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Sosp faz estudo para sair
do aluguel de R$ 100 mil

Secretaria de Obras e Serviços Públicos de Santo André
despende valor há três anos após deixar o prédio próprio


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

07/01/2013 | 06:55


A Secretaria de Obras e Serviços Públicos da Prefeitura de Santo André, chefiada por Paulinho Serra (PSD), elaborou estudo para sair do aluguel na Rua Catequese, bairro Jardim. A Pasta despende R$ 100 mil ao mês somente com a despesa. O levantamento está pronto para execução, considerado financeiramente viável pagar por novo prédio, custeando, segundo o pessedista, praticamente valor aproximado da locação num período de quatro anos com edifício que, ao fim da mudança, torna-se patrimônio público.

O projeto prevê gasto de R$ 6 milhões por outro espaço, caso se restrinja a Sosp, só que dobrando o valor se englobar as demais duas Pastas que hoje ocupam o prédio - estão alocadas também Educação e Desenvolvimento Econômico. A proposta será apresentada oficialmente hoje ao prefeito Carlos Grana (PT) numa reunião com o primeiro escalão. O encontro servirá justamente para os secretários mostrarem o que é possível realizar de efetivo nos primeiros 100 dias de administração petista.

A decisão política sobre a eventual mudança agora cabe ao gabinete de Grana. Paulinho sustentou que o plano ostenta a construção da sede visando a economia do dinheiro público ao avaliar o desperdício mensal de manter a Pasta locada em área nobre. "É compensador. Dinheiro de aluguel não volta aos cofres da municipalidade. Em quatro anos, o prédio (erguido) se paga. Se o governo anterior (Aidan Ravin, PTB) tivesse adotado essa atitude já teria quitado." Sem contabilizar reajuste, a Sosp gastaria R$ 4,8 milhões no quadriênio.

Duas áreas estão na rota do projeto, dependendo, entre outros aspectos, se as três secretarias tomarão a postura em conjunto - as outras Pastas não definiram o rumo com relação à sede. Um dos pontos fica nas redondezas da Avenida Industrial. Possivelmente, num espaço doado, próximo do antigo conjunto habitacional Iapi. A proposta chegou a ser cogitada pelo ex-secretário de Obras Alberto Casalinho, entretanto não se efetivou no período do mandato petebista.

Até 2009, a Sosp era abrigada em prédio municipal, na Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, na região da Vila Luzita. O espaço foi desocupado para dar lugar a um dos principais projetos do ex-prefeito petebista: o Poupatempo da Saúde, que, no governo Grana, perderá essa nomenclatura, passando a ser denominado somente AME (Ambulatório Médico de Especialidades), equipamento originário do governo do Estado.

 

EM ANÁLISE

O edifício na esquina da Rua Catequese com a Avenida Padre Anchieta é totalmente ocupado pela Prefeitura, sendo seis andares direcionados para Educação, quatro para Obras e um exclusivo para Desenvolvimento Econômico. O valor do aluguel é proporcional às salas ocupadas pelas secretarias.

Questionado na sexta-feira, Grana afirmou que o plano será avaliado, contudo evitou se posicionar sobre o assunto, pois, até àquela ocasião, o estudo ainda não havia sido encaminhado às suas mãos.

 

 



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