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Leo da Apraespi cobra espaço e diz que futuro está indefinido em 2016

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vice evita cravar apoio a Saulo na eleição e espera maior atuação na gestão


Caio dos Reis
Especial para o Diário

13/07/2015 | 07:00


Vice-prefeita de Ribeirão Pires e secretária de Educação, Leonice Moura, a Leo da Apraespi (PSC), ainda não definiu a situação política para o pleito de 2016, evitando cravar continuidade de apoio ao prefeito Saulo Benevides (PMDB), que concorrerá à reeleição.

“A discussão já foi iniciada tanto com o prefeito quanto o partido. Depende da minha vontade e da vontade dele (Saulo) também. Não faço política sozinha, então tenho que discutir com o meu grupo e vou acatar o que for melhor para nós todos”, analisou Leo, que ficará 20 dias à frente da Prefeitura por férias do peemedebista.

Em março, Saulo falou ao Diário que o posto de vice em sua chapa à reeleição estava em aberto, causando mal-estar com Leo.

Quatro meses depois, Leo cobrou maior participação do governo, alegando que hoje ela tem autonomia apenas na área de Educação. “A vice-prefeita está fechada apenas na Educação. Nós temos de ter mais participação. Falta espaço, mas não como secretária, como vice-prefeita. São necessárias mais discussões principalmente nesse aspecto. Com isso, posso cobrar mais e contribuir mais para a cidade.”

Em 2016, Saulo deve enfrentar concorrência do ex-prefeito Clóvis Volpi (PTB), do ex-prefeito de Rio Grande da Serra Adler Kiko Teixeira (próximo do PSDB), do ex-vice de Ribeirão Edinaldo de Menezes, o Dedé (PPS), e de um candidato petista, que pode ser o vereador Renato Foresto (PT).

Leo disse que recebeu convites para candidatura majoritária, mas não revelou as legendas. “Está muito indefinido ainda e é difícil fazer qualquer projeção. Além dos nomes mais conhecidos, temos alguns novos aparecendo. Se a gente for listar, deve ter uns 30 (candidatos)”, comparou.

A rejeição de 47,5% de Saulo, apontada pelo levantamento do DGABC Pesquisas, feito a pedido do Diário em fevereiro, ainda tem chance de ser convertida, segundo Leo. “A política é muito estranha, hoje você pode estar em baixa e amanhã estar lá em cima. A um ano e meio da eleição é complicado prever”.



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