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Sem Dedimar, Valdomiro quer ser a arma do Sto.André na bola parada


Analy Cristofani
Do Diário do Grande ABC

18/06/2005 | 08:00


A bola parada sempre foi arma nos pés - e nas cabeças - dos jogadores do Santo André. O capitão Dedimar é o especialista no assunto, o batedor oficial de faltas e escanteios da equipe. Mas nem a sua ausência por contusão tem tirado o brilho do elenco no quesito. Na vitória contra o Ituano, que abriu a nona rodada, uma jogada de escanteio fez o Ramalhão somar mais três pontos na competição e seguir líder.

Assim, o setor defensivo do time do Grande ABC já pode se gabar não apenas por dar conta do recado - até agora o time levou apenas oito gols -, mas por ajudar a equipe lá na frente, com gols que têm sido importantes. O zagueiro Valdomiro, que fez sua estréia contra o Gama, promete dar trabalho aos adversários quando seu time tiver uma oportunidade de bola parada.

"Sempre que tiver uma bola parada, vou lá na área. Trabalho com seriedade e quero ajudar o Santo André a se manter líder e invicto. Se puder ajudar lá na frente, estou pronto", disse Valdomiro, que vê seu potencial reconhecido nas mãos dos treinadores. "Todos os times em que passei fiz gol de cabeça".

Os jogadores do Santo André ganharam o fim de semana de folga e acompanham o restante da nona rodada de camarote. Sem poder ser alcançado por qualquer adversário, a equipe do Grande ABC permanece com 21 pontos - o segundo colocado, Santa Cruz, tem 17 e joga neste sábado contra o São Raimundo. Mesmo que vença, não consegue alcançar o Ramalhão.

Nesta sexta, antes de ser dispensado pelo técnico Sérgio Soares, o grupo fez um jogo-treino contra o Pão de Açúcar, em São Paulo. O treinador quer usar esse período para dar entrosamento ao elenco, que não pára de receber novos jogadores. O último a chegar foi o volante Careca. O Ramalhão venceu o Pão de Açúcar por 2 a 1, com gols de Rodrigão e Ramalho. Fumaça descontou.

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Verdão e Vasco: duelo com cabeças a prêmio

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Analy Cristofani<br>Do Diário do Grande \r\nABC

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Quando o juiz Wilson de Souza Mendonça apitar o início do \r\njogo entre Palmeiras e Vasco, no Parque Antártica, às 16h deste sábado, os \r\ntécnicos das duas equipes sabem que estarão no limite para manter o emprego no \r\nCampeonato Brasileiro. Tanto no alviverde quanto na equipe carioca, outro \r\nresultado adverso pode significar a queda do comando. E, mesmo sabendo disso, o \r\ntécnico Paulo Bonamigo garante estar tranqüilo para uma possível reviravolta. \r\n"Esse jogo pode ser o meu limite. Desde que cheguei ao time, não fugi da \r\nresponsabilidade, mas sinto que a equipe tem tudo para arrancar e conseguir uma \r\nseqüência de vitórias que melhorem nossa situação", prevê o comandante da equipe \r\ndo Palestra.

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Do outro lado, a situação é bastante parecida. O técnico \r\nDário Lourenço estuda uma maneira de bater o Palmeiras fora de casa para salvar \r\no seu cargo. A demissão só não teria acontecido ainda porque a diretoria entende \r\nque não há substituto para o treinador no mercado.

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O Vasco ocupa a 15ª colocação do Brasileiro, com apenas \r\noito pontos. Precisa, de qualquer maneira, pontuar para se afastar da zona de \r\nrebaixamento. A situação do Palmeiras não é nada diferente. Na 16ª posição, tem \r\nsete pontos e só venceu duas vezes em casa na competição.

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Apesar da pressão, Bonamigo conta com o apoio dos atletas \r\nque assumiram, na quinta-feira, a responsabilidade pelos resultados, tirando \r\nqualquer culpa das costas do treinador. O meia Juninho e o goleiro Sérgio foram, \r\ninclusive, consultados pela diretoria após a derrota para o Goiás sobre o \r\ntrabalho do técnico. Eles deram total respaldo ao chefe, que agradeceu o apoio, \r\nmas também assumiu sua parcela de culpa pelo momento atravessado pelo \r\nclube.",1]);//-->

Sérgio Soares treinou com Júlio César (depois Júnior Costa), Alexandre, Da Guia (Maxsandro), Diego Padilha, Valdomiro (Galiardo) e Galego (André Luiz); Ramalho (Rodrigo Sá), Marquinhos (Ronaldo), Rafinha (Edmílson), Rodrigão (Éverton e depois Daniel) e Sandro Gaúcho (Jaques).



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Sem Dedimar, Valdomiro quer ser a arma do Sto.André na bola parada

Analy Cristofani
Do Diário do Grande ABC

18/06/2005 | 08:00


A bola parada sempre foi arma nos pés - e nas cabeças - dos jogadores do Santo André. O capitão Dedimar é o especialista no assunto, o batedor oficial de faltas e escanteios da equipe. Mas nem a sua ausência por contusão tem tirado o brilho do elenco no quesito. Na vitória contra o Ituano, que abriu a nona rodada, uma jogada de escanteio fez o Ramalhão somar mais três pontos na competição e seguir líder.

Assim, o setor defensivo do time do Grande ABC já pode se gabar não apenas por dar conta do recado - até agora o time levou apenas oito gols -, mas por ajudar a equipe lá na frente, com gols que têm sido importantes. O zagueiro Valdomiro, que fez sua estréia contra o Gama, promete dar trabalho aos adversários quando seu time tiver uma oportunidade de bola parada.

"Sempre que tiver uma bola parada, vou lá na área. Trabalho com seriedade e quero ajudar o Santo André a se manter líder e invicto. Se puder ajudar lá na frente, estou pronto", disse Valdomiro, que vê seu potencial reconhecido nas mãos dos treinadores. "Todos os times em que passei fiz gol de cabeça".

Os jogadores do Santo André ganharam o fim de semana de folga e acompanham o restante da nona rodada de camarote. Sem poder ser alcançado por qualquer adversário, a equipe do Grande ABC permanece com 21 pontos - o segundo colocado, Santa Cruz, tem 17 e joga neste sábado contra o São Raimundo. Mesmo que vença, não consegue alcançar o Ramalhão.

Nesta sexta, antes de ser dispensado pelo técnico Sérgio Soares, o grupo fez um jogo-treino contra o Pão de Açúcar, em São Paulo. O treinador quer usar esse período para dar entrosamento ao elenco, que não pára de receber novos jogadores. O último a chegar foi o volante Careca. O Ramalhão venceu o Pão de Açúcar por 2 a 1, com gols de Rodrigão e Ramalho. Fumaça descontou.

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Quando o juiz Wilson de Souza Mendonça apitar o início do \r\njogo entre Palmeiras e Vasco, no Parque Antártica, às 16h deste sábado, os \r\ntécnicos das duas equipes sabem que estarão no limite para manter o emprego no \r\nCampeonato Brasileiro. Tanto no alviverde quanto na equipe carioca, outro \r\nresultado adverso pode significar a queda do comando. E, mesmo sabendo disso, o \r\ntécnico Paulo Bonamigo garante estar tranqüilo para uma possível reviravolta. \r\n"Esse jogo pode ser o meu limite. Desde que cheguei ao time, não fugi da \r\nresponsabilidade, mas sinto que a equipe tem tudo para arrancar e conseguir uma \r\nseqüência de vitórias que melhorem nossa situação", prevê o comandante da equipe \r\ndo Palestra.

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Do outro lado, a situação é bastante parecida. O técnico \r\nDário Lourenço estuda uma maneira de bater o Palmeiras fora de casa para salvar \r\no seu cargo. A demissão só não teria acontecido ainda porque a diretoria entende \r\nque não há substituto para o treinador no mercado.

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O Vasco ocupa a 15ª colocação do Brasileiro, com apenas \r\noito pontos. Precisa, de qualquer maneira, pontuar para se afastar da zona de \r\nrebaixamento. A situação do Palmeiras não é nada diferente. Na 16ª posição, tem \r\nsete pontos e só venceu duas vezes em casa na competição.

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Apesar da pressão, Bonamigo conta com o apoio dos atletas \r\nque assumiram, na quinta-feira, a responsabilidade pelos resultados, tirando \r\nqualquer culpa das costas do treinador. O meia Juninho e o goleiro Sérgio foram, \r\ninclusive, consultados pela diretoria após a derrota para o Goiás sobre o \r\ntrabalho do técnico. Eles deram total respaldo ao chefe, que agradeceu o apoio, \r\nmas também assumiu sua parcela de culpa pelo momento atravessado pelo \r\nclube.",1]);//-->

Sérgio Soares treinou com Júlio César (depois Júnior Costa), Alexandre, Da Guia (Maxsandro), Diego Padilha, Valdomiro (Galiardo) e Galego (André Luiz); Ramalho (Rodrigo Sá), Marquinhos (Ronaldo), Rafinha (Edmílson), Rodrigão (Éverton e depois Daniel) e Sandro Gaúcho (Jaques).

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