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Moradores usam água de vazamento em casa

Andréa Iseki/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Natália Fernandjes
para o Diário

19/02/2013 | 07:00


Moradores de 20 residências do bairro Baeta Neves, em São Bernardo, recorreram a baldes abastecidos com água que jorrava de vazamento para realizar tarefas básicas do dia a dia. Isso porque as famílias ficaram sem abastecimento entre a tarde de sexta-feira e ontem devido a uma perfuração acidental ocasionada na rede de água da Rua Engenheiro Massinet Soranelli, na altura do número 45. O conserto foi realizado por volta das 16h.

O desabastecimento atingiu tanto quem mora na via onde ocorreu o problema quanto na Rua Dona Júlia Cezar Ferreira. Conforme explica a babá Roseli Ferraz de Aquino, 56 anos, o problema foi ocasionado por funcionários de uma obra para construção de prédio comercial. Com o fim da água da caixa, a alternativa encontrada pelos moradores para suprir necessidades como banho, limpeza de louça, quintal e banheiro foi reaproveitar a água que vazava sem parar na calçada.

Uma pizzaria também foi prejudicada e deixou de funcionar no sábado e domingo. "É um absurdo porque água é praticamente ouro em muitos lugares e aqui está sendo desperdiçada", destaca a enfermeira desempregada Tatiana da Silva Ferria, 31. Além do transtorno enfrentado com o filho de 1 ano e 2 meses, a revolta da moradora é com a desconfiança de que o prejuízo não será descontado na conta do próximo mês.

A dona de casa Patrícia Bortotto da Silva, 38, lembra que esta é a segunda vez em menos de um ano que a comunidade sofre com vazamentos na Rua Engenheiro Massinet Soranelli. "A gente sabe que problemas acontecem, mas não dá para ficar tanto tempo assim sem água."

Os vizinhos disseram ter entrado em contato com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) inúmeras vezes desde a sexta-feira até a resolução do problema, na tarde de ontem. "Foi dado prazo de 48 horas, mas a equipe só apareceu hoje (ontem) à tarde", diz Roseli, que foi obrigada a carregar baldes cheios de água, apesar de estar com uma das costelas quebrada.

A Sabesp informou que esteve ontem no local e solucionou o problema. A autarquia destacou ainda que a reposição da calçada do imóvel onde foi constatado vazamento será executada no prazo de 72 horas.



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Moradores usam água de vazamento em casa

Natália Fernandjes
para o Diário

19/02/2013 | 07:00


Moradores de 20 residências do bairro Baeta Neves, em São Bernardo, recorreram a baldes abastecidos com água que jorrava de vazamento para realizar tarefas básicas do dia a dia. Isso porque as famílias ficaram sem abastecimento entre a tarde de sexta-feira e ontem devido a uma perfuração acidental ocasionada na rede de água da Rua Engenheiro Massinet Soranelli, na altura do número 45. O conserto foi realizado por volta das 16h.

O desabastecimento atingiu tanto quem mora na via onde ocorreu o problema quanto na Rua Dona Júlia Cezar Ferreira. Conforme explica a babá Roseli Ferraz de Aquino, 56 anos, o problema foi ocasionado por funcionários de uma obra para construção de prédio comercial. Com o fim da água da caixa, a alternativa encontrada pelos moradores para suprir necessidades como banho, limpeza de louça, quintal e banheiro foi reaproveitar a água que vazava sem parar na calçada.

Uma pizzaria também foi prejudicada e deixou de funcionar no sábado e domingo. "É um absurdo porque água é praticamente ouro em muitos lugares e aqui está sendo desperdiçada", destaca a enfermeira desempregada Tatiana da Silva Ferria, 31. Além do transtorno enfrentado com o filho de 1 ano e 2 meses, a revolta da moradora é com a desconfiança de que o prejuízo não será descontado na conta do próximo mês.

A dona de casa Patrícia Bortotto da Silva, 38, lembra que esta é a segunda vez em menos de um ano que a comunidade sofre com vazamentos na Rua Engenheiro Massinet Soranelli. "A gente sabe que problemas acontecem, mas não dá para ficar tanto tempo assim sem água."

Os vizinhos disseram ter entrado em contato com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) inúmeras vezes desde a sexta-feira até a resolução do problema, na tarde de ontem. "Foi dado prazo de 48 horas, mas a equipe só apareceu hoje (ontem) à tarde", diz Roseli, que foi obrigada a carregar baldes cheios de água, apesar de estar com uma das costelas quebrada.

A Sabesp informou que esteve ontem no local e solucionou o problema. A autarquia destacou ainda que a reposição da calçada do imóvel onde foi constatado vazamento será executada no prazo de 72 horas.

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