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Sem escolha, pacientes do Nardini compram remédios

Estoque de medicamentos continua baixo e nem mesmo simples fórmulas estão disponíveis à população


Vanessa Fajardo
Do Diário do Grande ABC

31/08/2008 | 07:14


Pacientes atendidos ontem no Hospital Radamés Nardini, em Mauá, tiveram de comprar na farmácia os medicamentos prescritos pelos médicos. O estoque de remédios continua baixo e nem mesmo simples fórmulas, como a dipirona, estão disponíveis à população. A maioria deixou o hospital com apenas a receita nas mãos.

O ajudante Anderson Costa, 29 anos, está com pneumonia. Após sair da consulta, foi comprar os remédios indicados: dipirona e azitromicina (antibiótico). "Tive de emprestar R$ 19 para comprá-los. Não tinha dinheiro."

Há 25 anos o farmacêutico Duval Duarte, 68, trabalha em uma farmácia em frente ao hospital. Ele conta que muitos pacientes vão até o estabelecimento para cotar os medicamentos. "Passamos os preços, sugerimos os genéricos que são mais baratos, mas só cerca de 10% dos pacientes fazem a compra. Percebemos que a grande maioria não tem condições. Se todo mundo que saísse do Nardini sem remédio comprasse aqui, o dono da farmácia já estaria rico."

A previsão do secretário de Saúde, Valdir Russo, é que a situação comece a melhorar a partir de amanhã, quando está previsto o início do fornecimento de remédios do contrato emergencial assinado anteontem na ordem de R$ 1,2 milhão. O primeiro contrato, com a Home Care, foi rompido por falta de pagamento. A dívida é de R$ 4 milhões.



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Sem escolha, pacientes do Nardini compram remédios

Estoque de medicamentos continua baixo e nem mesmo simples fórmulas estão disponíveis à população

Vanessa Fajardo
Do Diário do Grande ABC

31/08/2008 | 07:14


Pacientes atendidos ontem no Hospital Radamés Nardini, em Mauá, tiveram de comprar na farmácia os medicamentos prescritos pelos médicos. O estoque de remédios continua baixo e nem mesmo simples fórmulas, como a dipirona, estão disponíveis à população. A maioria deixou o hospital com apenas a receita nas mãos.

O ajudante Anderson Costa, 29 anos, está com pneumonia. Após sair da consulta, foi comprar os remédios indicados: dipirona e azitromicina (antibiótico). "Tive de emprestar R$ 19 para comprá-los. Não tinha dinheiro."

Há 25 anos o farmacêutico Duval Duarte, 68, trabalha em uma farmácia em frente ao hospital. Ele conta que muitos pacientes vão até o estabelecimento para cotar os medicamentos. "Passamos os preços, sugerimos os genéricos que são mais baratos, mas só cerca de 10% dos pacientes fazem a compra. Percebemos que a grande maioria não tem condições. Se todo mundo que saísse do Nardini sem remédio comprasse aqui, o dono da farmácia já estaria rico."

A previsão do secretário de Saúde, Valdir Russo, é que a situação comece a melhorar a partir de amanhã, quando está previsto o início do fornecimento de remédios do contrato emergencial assinado anteontem na ordem de R$ 1,2 milhão. O primeiro contrato, com a Home Care, foi rompido por falta de pagamento. A dívida é de R$ 4 milhões.

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