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Melhores do Idesp têm empenho dos professores

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Natália Fernandjes e Guilherme Monfardini

03/04/2013 | 07:00


Comprometimento de gestores, professores e alunos, além de infraestrutura adequada, são fatores comuns entre as melhores escolas do Grande ABC segundo o Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo). Tanto a EE Yolanda Ascêncio, em São Caetano, que obteve melhor nota no 3º ano do Ensino Médio, quanto a líder entre as melhores do 9º ano do Ensino Fundamental, a EE Antônio Lucas, em Rio Grande da Serra, se destacam pela qualidade do ensino e organização escolar.

O Idesp é composto pelas médias obtidas pelos alunos em testes de Português e Matemática e inclui também variáveis como evasão escolar e frequência.

Na unidade de São Caetano, por exemplo, desavisados tendem a crer que trata-se de escola municipal ou até mesmo privada. Isso porque, além de os alunos usarem uniforme cedido pela prefeitura, o prédio escolar não apresenta nenhum dano estrutural. "As melhorias começaram a aparecer no ano passado a partir da cobrança dos estudantes", observa a jovem Ariany Cristina, 16 anos, aluna do 3º ano do Ensino Médio.

O único problema da escola, segundo os alunos, é o laboratório de Química, que está fechado. Quanto a isso, a Secretaria de Estado da Educação promete que as aulas práticas terão início nos próximos dias, após compra de materiais pedagógicos necessários.

Para os pais, é reconfortante saber que os filhos estudam em unidade adequada. Segundo a artista plástica Elaine Nini, 36, há necessidade, no entanto, de maior participação dos responsáveis no ambiente escolar.

Em Rio Grande da Serra, a EE Antônio Lucas, no Jardim Novo Horizonte, recebe alunos de todos os bairros da cidade. Isso em virtude da boa fama e da qualidade das aulas, acreditam os pais. "Além de o ensino ser bom, a direção é rigorosa com o comportamento", destaca a dona de casa Simone Lopes, 36, mãe de três estudantes.

Apesar de pequena, a unidade dispõe de biblioteca e laboratório de informática adequados, segundo os alunos. Há quadra coberta e a escola foi recentemente pintada.

Para a jovem Talita Soares, 13, do 9º ano do Ensino Fundamental, merece destaque o comprometimento dos profissionais, em especial os professores. "Eles geralmente vêm de outra cidade e bem informados", diz.

OUTRO LADO

Entre as escolas com as piores notas no Idesp merece destaque problemas estruturais e falta de interesse de professores e alunos. Essa é a visão de pais de estudantes da EE José Daniel da Silveira, no Jardim Zaíra, em Mauá.

"Principalmente à noite faltam professores e os alunos também não se interessam muito", considera a técnica em segurança do trabalho Francisca Márcia dos Santos, 37, que tem dois filhos na escola.

Segundo o Estado, está em andamento processo de atribuição de aulas na unidade. A unidade dispõe de oito professores eventuais para cobrir aulas e faltas pontuais de docentes titulares e licenças de até 15 dias. Foi destacado que todo o conteúdo não ministrado é reposto.

Para reverter o problema da falta de professores foram nomeados 208 profissionais para atuarem no Grande ABC a partir deste ano. Além disso, está prevista abertura de concurso no segundo semestre para o Magistério.



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Melhores do Idesp têm empenho dos professores

Natália Fernandjes e Guilherme Monfardini

03/04/2013 | 07:00


Comprometimento de gestores, professores e alunos, além de infraestrutura adequada, são fatores comuns entre as melhores escolas do Grande ABC segundo o Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo). Tanto a EE Yolanda Ascêncio, em São Caetano, que obteve melhor nota no 3º ano do Ensino Médio, quanto a líder entre as melhores do 9º ano do Ensino Fundamental, a EE Antônio Lucas, em Rio Grande da Serra, se destacam pela qualidade do ensino e organização escolar.

O Idesp é composto pelas médias obtidas pelos alunos em testes de Português e Matemática e inclui também variáveis como evasão escolar e frequência.

Na unidade de São Caetano, por exemplo, desavisados tendem a crer que trata-se de escola municipal ou até mesmo privada. Isso porque, além de os alunos usarem uniforme cedido pela prefeitura, o prédio escolar não apresenta nenhum dano estrutural. "As melhorias começaram a aparecer no ano passado a partir da cobrança dos estudantes", observa a jovem Ariany Cristina, 16 anos, aluna do 3º ano do Ensino Médio.

O único problema da escola, segundo os alunos, é o laboratório de Química, que está fechado. Quanto a isso, a Secretaria de Estado da Educação promete que as aulas práticas terão início nos próximos dias, após compra de materiais pedagógicos necessários.

Para os pais, é reconfortante saber que os filhos estudam em unidade adequada. Segundo a artista plástica Elaine Nini, 36, há necessidade, no entanto, de maior participação dos responsáveis no ambiente escolar.

Em Rio Grande da Serra, a EE Antônio Lucas, no Jardim Novo Horizonte, recebe alunos de todos os bairros da cidade. Isso em virtude da boa fama e da qualidade das aulas, acreditam os pais. "Além de o ensino ser bom, a direção é rigorosa com o comportamento", destaca a dona de casa Simone Lopes, 36, mãe de três estudantes.

Apesar de pequena, a unidade dispõe de biblioteca e laboratório de informática adequados, segundo os alunos. Há quadra coberta e a escola foi recentemente pintada.

Para a jovem Talita Soares, 13, do 9º ano do Ensino Fundamental, merece destaque o comprometimento dos profissionais, em especial os professores. "Eles geralmente vêm de outra cidade e bem informados", diz.

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Entre as escolas com as piores notas no Idesp merece destaque problemas estruturais e falta de interesse de professores e alunos. Essa é a visão de pais de estudantes da EE José Daniel da Silveira, no Jardim Zaíra, em Mauá.

"Principalmente à noite faltam professores e os alunos também não se interessam muito", considera a técnica em segurança do trabalho Francisca Márcia dos Santos, 37, que tem dois filhos na escola.

Segundo o Estado, está em andamento processo de atribuição de aulas na unidade. A unidade dispõe de oito professores eventuais para cobrir aulas e faltas pontuais de docentes titulares e licenças de até 15 dias. Foi destacado que todo o conteúdo não ministrado é reposto.

Para reverter o problema da falta de professores foram nomeados 208 profissionais para atuarem no Grande ABC a partir deste ano. Além disso, está prevista abertura de concurso no segundo semestre para o Magistério.

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