rio Open, os organizadores tiveram que interromper a partida. Após mais de uma hora de paralisação e da manifestação do desejo dos tenistas de retornar à quadra, o duelo recomeçou.

A segunda parcial foi bem diferente da primeira. Nadal até conseguiu uma quebra logo no terceiro game, mas a pausa pareceu ter feito bem para Busta, que se recuperou e devolveu logo no game seguinte.

A chuva, então, voltou a apertar, mas os dois tenistas mantiveram o desejo de seguir o confronto, mesmo que as condições estivessem longe das ideais. Talvez isso explique a atuação irregular de ambos, porque a sequência de quebras continuou: Nadal venceu no saque do adversário no quinto game, mas teve a resposta logo na sequência.

Busta se viu no jogo e se animou. Passou a abusar das deixadinhas e incomodou Nadal. Só que seguia irregular e teve seu saque quebrado novamente no sétimo game. A partir daí, o favorito da competição não daria mais chances ao compatriota, venceu os últimos games em seu serviço e confirmou o triunfo.

GUGA HOMENAGEADO - Também na noite desta terça-feira, a organização do torneio homenageou Gustavo Kuerten. Três vezes campeão de Roland Garros - 1997, 2000 e 2001 -, o maior tenista brasileiro de todos os tempos foi escolhido para batizar a quadra central do Rio Open com seu nome e recebeu uma placa pelos seus feitos. Emocionado, ele pediu que novos talentos surjam com mais frequência no País.

"A gente tem que buscar mais consistência na nossa história, essas homenagens têm conseguido martelar isso. Quanto mais a gente entender do tênis e das dificuldades para chegar a essas conquistas, mais valor a gente vai dar para isso. Aí, vamos ficar menos refém. Precisamos de mais jogadores que façam diferença para o nosso País no cenário internacional", disse.

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